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Carimbologia M-N

Morro do Pilar, Minas Gerais (MMG-1665)

Atlas do Imperio de Brasil, 1868

Other names: Morro do Gaspar Soares

The settlement was originally called Morro de Gaspar Soares (Gaspar Soares Mountain) and was named after one of the first colonists. It was located on the west bank of the Picão River, 200 kilometres north of what would later become the provincial capital of Ouro Preto. In April 1818, it became the district of Vila de Conceição do Serro and in 1840 the parish of Nossa Senhora do Pilar do Morro do Gaspar Soares. Since December 1953, the city has been officially called Município de Morro do Pilar. Brazil’s first iron factory, the Real Fábrica de Ferro, was built there in 1809, but today only ruins remain.

Google Maps

Nova Monteiro writes in ‘Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio’ (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; reprinted by SPP 1994–1999) that there has been a post office there since September 1862. The first postmaster was introduced by the press in Rio in the same month.

Diario do Rio de Janeiro, 27 September 1862

The oldest postmark to date is MMG-1665b (illustration by R. Koester, in Carimbologia XXVII):

MMG-1665b (RK) 1879
Provincia de Minas Geraes, 1873

Outros nomes: Morro do Gaspar Soares

O povoado chamava-se originalmente Morro de Gaspar Soares, que era o nome de um dos primeiros colonos. Situava-se na margem oeste do rio Picão, 200 quilômetros ao norte da futura capital provincial, Ouro Preto. Em abril de 1818, tornou-se o Distrito da Vila de Conceição do Serro e, em 1840, a Freguesia de Nossa Senhora do Pilar do Morro do Gaspar Soares. Desde dezembro de 1953, a cidade é oficialmente chamada de Município do Morro do Pilar. Em 1809, foi criada ali a Real Fábrica de Ferro, a primeira do Brasil, da qual hoje só restam ruínas.

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Nova Monteiro escreve em “Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio” (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; reimpressão SPP 1994–1999) que havia uma agência dos correios no local desde setembro de 1862. O primeiro agente postal foi apresentado pela imprensa do Rio no mesmo mês.

Diário do Rio de Janeiro, 27/09/1862

O carimbo postal mais antigo até o momento é o MMG-1665b (fig. R. Koester, em Carimbologia XXVII):

MMG-1665b (RK) 1879
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia de Minas Geraes, 1849

Andere Namen: Morro do Gaspar Soares

Die Siedlung hieß ursprünglich Morro de Gaspar Soares (Berg des Gaspar Soares) und war nach einem der ersten Kolonisten benannt. Sie lag am Westufer des Flusses Picão, 200 Kilometer nördlich der späteren Provinzhauptstadt Ouro Preto. Im April 1818 wurde sie zum Distrito der Vila de Conceição do Serro und im Jahr 1840 zur Freguesia de Nossa Senhora do Pilar do Morro do Gaspar Soares. Seit Dezember 1953 heißt die Stadt offiziell Município de Morro do Pilar. Dort entstand im Jahr 1809 mit der Real Fábrica de Ferro Brasiliens erste Eisenfabrik, von der heute nur noch Ruinenreste zu sehen sind.

Google Maps

Nova Monteiro schreibt in „Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio” (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; Nachdruck SPP 1994–1999), dass es dort seit September 1862 ein Postamt gab. Der erste Postagent wurde im gleichen Monat von der Presse in Rio vorgestellt.

Diario do Rio de Janeiro, 27.09.1862

Der bisher älteste Poststempel ist MMG-1665b (Abb. R. Koester, in Carimbologia XXVII):

MMG-1665b (RK) 1879
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Carimbologia M-N

Morro do Coco, Rio de Janeiro (MRJ-1100)

Colton & Colton: Provincia do Rio de Janeiro, 1866

The Freguesia de N. Sra. da Penha do Morro do Coco existed since November 1861 in the Município de Campos, 320 km north of the capital Rio de Janeiro. Later, there were changes in the place name with the neighbouring municipalities of Vila Nova and Santo Eduardo, but at the latest since around 1933, Morro do Coco has been a district again.

As Paulo Novaes writes in agenciaspostais.com.br, there has been a post office there since November 1866. The oldest postmark is MRJ-1100a, which was given the number 1364 in P. Ayres’ Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942):

MRJ-1100a (P.A. 1364) 1882

This was followed by MRJ-1100b (Fig. agenciaspostais.com.br):

MRJ-1100b (PN) 1890-1897
Almanak Laemmert, 1866

A Freguesia de N. Sra. da Penha do Morro do Coco existia desde novembro de 1861 no Município de Campos, 320 km ao norte da capital Rio de Janeiro. Mais tarde, houve mudanças no nome da localidade com os municípios vizinhos de Vila Nova e Santo Eduardo, mas desde aproximadamente 1933, Morro do Coco é novamente um distrito no seu local de origem.

