Other names: Perdição, Bom Conselho, Princesa Isabel (1938)
The settlement was situated 410 kilometres west of what would later become the provincial capital, Paraíba do Norte (now João Pessoa), and was originally called Perdição (‘Damnation’). Around 1831, the Chapel of Nossa Senhora do Bom Conselho was built there, at that time still within the territory of the Vila de Piancó. In November 1875, it was elevated to the status of Vila de Bom Conselho da Princeza – in honour of Isabel, the daughter of Emperor Pedro II. Following a brief demotion to the parish of Piancó in February 1879, Princeza was restored to the status of Vila in November 1880, and this was in turn elevated to town status in November 1921; it has been known as Princesa Isabel since November 1938.
Princesa Isabel Post Office, c. 1955 (IBGE)
As can be seen from the Postal Report (Relatório Postal) for the year 1886, a post office had been there since March 1877. The only postmark from the 19th century discovered to date is PPB-0200b (José A. Junges collection):
PPB-0200b (JJ) 1891–1894Sociedade Geológica e Mineralógica, 1910
Outros nomes: Perdição, Bom Conselho, Princesa Isabel (1938)
O local ficava a 410 quilômetros a oeste da futura capital provincial, Paraíba do Norte (hoje João Pessoa), e se chamava originalmente Perdição. Lá foi erguida, por volta de 1831, a capela de Nossa Senhora do Bom Conselho, na época ainda no território da Vila de Piancó. Em novembro de 1875, o local foi elevado à categoria de Vila de Bom Conselho da Princeza – em homenagem a Isabel, filha do imperador Pedro II. Após um breve rebaixamento à categoria de Freguesia de Piancó em fevereiro de 1879, Princeza voltou a ser Vila em novembro de 1880 e, em novembro de 1921, tornou-se cidade, que desde novembro de 1938 leva o nome de Princesa Isabel.
Agência postal de Princesa Isabel, por volta de 1955 (IBGE)
Conforme consta do Relatório Postal de 1886, havia ali uma agência dos correios desde março de 1877. O único carimbo postal conhecido do século XIX é o PPB-0200b (coleção de José A. Junges):
PPB-0200b (JJ) 1891-1894Google Maps
Andere Namen: Perdição, Bom Conselho, Princesa Isabel (1938)
Der Ort lag 410 Kilometer westlich der späteren Provinzhauptstadt Paraíba do Norte (heute João Pessoa) und hieß ursprünglich Perdição („Verdammnis“). Dort wurde um 1831 die Kapelle Nossa Senhora do Bom Conselho errichtet, damals noch im Gebiet der Vila de Piancó. Im November 1875 erfolgte der Aufstieg zur Vila de Bom Conselho da Princeza – zu Ehren von Isabel, der Tochter des Kaisers Pedro II. Nach einer kurzen Herabstufung zur Freguesia von Piancó im Februar 1879 wurde Princeza im November 1880 wieder zur Vila und diese im November 1921 zur Stadt, die seit November 1938 Princesa Isabel heißt.
Postamt Princesa Isabel, ca. 1955 (IBGE)
Wie aus dem Postbericht (Relatorio Postal) für das Jahr 1886 hervorgeht, gab es dort ein Postamt seit März 1877. Der bisher einzige Poststempel im 19. Jahrhundert ist PPB-0200b (Sammlg. José A. Junges):
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia de Minas Geraes, 1849
See also: Rio Branco (RMG-2110); Villa do Prezidio (VMG-3790)
Other names: São João Baptista do Presídio, Rio Branco, Visconde do Rio Branco
The long rivalry between the neighbour towns of Visconde do Rio Branco and Ubá in southeast of Minas Gerais has historical roots. The former was originally a district of the municipality of Pomba in 1810, with the sonorous name Distrito de São João Baptista dos Índios Coropós. Eventually after that, the locality became an open prison, surrounded by woods and called S. João Baptista do Presídio, which was made a Villa in February or March 1839. Sometime later there must have been an economic decay, for in 1853 it was degraded to a district of the municipality of Ubá and therefore called Presídio de Ubá (= Ubá Prison). It recovered the old name and Villa status only in 1881, and in the following year was elevated to a town named Visconde do Rio Branco. Such measures show understandingly a wish to leave behind both names of prison and Ubá, even though José Maria da Silva Paranhos, the Viscount of Rio Branco (1819-1880), father of the famous Baron of Rio Branco, probably never visited Minas Gerais.