Como escreve Paulo Novaes em agenciaspostais.com.br, havia uma agência dos correios no local desde novembro de 1866. O carimbo postal mais antigo é o MRJ-1100a, que recebeu o número 1364 no Catálogo de Carimbos Brasil-Império, de P. Ayres (São Paulo, 1937, 1942):

MRJ-1100a (P.A. 1364) 1882

Seguiu-se o MRJ-1100b (fig. agenciaspostais.com.br):

MRJ-1100b (PN) 1890-1897
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Die Freguesia de N. Sra. da Penha do Morro do Coco bestand seit November 1861 im Município de Campos, 320 km nördlich der Hauptstadt Rio de Janeiro. Später kam es zu Wechseln im Ortsnamen mit den Nachbargemeinden Vila Nova und Santo Eduardo, doch seit ca. 1933 ist Morro do Coco wieder ein Distrikt an seinem originalen Ort.

Wie Paulo Novaes in agenciaspostais.com.br schreibt, gab es dort seit November 1866 ein Postamt. Der älteste Poststempel ist MRJ-1100a, der in P. Ayres‘ Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) die Nr. 1364 erhielt:

MRJ-1100a (P.A. 1364) 1882

Es folgte MRJ-1100b (Abb. agenciaspostais.com.br):

MRJ-1100b (PN) 1890-1897
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Carimbologia M-N

Morro do Chapéo, Bahia (MBA-0500)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

The Freguesia de Nossa Senhora da Graça do Morro do Chapéu (as it is spelled today) existed since June 1838 and belonged to the Vila de Jacobina. It was located on the north bank of the Jacuípe River, on the edge of the Chapada Diamantina, 400 kilometres northwest of the provincial capital Salvador da Bahia. In May 1864, it became a Vila and in August 1909 a city.

Post office of Morro do Chapéu, next to the main church (IBGE, ca. 1955)

Three different dates of origin were found for the local post office. The first was in September 1863, as R. Koester writes in Carimbologia XXVII. A second time in 1877, as shown in the directory of imperial post offices (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885). And finally in September 1883, as announced by the Rio press.

Gazeta de Noticias/RJ, 20 September 1883

No imperial postmark from Morro do Chapéu in the province of Bahia has been found to date.

Villiers de l’Ile Adam: CArta (…) da Provincia da Bahia, 1848

A Freguesia de Nossa Senhora da Graça do Morro do Chapéu (segundo a grafia atual) existia desde junho de 1838 e pertencia à Vila de Jacobina. Situava-se na margem norte do Jacuípe, na periferia da Chapada Diamantina, 400 quilômetros a noroeste da capital do estado, Salvador da Bahia. Em maio de 1864, tornou-se vila e, em agosto de 1909, cidade.

Correios de Morro do Chapéu, ao lado da igreja principal (IBGE, ca. 1955)

Foram encontradas três datas diferentes para a fundação dos correios locais. A primeira em setembro de 1863, como escreve R. Koester em Carimbologia XXVII. Outra vez em 1877, conforme consta na Tabella das Agências do Correio do Império (Rio de Janeiro, 1885). E, por último, em setembro de 1883, conforme divulgado pela imprensa do Rio.

Gazeta de Notícias/RJ, 20/09/1883

Até o momento, nenhum carimbo postal imperial de Morro do Chapéu, na província da Bahia, foi encontrado.

Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Die Freguesia de Nossa Senhora da Graça do Morro do Chapéu (so die heutige Screibweise) bestand seit Juni 1838 und gehörte zur Vila de Jacobina. Sie lag am Nordufer des Jacuípe, am Rande der Chapada Diamantina, 400 Kilometer nordwestlich der Provinzhauptstadt Salvador da Bahia. Im Mai 1864 wurde sie zur Vila und im August 1909 zur Stadt.

Postamt von Morro do Chapéu, neben der Hauptkirche (IBGE, ca. 1955)

Es wurden drei verschiedene Entstehungsdaten für das örtliche Postamt gefunden. Erstmals im September 1863, wie R. Koester in Carimbologia XXVII schreibt. Ein weiteres Mal im Jahr 1877, wie aus dem Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) hervorgeht. Und zuletzt im September 1883, wie die Presse aus Rio bekannt gab.

Gazeta de Noticias/RJ, 20.09.1883

Bisher wurde noch kein kaiserlicher Poststempel aus Morro do Chapéu in der Provinz Bahia gefunden.

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Carimbologia M-N

Morro da Garça, Minas Gerais (MMG-1660)

Provincia de Minas Geraes, 1873

Other names: Imaculada Conceição do Morro da Garça

See also Conceição do Morro da Garça (CMG-0815)

The chapel N. Sra. das Maravilhas do Morro da Garça was built as early as 1720. It belonged to the Vila de Curvelo and was located 300 kilometres north of the later provincial capital Ouro Preto. In January 1866 it became the Freguesia de Imaculada Conceição do Morro da Garça, and in December 1962 it was declared an autonomous município, now with the shortened place name Morro da Garça. The Morro da Garça (Heron Mountain) is a striking landmark of the city:

Photo: Thiago Lopes (Google Maps)

Two dates were found for the founding of the local post office that are so close to each other that they may belong together. Firstly in November 1883, as both Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) and R. Koester (Carimbologia XIII and XXVII) write. Then in April 1884, as can be seen from the postal report (Relatorio dos Correios) for 1887. As the agency is not listed in the Directory of Imperial Post Offices (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885), it can be assumed that it was not put into operation until later. In fact, a first postal agent was mentioned in the regional press in August 1885:

Liberal Mineiro, 28/08/1885

The imperial postmark is MMG-1660a (illustration by R. Koester, in Carimbologia XXVII):

MMG-1660a (RK) 1889
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outros nomes: Imaculada Conceição do Morro da Garça

Veja também Conceição do Morro da Garça (CMG-0815)

A capela de N. Sra. das Maravilhas do Morro da Garça foi construída já em 1720. Pertencia à Vila de Curvelo e localizava-se a 300 quilômetros ao norte da futura capital da província, Ouro Preto. Em janeiro de 1866, tornou-se a Freguesia de Imaculada Conceição do Morro da Garça e, em dezembro de 1962, tornou-se município autônomo, agora com o nome abreviado de Morro da Garça. Esse Morro da Garça é um marco típico da localidade:

Foto: Thiago Lopes (Google Maps)

Foram encontradas duas datas para a criação da agência postal local, muito próximas uma da outra. Primeiro, em novembro de 1883, como escrevem Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) e R. Koester (Carimbologia XIII e XXVII). Depois, em abril de 1884, como pode ser visto no Relatorio dos Correios para 1887. Como a agência não está listada na Tabella das Agencias do Correio do Imperio (Rio de Janeiro, 1885), pode-se presumir que ela só entrou em operação mais tarde. De fato, um primeiro agente postal foi mencionado na imprensa regional em agosto de 1885:

Liberal Mineiro, 28/08/1885

O carimbo postal imperial é MMG-1660a (fig. R. Koester, em Carimbologia XXVII):

MMG-1660a (RK) 1889
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia de Minas Geraes, 1849

Andere Namen: Imaculada Conceição do Morro da Garça

Siehe auch Conceição do Morro da Garça (CMG-0815)

Die Kapelle N. Sra. das Maravilhas do Morro da Garça wurde bereits 1720 erbaut. Sie gehörte zur Vila de Curvelo und lag 300 km nördlich der späteren Provinzhauptstadt Ouro Preto. Im Januar 1866 wurde es zur Freguesia de Imaculada Conceição do Morro da Garça, und im Dezember 1962 wurde es zum autonomen Município ernannt, nun unter dem verkürzten Ortsnamen Morro da Garça. Der Morro da Garça (Reiherberg) ist ein markantes Wahrzeichen der Stadt:

Foto: Thiago Lopes (Google Maps)

Für die Gründung des örtlichen Postamtes wurden zwei Daten gefunden, die so nahe beieinander liegen, dass sie möglicherweise zusammengehören. Zuerst im November 1883, wie sowohl Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) als auch R. Koester (Carimbologia XIII und XXVII) schreiben. Dann im April 1884, wie aus dem Postbericht (Relatorio dos Correios) für 1887 hervorgeht. Da die Agentur nicht im Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) aufgeführt ist, kann davon ausgegangen werden, dass sie erst später in Betrieb genommen wurde. Tatsächlich wurde ein erster Postagent im August 1885 in der regionalen Presse erwähnt:

Liberal Mineiro, 28.08.1885

Der kaiserliche Poststempel ist MMG-1660a (Abb. R. Koester, in Carimbologia XXVII):

MMG-1660a (RK) 1889

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Carimbologia M-N

Morro Azul, Rio de Janeiro (MRJ-1095)

Almanak Laemmert, 1892

In the 19th century, Morro Azul (Blue Mountain) was a settlement belonging to the Freguesia de Passa Três in the Município de São João Marcos, located 120 kilometres west of the capital Rio de Janeiro. Since December 1938, the village has belonged to the Município de Rio Claro, but it is now most likely under water: When construction of the Ribeirão das Lajes dam began in 1907, an entire region was flooded to ensure the supply of drinking water to the surrounding area. Many animals and people died because there was hardly any information available about the construction project. Today, Morro Azul and São João Marcos have disappeared from the map.

Nova Monteiro writes in Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio (Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; reprinted by SPP 1994-1999) that there had been a post office there since December 1866. According to Paulo Novaes (agenciaspostais.com.br), the agency was closed in May 1922. The only postmark from the 19th century is MRJ-1095b (illustration from the internet) and already bears a date from the Republic.