According to Nova Monteiro (Administrações e Agências Postaes do Brasil-Império 1798-1869), a post office was created in December 1839, but seems to have been closed by 1856, for it is absent in Guia do Correio do Brazil of 1857. A famous postal cancel from this early period was used on Bull’s Eyes and already presented by Paulo Ayres (Catálogo de Carimbos Brasil-Império, S. Paulo, 1937, 1942) with no. 1601.
However, Ayres’ image differs considerably from the original, which is presented here through a letter of 1843 from the José L. Fevereiro collection:
VMG-3790a (P. A.1601-recte JLF) 1839-1843ff
Apparently, the post office reopened only in September 1870 according to Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997). The circular postmark PMG-3615a dates from this period (Fig. Fuad Ferreira Fo.):
PMG-3615a (FF) 1879
A postmark bearing the town’s initial was also recorded by P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) under No. 1076:
BPA 4546 (P.A. 1076) 1870ff–1879
Postmarks featuring Rio Branco appeared by 1882 and can be seen under RMG-2110.
Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Veja também: Rio Branco (RMG-2110); Villa do Prezidio (VMG-3790)
Outros nomes: São João Baptista do Presídio, Rio Branco, Visconde do Rio Branco
A longa rivalidade entre as cidades vizinhas de Visconde do Rio Branco e Ubá, no sudeste de Minas Gerais, tem raízes históricas. A primeira foi desde 1810 um distrito do município de Pomba, com o sonoro nome Distrito de São João Baptista dos Índios Coropós. Um pouco mais tarde, a povoação transformou-se num presídio aberto, rodeado por matas e chamado de S. João Baptista do Presídio, que se transformou em vila em março de 1839. O tempo seguinte deve ter trazido uma forte decaída econômica, pois em 1853 a vila foi rebaixada a distrito do município de Ubá, sob a denominação Presídio de Ubá. O antigo nome e o status de vila emancipada voltaram somente em 1881, e já no ano seguinte a vila foi elevada a cidade, com o nome atual de Visconde do Rio Branco.
Estas últimas decisões políticas mostram com clareza o desejo de deixar para trás os nomes de presídio e de Ubá, mesmo se considerarmos que José Maria da Silva Paranhos, o Visconde do Rio Branco (1819-1880) e pai do famoso Barão, talvez nunca esteve na província mineira.
Segundo Nova Monteiro (Administrações e Agências Postaes do Brasil-Império 1798-1869), a agência postal local foi criada em dezembro de 1839, mas ela deve ter sido fechada antes de 1856, pois está ausente do Guia do Correio do Brazil de 1857. Um belo carimbo postal dessa época foi aplicado em Olhos-de-boi e apresentado por Paulo Ayres (Catálogo de Carimbos Brasil-Império, S. Paulo, 1937, 1942) sob número 1601.
Entretanto, a imagem apresentada por P. Ayres diverge da imagem apresentada por José L. Fevereiro numa carta de 1843:
VMG-3790a (P. A.1601-recte JLF) 1839-1843ff
Aparentemente, a agência reabriu apenas em setembro de 1870, segundo Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997). Desse período data o carimbo circular PMG-3615a (Fig. Fuad Ferreira Fo.):
PMG-3615a (FF) 1879
Um carimbo postal com a inicial da localidade também foi registrado por P. Ayres no Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) com o nº 1076:
BPA 4546 (P.A. 1076) 1870ff-1879
Os carimbos postais com a inscrição “Rio Branco” só surgiram por volta de 1882 e podem ser vistos sob RMG-2110.