MRJ-1095b (EB) 1900
Mappa Postal, 1888 (in agenciaspostais.com.br)

Morro Azul era, no século XIX, um povoado da Freguesia de Passa Três, no Município de São João Marcos, localizado a 120 quilômetros a oeste da capital Rio de Janeiro. Desde dezembro de 1938, a localidade pertence ao Município de Rio Claro, mas muito provavelmente agora está submersa: Com o início da construção da barragem de Ribeirão das Lajes, em 1907, toda uma região foi inundada para garantir o abastecimento de água potável à região. Muitos animais e pessoas morreram, pois havia pouca informação sobre o projeto de construção. Hoje, Morro Azul e São João Marcos desapareceram do mapa.

Nova Monteiro escreve em Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934-5; reimpressão SPP 1994-1999) que havia uma agência dos correios no local desde dezembro de 1866. De acordo com Paulo Novaes (agenciaspostais.com.br), a agência foi fechada em maio de 1922. O único carimbo postal do século XIX até agora é o MRJ-1095b (fig. da Internet) e já traz uma data da República.

MRJ-1095b (EB) 1900
Mappa Geographico Postal do Rio de Janeiro, 1906

Morro Azul (Blauer Berg) war im 19. Jahrhundert eine Siedlung der Freguesia de Passa Três im Município de São João Marcos, die 120 Kilometer westlich der Hauptstadt Rio de Janeiro lag. Seit Dezember 1938 gehört die Ortschaft zum Município de Rio Claro, doch höchstwahrscheinlich liegt sie nun unter Wasser: Mit dem Baubeginn des Staudamms Ribeirão das Lajes im Jahr 1907 wurde eine ganze Region überflutet, um die Trinkwasserversorgung der Umgebung zu gewährleisten. Viele Tiere und Menschen starben, da kaum Informationen über das Bauprojekt vorlagen. Heute sind Morro Azul und São João Marcos von der Karte verschwunden.

Nova Monteiro schreibt in Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999), dass es dort seit Dezember 1866 ein Postamt gab. Laut Paulo Novaes (agenciaspostais.com.br) wurde die Agentur im Mai 1922 geschlossen. Der bisher einzige Poststempel im 19. Jahrhundert ist MRJ-1095b (Abb. aus dem Internet) und trägt bereits ein Datum aus der Republik.

MRJ-1095b (EB) 1900
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Carimbologia M-N

Morro Alto (train station/Bahnhof), Minas Gerais (MMG-1655)

André S. Carvalho: Estrada de Ferro Leopoldina

Other names: Barão do Monte Alto (around 1965)

Morro Alto station was opened in March 1885 by the E. F. Leopoldina railway company on the Manhuaçu line. It was in the municipality of Cataguases, 250 kilometres southeast of the provincial capital Ouro Preto. Around 1965, it was renamed Barão do Monte Alto. From 1975 until its closure in 1979, the line belonged to Rede Ferroviária Federal S.A. (estacoesferroviarias.com.br). Today, the tracks have been removed and the station building is used as a cultural centre.

Photo: Fabio Offroad, on Google Maps, May 2025

The area around the station became the ‘Distrito de São Francisco do Capivara’ in December 1890 and the ‘Distrito de Barão do Monte Alto’ in August 1911, which at that time belonged to the Município de Palma. Since December 1962, it has been part of the Município de Barão do Monte Alto.

According to the postal report (Relatorio Postal) for 1886, there had been a post office at the station since August 1885. The stamps were initially cancelled by hand, as shown in the following images from the collections of Carlos A. Balata and Fuad Ferreira Fo.

1885-1887 (CB-FF)

From 1887 onwards, MMG-1655a appeared (illustration by Koester, in Carimbologia XXVII):

MMG-1655a (RK) 1887

This was soon followed by MMG-1655b (illustration from the internet):

MMG-1655b (Delca) 1888-1891
Estado de Minas Geraes, 1910

Outros nomes: Barão do Monte Alto (aprox. 1965)

A estação ferroviária de Morro Alto foi inaugurada em março de 1885 pela E. F. Leopoldina na Linha de Manhuaçu. Ela ficava no município de Cataguases, 250 quilômetros a sudeste da capital provincial Ouro Preto. Por volta de 1965, foi renomeada para Barão do Monte Alto. De 1975 até o fechamento em 1979, a linha pertenceu à Rede Ferroviária Federal S.A. (estacoesferroviarias.com.br). Hoje, os trilhos foram removidos e o prédio da estação é usado como centro cultural.

Foto: Fabio Offroad, no Google Maps, maio de 2025

A área ao redor da estação ferroviária tornou-se o “Distrito de São Francisco do Capivara” em dezembro de 1890 e, em agosto de 1911, o “Distrito de Barão do Monte Alto”, que na época pertencia ao município de Palma. Desde dezembro de 1962, pertence ao município de Barão do Monte Alto.

Conforme consta no Relatório Postal de 1886, havia uma agência dos correios na estação desde agosto de 1885. Inicialmente, os selos eram carimbados à mão, como mostram as seguintes imagens das coleções de Carlos A. Balata e Fuad Ferreira Fo.:

1885-1887 (CB-FF)

A partir de 1887, surgiu o MMG-1655a (fig. Koester, em Carimbologia XXVII):

MMG-1655a (RK) 1887

Logo depois, surgiu o MMG-1655b (fig. da Internet):

MMG-1655b (Delca) 1888-1891
Google Maps

Andere Namen: Barão do Monte Alto (ca. 1965)

Der Bahnhof Morro Alto wurde im März 1885 von der Eisenbahngesellschaft E. F. Leopoldina auf der Manhuaçu-Linie eröffnet. Er lag im Município de Cataguases, 250 Kilometer südöstlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto. Um 1965 wurde er in Barão do Monte Alto umbenannt. Von 1975 bis zur Stilllegung im Jahr 1979 gehörte die Linie zur Rede Ferroviária Federal S.A. (estacoesferroviarias.com.br). Heute sind die Gleise entfernt, das Bahnhofsgebäude wird als Kulturzentrum genutzt.

Foto: Fabio Offroad, auf Google Maps, Mai 2025

Das Areal um den Bahnhof wurde im Dezember 1890 zum „Distrito de São Francisco do Capivara” und im August 1911 zum „Distrito de Barão do Monte Alto”, das damals zum Município de Palma gehörte. Seit Dezember 1962 befindet es sich im Município de Barão do Monte Alto.

Wie dem Postbericht (Relatorio Postal) für 1886 zu entnehmen ist, gab es am Bahnhof seit August 1885 ein Postamt. Die Briefmarken wurden zunächst per Hand entwertet, wie die folgenden Bilder aus den Sammlungen von Carlos A. Balata und Fuad Ferreira Fo. zeigen:

1885-1887 (CB-FF)

Ab 1887 erschein dann MMG-1655a (Abb. Koester, in Carimbologia XXVII):

MMG-1655a (RK) 1887

Es folgte bald MMG-1655b (Abb. aus dem Internet):

MMG-1655b (Delca) 1888-1891
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Carimbologia M-N

Morrinhos, Minas Gerais (MMG-1653)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Other names: Morrinhos Grandes, Mathias/Matias Cardoso (1923)

The Freguesia de N. Sra. da Conceição de Morrinhos had been in existence since 1755. It was located on the east bank of the São Francisco River, 870 kilometres north of the future provincial capital of Ouro Preto. The Freguesia then changed jurisdiction three times: In June 1833, it became part of the Vila de Brejo do Amparo, in September 1884 part of the Vila de Januária, and in September 1923, now as the Distrito de Mathias Cardoso, part of the Vila da Manga. Since April 1992, Mathias Cardoso (the current spelling) has been an independent município. The name commemorates a 17th-century bandeirante.

According to the press in Rio de Janeiro, there has been a post office there since April 1885.

Jornal do Commercio/RJ, 24 April 1885

This was moved to Vila da Manga in August 1889.

Boletim Postal, 1889

The agency was not reopened until June 1900, as Paula Sobrinho writes in ‘História Postal de Minas Gerais’ (Belo Horizonte, 1997). No imperial postmark from Morrinhos in the province of Minas Gerais has been found to date.

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia de Minas Geraes, 1849

Outros nomes: Morrinhos Grandes, Mathias/Matias Cardoso (1923)

A Freguesia de N. Sra. da Conceição de Morrinhos era conhecida desde 1755. Situava-se na margem leste do São Francisco, 870 quilômetros ao norte da futura capital provincial, Ouro Preto. Posteriormente, a Freguesia mudou três vezes de jurisdição: em junho de 1833, passou a fazer parte da Vila de Brejo do Amparo; em setembro de 1884, da Vila de Januária; e, em setembro de 1923, agora como Distrito de Mathias Cardoso, da Vila da Manga. Desde abril de 1992, Mathias Cardoso (grafia atual) é um município independente. O nome lembra um bandeirante do século XVII.

Segundo a imprensa do Rio de Janeiro, havia uma agência dos correios no local desde abril de 1885.

Jornal do Comércio/RJ, 24/04/1885

Esta foi transferida para a Vila da Manga em agosto de 1889.

Boletim Postal, 1889

A agência só foi reaberta em junho de 1900, como escreve Paula Sobrinho em “História Postal de Minas Gerais” (Belo Horizonte, 1997). Até o momento, não foi encontrado nenhum carimbo postal imperial de Morrinhos, na província de Minas Gerais.

Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Andere Namen: Morrinhos Grandes, Mathias/Matias Cardoso (1923)

Die Freguesia de N. Sra. da Conceição de Morrinhos war seit 1755 überliefert. Sie lag am Ostufer des São Francisco, 870 Kilometer nördlich der späteren Provinzhauptstadt Ouro Preto. Danach wechselte die Freguesia dreimal ihre Zuständigkeit: Im Juni 1833 wurde sie Teil der Vila de Brejo do Amparo, im September 1884 der Vila de Januária und im September 1923, nun als Distrito de Mathias Cardoso, der Vila da Manga. Seit April 1992 ist Mathias Cardoso (so die heutige Schreibweise) ein eigenständiger Município. Der Name erinnert an einen Bandeirante des 17. Jahrhunderts.