Provincia de Minas Geraes, 1873
Siehe auch: Rio Branco (RMG-2110); Villa do Prezidio (VMG-3790)
Andere Namen: São João Baptista do Presídio, Rio Branco, Visconde do Rio Branco
Die lange Rivalität zwischen den Nachbarstädtchen Visconde do Rio Branco und Ubá im Südosten von Minas Gerais hat eine ebenso lange Vorgeschichte. Erstes war ursprünglich (ab 1810) ein Distrikt im Município von Pomba, mit dem wohlklingenden Namen Distrito de São João Baptista dos Índios Coropós. Irgendwann danach wurde aus der Ortschaft ein offenes Gefängnis mitten im Urwald, das sich S. João Baptista do Presídio nannte, das im Februar oder März 1839 als Villa aufgewertet wurde. Aber später soll es wirtschaftlich so weit bergab gegangen sein, dass die Villa 1853 zum Distrikt vom Nachbar Ubá degradiert wurde, unter dem – zugegeben nicht sehr schmeichelhaften – Namen Presídio de Ubá (= Ubás Gefängnis). Der Status einer Villa mit eigener Verwaltungsautonomie wurde erst 1881 wieder erlangt, und ein Jahr später war der Ort zur Stadt Visconde do Rio Branco umbenannt. Die letzten Verwaltungsakte zeigen unmissverständlich den Wunsch, die Bezeichnungen Presídio und Ubá loszuwerden, auch wenn José Maria das Silva Paranhos (1819-1880), der Vicomte von Rio Branco und Vater des berühmten Baron von Rio Branco, womöglich niemals in Minas Gerais unterwegs war.
Laut Nova Monteiro (Administrações e Agências Postaes do Brasil-Império 1798-1869) wurde ein Postamt bereits im Dezember 1839 errichtet, das gleichwohl schon vor 1856 wieder geschlossen war, da es nicht im Guia do Correio do Brazil von 1857 aufgelistet wurde. Von dieser Frühzeit ist ein einziger Stempel überliefert, der auf Ochsenaugen zu finden ist und von Paulo Ayres (Catálogo de Carimbos Brasil-Império, S. Paulo, 1937, 1942) unter Nr. 1601 registriert wurde. Dennoch zeigt die Ayres’ Abbildung erhebliche Abweichungen, wenn man sie mit dem Originalbild vergleicht, hier in einem Brief vom Jahr 1843 aus der Sammlung José L. Fevereiro:
VMG-3790a (P. A.1601-recte JLF) 1839-1843ff
Das Postamt wurde laut Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) erst im September 1870 wieder eröffnet. Aus dieser Periode stammt der Kreisstempel PMG-3615a (Abb. Fuad Ferreira Fo.):
PMG-3615a (FF) 1879
Auch ein Poststempel mit der Ortsinitiale wurde von P. Ayres (op. cit.) mit Nr. 1076 registriert:
BPA 4546 (P.A. 1076) 1870ff-1879
Poststempel mit Rio Branco erschienen erst um ca. 1882 und sind unter RMG-2110 zu sehen.
Prazeres railway station (‘Joys’ or ‘Pleasures’) was opened in February 1858 by the E. F. do Recife ao São Francisco railway company. It was situated in the Município de Recife, 15 kilometres south of the city centre. The railway line was taken over by Great Western in 1901, by Rede Ferroviária do Nordeste in 1950 and by Rede Ferroviária Federal S.A. in 1975. Since 1996, it has been operated as a metro line by METROREC (estacoesferroviarias.com.br).
Circa 1970 (photo: NN, on estacoesferroviarias.com.br)October 2021 (photo: Danilo Fr. Paulo, on Google Maps)
From May 1873, the area around the station was part of the municipality of Jaboatão, which has been known as Jaboatão dos Guararapes since May 1989.
According to reports in the Rio de Janeiro press, a decision was taken in December 1864 to establish a station post office:
Constitucional/RJ, 24 December 1864
To date, no imperial postmark from this station has been sighted.
Carta Corographica da Provincia de Pernambuco, 1880
A estação de Prazeres foi inaugurada em fevereiro de 1858 pela E. F. do Recife ao São Francisco. Ela ficava no município de Recife, a 15 quilômetros ao sul do centro da cidade. A linha ferroviária passou a ser administrada pela Great Western em 1901, pela Rede Ferroviária do Nordeste em 1950 e pela Rede Ferroviária Federal S.A. em 1975. Desde 1996, ela é operada como linha de metrô pela METROREC (estacoesferroviarias.com.br).
Por volta de 1970 (Foto: NN, em estacoesferroviarias.com.br)Em outubro de 2021 (Foto: Danilo Fr. Paulo, no Google Maps)
A área ao redor da estação pertencia, desde maio de 1873, ao município de Jaboatão, que desde maio de 1989 se chama Jaboatão dos Guararapes.