Wie aus der Presse in Rio de Janeiro hervorgeht, gab es dort seit April 1885 ein Postamt.

Jornal do Commercio/RJ, 24.04.1885

Dieses wurde im August 1889 nach Vila da Manga verlegt.

Boletim Postal, 1889

Die Agentur wurde erst im Juni 1900 wiedereröffnet, wie Paula Sobrinho in „História Postal de Minas Gerais” (Belo Horizonte, 1997) schreibt. Bisher wurde kein kaiserlicher Poststempel aus Morrinhos in der Provinz Minas Gerais gefunden.

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Carimbologia M-N

Morrinhos, Goiás (MGO-0115)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Other names: N. Sa. do Carmo dos Morrinhos, Villa Bella do Parnahyba

See also Villa Bella de Morrinhos (VGO-0290)

The parish of Villa Bella do Parnahyba was founded in July 1843 and was situated – despite the river in the name – barely 100 km north of the Parnahyba and 270 km south of the provincial capital Goyaz (today Goiás Velho). In July 1857, it was promoted as a vila, but just two years later came its demotion as a district in the Município of Pouso Alto. In July 1871, the resurgence took place as Villa Bella de N. Sra. do Carmo do Parnahyba, which became the town of Morrinhos in August 1882. The Morrinhos are three small mountains, yet much closer than the river.

The local post office was established in 1880, as shown in the Directory of Imperial Post Offices (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885). The oldest cancel has the inscription V.B. DE MORRINHOS (see SGO-0290). The successor is VGO-0290b/0115a (Coll. FM):

VGO-0290b/MGO-0115a (FM) 1890-1902
Carta da Provincia de Goyaz, 1874

Outros nomes: N. Sa. do Carmo dos Morrinhos, Villa Bella do Parnahyba

Ver também Villa Bella de Morrinhos (VGO-0290)

A paróquia de Villa Bella do Parnahyba foi fundada em julho de 1843 e estava situada – embora mencionasse o rio – a uns 100 km ao norte do Parnahyba e 270 km ao sul da capital provincial Goyaz (hoje Goiás Velho). Em julho de 1857, foi promovido como vila, mas logo dois anos depois veio seu rebaixamento como distrito no Município de Pouso Alto. Em julho de 1871, subiu novamente como a Villa Bella de N. Sra. do Carmo do Parnahyba, que se tornou a cidade de Morrinhos em agosto de 1882. Os morrinhos são três pequenas montanhas, ben mais próximas do que o rio.

A agência postal local foi estabelecida em 1880, como mostra a Tabella das Agencias do Correio do Império (Rio de Janeiro, 1885). O carimbo postal mais antigo tem a inscrição V.B. DE MORRINHOS (veja VGO-0290). O sucessor é VGO-0290b/MGO-0115a (Col. FM):

VGO-0290b/MGO-0115a (FM) 1890-1902
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Andere Namen: N. Sa. do Carmo dos Morrinhos, Villa Bella do Parnahyba

Siehe auch Villa Bella de Morrinhos (VGO-0290)

Die Pfarrei von Villa Bella do Parnahyba entstand im Juli 1843 und lag – obwohl der Fluss im Namen stand – knapp 100 km nördlich des Parnahyba und 270 km südlich der Provinzhauptstadt Goyaz (heute Goiás Velho) entfernt. Im Juli 1857 erfolgte der Aufstieg als Vila, aber gleich zwei Jahre später kam die Degradierung als Distrikt im Município von Pouso Alto. Im Juli 1871 fand der Wiederaufstieg als Villa Bella de N. Sra. do Carmo do Parnahyba, die im August 1882 zur Stadt Morrinhos wurde. Die Morrinhos sind drei kleine Berge, die doch wesentlich näher als der Fluss liegen.

Das örtliche Postamt wurde 1880 ins Leben gerufen, wie aus dem Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) hervorgeht. Zwei Poststempel in Kreisform wurden fürs 19. Jahrhundert gefunden. Der älteste Poststempel hat oben die Inschrift V.B. DE MORRINHOS (siehe VGO-0290). Der Nachfolger ist VGO-0290b/MGO-0115a (Samml. FM):

VGO-0290b/0115a (FM) 1890-1902

Categories
Carimbologia M-N

Morretes, São Paulo / Paraná (MPR-0130)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia de São Paulo, 1847

Other names: Acuantan, Nhundiaquara

The history of this ancient settlement raises some questions about the place name that have not yet been clarified. Two names of indigenous origin have been found: ‘Acuantan’ (mountainous land) and ‘Nhundiaquara’ (home of the Jundiás, a species of catfish commonly found in Brazil). However, it is not yet known when exactly these names were used. The place has been known since at least 1721. It belonged to the Vila de Paranaguá, was located on the south bank of the Nhundiaquara and was 60 km east of the later provincial capital Curitiba. In May 1811, it was subordinated to the Freguesia de N. Sra. do Porto de Morretes and the Vila de Antonina. It is said to have become a vila in March 1841 and the city of Nhundiaquara in May 1869, but this name is hardly ever found in the regional press. A sure indication that it was unpopular. Since April 1870, it has officially been called Município de Morretes.