Conforme consta da imprensa do Rio de Janeiro, em dezembro de 1864 foi decidida a criação de uma agência dos correios na estação:
Constitucional/RJ, 24/12/1864
Até o momento, não foi avistado nenhum carimbo postal imperial dessa estação.
Google Maps
Der Bahnhof Prazeres („Freuden“ oder „Vergnügen“) wurde im Februar 1858 von der Eisenbahngesellschaft E. F. do Recife ao São Francisco eröffnet. Er lag im Município de Recife, 15 Kilometer südlich der Stadtmitte. Die Bahnlinie wechselte 1901 zu Great Western, 1950 zur Rede Ferroviária do Nordeste und 1975 zur Rede Ferroviária Federal S. A. Seit 1996 wird sie als U-Bahnlinie der METROREC betrieben (estacoesferroviarias.com.br).
Ca. 1970 (Foto NN, auf estacoesferroviarias.com.br)Im Oktober 2021 (Foto Danilo Fr. Paulo, auf Google Maps)
Das Areal um den Bahnhof lag ab Mai 1873 im Município de Jaboatão, der seit Mai 1989 Jaboatão dos Guararapes heißt.
Wie aus der Presse in Rio de Janeiro hervorgeht, wurde im Dezember 1864 die Einrichtung eines Bahnhofspostamts beschlossen:
Constitucional/RJ, 24.12.1864
Bisher wurde kein kaiserlicher Poststempel von diesem Bahnhof gesehen.
From May 1853, Pratinha (meaning ‘little silver coin’) was a district of the Município de Araxá, situated 420 kilometres west of the provincial capital, Ouro Preto. In October 1871, it became the Freguesia de Santo Antônio da Pratinha. Following the Republican coup, the town became a district of the then newly established municipality of Ibiá in September 1923, before transferring to the municipality of Campos Altos in December 1943. Pratinha has been an independent municipality since December 1948.
According to reports in the Rio de Janeiro press, the creation of the local post office took place in January 1882.
Jornal do Commercio/RJ, 11 January 1882
The Postal Report (Relatório Postal) for the year 1886 mentions February of that same year, which could correspond to the opening of the post office. The imperial postmark is PMG-2060a (José A. Junges collection):
PMG-2060a (JJ) 1888–1896Mapa Geral do Brasil, 1911
Pratinha era, desde maio de 1853, um distrito do município de Araxá, localizado a 420 quilômetros a oeste da capital provincial, Ouro Preto. Em outubro de 1871, tornou-se a Freguesia de Santo Antônio da Pratinha. Após o golpe republicano, em setembro de 1923, a localidade passou a ser distrito do então recém-criado município de Ibiá e, em dezembro de 1943, foi transferida para o município de Campos Altos. Desde dezembro de 1948, Pratinha é um município autônomo.
Conforme consta na imprensa do Rio de Janeiro, a criação da agência local dos correios deu-se em janeiro de 1882.
Jornal do Comércio/RJ, 11/01/1882
O Relatório Postal do ano de 1886 menciona o mês de fevereiro daquele mesmo ano, o que poderia corresponder ao início das atividades da agência. O carimbo postal imperial é o PMG-2060a (coleção de José A. Junges):
PMG-2060a (JJ) 1888-1896Google Maps
Pratinha (zu Deutsch „Kleines Silberstück”) war ab Mai 1853 ein Distrikt des Município de Araxá, das 420 Kilometer westlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto lag. Im Oktober 1871 wurde er zur Freguesia de Sto. Antonio da Pratinha. Nach dem Republikputsch wurde der Ort im September 1923 zum Distrikt des damals neu gegründeten Munizips Ibiá und wechselte im Dezember 1943 zum Munizip Campos Altos. Seit Dezember 1948 ist Pratinha eine eigenständige Gemeinde.
Wie aus der Presse in Rio de Janeiro hervorgeht, wurde die Einrichtung eines Postamts in Pratinha im Januar 1882 beschlossen.