As Nova Monteiro writes in ‘Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio’ (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; reprinted by SPP 1994–1999), there has been a post office there since September 1832. At that time, Morretes was still part of the province of São Paulo; Paraná only became a province in July 1854.

To date, all postmarks bear the place name Morretes, starting with the pre-philatelic MPR-0130a, which was recorded in the RHM catalogue with the abbreviation P-SP-26.

MPR-0130a (RHM P-SP-26) 1841-1844ff

This was followed by MPR-0130b, which also appears in blue and was given the number 1363 in P. Ayres’ Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942). However, the last letter in the place name is missing in Ayres’ illustration:

MPR-0130b (P.A. 1363-recte EB) 1850ff-1866ff

This was followed by the double circle MPR-0130c (illustration from the Internet):

MPR-0130c (EB) 1876ff-1891

R. Koester showed the registered postmark MPR-0130d in Carimbologia XXVII:

MPR-0130d (RK) 1887

And James Dingler and Klerman W. Lopes showed three mute postmarks used in Morretes in Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000):

BPA 241 – 1024 (P.A. 363), 1883ff – 3992 (P.A. 783), 1866ff-1882, the last in purple
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outros nomes: Acuantan, Nhundiaquara

A história deste antigo povoado levanta algumas questões sobre o nome do local, que ainda não foram esclarecidas. Foram encontrados dois nomes de origem indígena: “Acuantan” (terra montanhosa) e “Nhundiaquara” (terra dos jundiás, um peixe comum no Brasil). No entanto, até o momento não se sabe exatamente quando eles foram usados. O local é conhecido desde 1721, no mínimo. Pertencia à Vila de Paranaguá, ficava na margem sul do Nhundiaquara e estava localizado 60 km a leste da futura capital provincial, Curitiba. Em maio de 1811, foi subordinada à Freguesia de N. Sra. do Porto de Morretes e à Vila de Antonina. Supostamente, tornou-se vila em março de 1841 e cidade de Nhundiaquara em maio de 1869, mas esse nome quase não aparece na imprensa regional. Um indício claro de que era impopular. Desde abril de 1870, ela deve se chamar oficialmente Município de Morretes.

Como escreve Nova Monteiro em “Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio” (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; reimpressão SPP 1994–1999), havia uma agência dos correios lá desde setembro de 1832. Naquela época, Morretes ainda pertencia à província de São Paulo; o Paraná só se tornou uma província em julho de 1854.

Até agora, todos os carimbos postais trazem o nome da localidade Morretes, começando com o pré-filatélico MPR-0130a, registrado no catálogo RHM com a sigla P-SP-26.

MPR-0130a (RHM P-SP-26) 1841-1844ff

Seguiu-se o MPR-0130b, que também aparece em azul e recebeu o número 1363 no Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942) de P. Ayres. No entanto, na ilustração de Ayres falta a última letra do nome do local:

MPR-0130b (P.A. 1363-recte EB) 1850ff-1866ff

Em seguida, veio o círculo duplo MPR-0130c (ilustração da Internet):

MPR-0130c (EB) 1876ff-1891

R. Koester mostrou em Carimbologia XXVII o carimbo para registrados MPR-0130d:

MPR-0130d (RK) 1887

E James Dingler e Klerman W. Lopes mostraram em Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Clube Filatélico do Brasil, Rio de Janeiro, 2000) três carimbos mudos que foram usados em Morretes:

BPA 241 – 1024 (P.A. 363), 1883ff – 3992 (P.A. 783), 1866ff-1882, este em violeta
Estado do Paraná, 1892

Andere Namen: Acuantan, Nhundiaquara

Die Geschichte dieser alten Siedlung wirft einige Fragen zum Ortsnamen auf, die noch nicht geklärt sind. Es wurden zwei Namen indigenen Ursprungs gefunden: „Acuantan” (bergiges Land) und „Nhundiaquara” (Heimat der Jundiás, eine in Brasilien häufig vorkommende Welsart). Bisher ist jedoch nicht bekannt, wann genau diese verwendet wurden. Der Ort ist spätestens seit 1721 bekannt. Er gehörte zur Vila de Paranaguá, lag am Südufer des Nhundiaquara und befand sich 60 km östlich der späteren Provinzhauptstadt Curitiba. Im Mai 1811 wurde er zur Freguesia de N. Sra. do Porto de Morretes und der Vila de Antonina untergeordnet. Angeblich wurde er im März 1841 zur Vila und im Mai 1869 zur Stadt Nhundiaquara, doch dieser Name findet sich kaum in der regionalen Presse. Ein sicheres Indiz dafür, dass er unbeliebt war. Seit April 1870 soll er offiziell Município de Morretes heißen.

Wie Nova Monteiro in „Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio” (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; Nachdruck SPP 1994–1999) schreibt, gab es dort seit September 1832 ein Postamt. Zu diesem Zeitpunkt lag Morretes noch in der Provinz São Paulo; Paraná wurde erst im Juli 1854 eine Provinz.

Bisher tragen alle Poststempel die Ortsbezeichnung Morretes, beginnend mit dem vorphilatelistischen MPR-0130a, der im RHM-Katalog mit dem Kürzel P-SP-26 erfasst wurde.

MPR-0130a (RHM P-SP-26) 1841-1844ff

Es folgte MPR-0130b, der auch im Blau vorkommt und die Nr. 1363 in P. Ayres‘ Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942) erhielt. Allerdings fehlt in der Ayres‘ Abbildung der letzte Buchstabe im Ortsnamen:

MPR-0130b (P.A. 1363-recte EB) 1850ff-1866ff

Danach kam der Doppelkreis MPR-0130c (Abb. aus dem Internet):

MPR-0130c (EB) 1876ff-1891

R. Koester zeigte in Carimbologia XXVII den lokalen Einschreibestempel MPR-0130d:

MPR-0130d (RK) 1887

Und James Dingler und Klerman W. Lopes zeigten in Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000) drei stumme Stempel, die in Morretes verwendet wurden:

BPA 241 – 1024 (P.A. 363), 1883ff – 3992 (P.A. 783), 1866ff-1882, auch in violett

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Carimbologia M-N

Morenos (train station/Bahnhof), Pernambuco (MPE-0400)

Rede Ferroviaria de Pernambuco, 1898 (IBGE)

Alternative spelling: Moreno (1938)

Moreno railway station was opened in August 1885 by the railway company E. F. Recife a Caruaru (also known as Central de Pernambuco) on the north bank of the Jaboatão River in the municipality of the same name. It was located 30 km west of the provincial capital Recife. The railway line was transferred to Great Western in 1904 and to Rede Ferroviária do Nordeste in 1950. From 1975 until its closure in 1996, it belonged to Rede Ferroviária Federal S.A. (estacoesferroviarias.com.br). Today, the tracks are still in place, the station building has been restored, and the area is mainly used as a park and market square.

Around 1930 (As Ferrovias do Brasil, by J. E. Gerodetti and C. Cornejo, São Paulo, 2005)
In January 2025 (photo: Lucas Silva, on Google Maps)

The area around the station became a district in March 1920 and a municipality in September 1928. Since December 1938, the spelling has been Moreno. This was the name of two brothers from Portugal who first owned the land. The Engenho Morenos was also built there.

According to the 1889 Post Bulletin (Boletim Postal), there had been a post office at the station since August of that year. The only imperial postmark to date is MPE-0400a (illustration by Felipe Piccinini). However, the date 1885 is puzzling. Is it a dating error, or could it be that an agency was in operation before the railway line was built?

MPE-0400a (FP) 1885?
Arthur D. Ribeiro: Estado de Pernambuco, 1924

Andere Schreibweise: Moreno (1938)

Der Bahnhof Morenos wurde im August 1885 von der Eisenbahngesellschaft E. F. Recife a Caruaru (auch Central de Pernambuco genannt) am Nordufer des Jaboatão im gleichnamigen Munizip eröffnet. Er lag 30 km westlich der Provinzhauptstadt Recife. Die Bahnlinie wechselte 1904 zur Great Western und 1950 zur Rede Ferroviária do Nordeste. Von 1975 bis zur Stilllegung im Jahr 1996 gehörte sie der Rede Ferroviária Federal S.A. (estacoesferroviarias.com.br). Heute sind die Gleise noch vorhanden, das Bahnhofsgebäude wurde restauriert und das Areal wird überwiegend als Park- und Marktplatz genutzt.

Um 1930 (As Ferrovias do Brasil, von J. E. Gerodetti und C. Cornejo, São Paulo, 2005)
Im Januar 2025 (Foto: Lucas Silva, auf Google Maps).

Das Gebiet um den Bahnhof wurde im März 1920 zum Distrito und im September 1928 zum Municipio. Seit Dezember 1938 gilt die Schreibweise Moreno. So hießen zwei Brüder aus Portugal, die das Land erstmals besaßen. Dort wurde auch die Fazenda Morenos gebaut.

Wie aus dem Postbulletin (Boletim Postal) von 1889 hervorgeht, gab es am Bahnhof seit August desselben Jahres ein Postamt. Der bisher einzige kaiserliche Poststempel ist MPE-0400a (Abbildung von Felipe Piccinini). Das Datum 1885 bereitet jedoch Kopfzerbrechen. Handelt es sich um einen Datierungsfehler oder könnte es sein, dass eine Agentur vor der Errichtung der Bahnlinie in Betrieb war?

MPE-0400a (FP) 1885?