Jornal do Commercio/RJ, 11.01.1882
Der Postbericht (Relatorio Postal) für das Jahr 1886 nennt den Februar desselben Jahres, was der Inbetriebnahme der Agentur entsprechen könnte. Der kaiserliche Poststempel ist PMG-2060a (Sammlg. José A. Junges):
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia de Minas Geraes, 1849
Other names: N. Sra. do Monte do Carmo, Carmo de Morrinhos
See also Prata (Freguesia), Minas Gerais (PMG-2056)
The settlement has been recorded since February 1811 as the chapel of Nossa Senhora do Monte do Carmo. It belonged to the Vila de Uberaba and was situated more than 700 kilometres west of what would later become the provincial capital, Ouro Preto. In March 1840, the settlement became the Freguesia de Nossa Senhora do Carmo de Morrinhos; in April 1854, it was elevated to the status of Vila de Prata; and since November 1873, it has been a town.
As can be seen from the minutes of the Imperial Ministry, the local post office was created in December 1859:
Expediente do Ministério do Império
Nova Monteiro, however, writes in Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934–5; Reprint SPP 1994–1999) that this took place the following January, which may correspond to the agency’s start of operations. The oldest postmark is PMG-2055a, which was assigned No. 1423 by P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942):
PMG-2055a (P.A. 1423) 1859ff–1866ff
In the 1880s, two circular postmarks followed: PMG-2055b (José A Junges collection) and PMG-2055c (image from the internet):
PMG-2055b (JJ) 1883PMG-2055c (SB) 1885–1890Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Outros nomes: Nossa Senhora do Monte do Carmo, Carmo de Morrinhos
Veja também Prata (Freguesia), Minas Gerais (PMG-2056)
O local é registrado desde fevereiro de 1811 como Capela de Nossa Senhora do Monte do Carmo. Pertencia à Vila de Uberaba e ficava a mais de 700 quilômetros a oeste da futura capital provincial, Ouro Preto. Em março de 1840, o local tornou-se a Freguesia de Nossa Senhora do Carmo de Morrinhos; em abril de 1854, foi elevado à condição de Vila de Prata e, desde novembro de 1873, é uma cidade.
Conforme consta da ata do Ministério do Império, a criação da agência postal local foi decidida em dezembro de 1859:
Expediente do Ministério do Império
Nova Monteiro, no entanto, escreve em Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934-5; Reimpressão SPP 1994-1999) que isso ocorreu no mês de janeiro seguinte, o que pode corresponder ao início das atividades da agência. O carimbo postal mais antigo é o PMG-2055a, que recebeu o nº 1423 de P. Ayres no Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942):
PMG-2055a (P.A. 1423) 1859ff – 1866ff
Na década de 1880, surgiram dois carimbos circulares: PMG-2055b (coleção de José A. Junges) e PMG-2055c (imagem da internet):
PMG-2055b (JJ) 1883PMG-2055c (SB) 1885-1890Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892
Andere Namen: N. Sra. do Monte do Carmo, Carmo de Morrinhos
Siehe auch Prata (Freguesia), Minas Gerais (PMG-2056)
Der Ort ist seit Februar 1811 als Kapelle Nossa Senhora do Monte do Carmo überliefert. Sie gehörte zur Vila de Uberaba und lag mehr als 700 Kilometer westlich der späteren Provinzhauptstadt Ouro Preto. Im März 1840 wurde der Ort zur Freguesia de Nossa Senhora do Carmo de Morrinhos, im April 1854 erfolgte die Erhebung zur Vila de Prata und seit November 1873 ist diese eine Stadt.
Wie aus dem Protokoll des Imperialministeriums hervorgeht, wurde die Einrichtung des Postamts vor Ort im Dezember 1859 beschlossen:
Expediente do Ministerio do Imperio
Nova Monteiro schreibt jedoch in Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) den folgenden Januar dafür, was eventuell der Inbetriebnahme der Agentur entsprechen kann. Der älteste Poststempel ist PMG-2055a , der von P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942) die Nr. 1423 erhielt:
PMG-2055a (P.A. 1423) 1859ff-1866ff
In den 1880er Jahren folgten zwei Kreisstempel: PMG-2055b (Sammlg. José A Junges) und PMG-2055c (Abb. aus dem Internet):
This is a newly discovered post office. This locality was known as both Prata and Pratinha. This led to confusion with the places of the same name in the imperial province of Minas Gerais. From July 1868, it was known as the Freguesia da Pratinha, which belonged to the Município de São Sebastião do Paraíso and was situated near the western bank of the Rio Sant’Anna, 470 kilometres west of the provincial capital, Ouro Preto. In December 1874, the name was changed to Freguesia do Espírito Santo da Prata; however, as the old place name Pratinha continued to be used, the situation remained confusing until December 1938, when the Freguesia became the Distrito de Pratápolis. Thus, there are and have been places named Prata, Pratinha and Pratápolis in Minas Gerais. The latter has been an independent municipality since December 1943.
As reported by the press in Rio de Janeiro, there had been a post office there since November 1881:
Jornal do Commercio/RJ, 12 November 1881
To date, no imperial postmark from the Freguesia do Prata has been found.
Arthur D. Ribeiro: Estado de São Paulo, 1924
Outros nomes: Pratinha, Pratápolis (1938)
Veja também Prata (PMG-2055), Pratinha (PMG-2060)
Trata-se aqui de uma nova descoberta. Este local já foi chamado tanto de Prata quanto de Pratinha. Isso gerou confusões com as localidades de mesmo nome na província imperial de Minas Gerais. A partir de julho de 1868, passou a ser a Freguesia da Pratinha, que pertencia ao Município de São Sebastião do Paraíso e ficava próxima à margem oeste do Rio Sant’Anna, 470 quilômetros a oeste da capital provincial, Ouro Preto. Em dezembro de 1874, o nome foi alterado para Freguesia do Espírito Santo da Prata; no entanto, como o antigo nome local, Pratinha, continuava sendo usado, a situação permaneceu confusa até dezembro de 1938, quando a freguesia passou a ser o Distrito de Pratápolis. Assim, em Minas Gerais, existem e sempre existiram Prata, Pratinha e Pratápolis. Esta última é, desde dezembro de 1943, um município independente.
Conforme divulgado pela imprensa do Rio de Janeiro, havia ali uma agência dos correios desde novembro de 1881:
Jornal do Comércio/RJ, 12/11/1881
Até o momento, não foi encontrado nenhum carimbo postal imperial da Freguesia do Prata.
Google Maps
Andere Namen: Pratinha, Pratápolis (1938)
Siehe auch Prata (PMG-2055), Pratinha (PMG-2060)
Hier haben wir es mit einer Neuentdeckung zu tun. Dieser Ort hieß sowohl Prata als auch Pratinha. Das führte zu Verwechslungen mit den gleichnamigen Ortschaften in der kaiserlichen Provinz Minas Gerais. Ab Juli 1868 war er die Freguesia da Pratinha, die zum Município de São Sebastião do Paraíso gehörte und nahe dem Westufer des Rio Sant’Anna lag, 470 Kilometer westlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto. Im Dezember 1874 wurde der Name zwar zu Freguesia do Espírito Santo da Prata geändert, da der alte Ortsname Pratinha jedoch nach wie vor verwendet wurde, blieb die Lage bis Dezember 1938 verworren, als aus der Freguesia der Distrito de Pratápolis wurde. Somit gibt und gab es in Minas Gerais Prata, Pratinha und Pratápolis. Letzteres ist seit Dezember 1943 ein eigenständiger Município.
Wie die Presse aus Rio de Janeiro bekannt gab, gab es dort seit November 1881 ein Postamt:
Jornal do Commercio/RJ, 12.11.1881
Bisher wurde kein kaiserlicher Poststempel aus der Freguesia do Prata gefunden.
Originally, this was a fazenda belonging to the Frenchman Pierre Laragnoit on the south bank of the São Lourenço (now Lourencinho), 140 km south-west of the provincial capital, São Paulo. In April 1872, it was elevated to the status of Freguesia de Nossa Senhora das Dores da Prainha and renamed Município de Prainha in November 1938. Since November 1944, the town has been known as Miracatu. The term, which originates from the Tupi-Guaraní language, means ‘good people’.
According to the regional press, the local post office was created in April 1880:
Jornal da Tarde, 22 April 1880
The only postmark from the 19th century to date is PSP-1035a (fig. Koester, in Carimbologia XXXII, a poor image). However, Koester believed that this postmark belonged to Prainha in Rio de Janeiro (PMN-2620, post office already closed in 1898), as he apparently was not familiar with Prainha in São Paulo.
PSP-1035a (RK) 1898Carta Postal de São Paulo, 1880
Outros nomes: Miracatu (1944)
Veja também Porto da Prainha (PSP-0975)
Originalmente, tratava-se de uma fazenda do francês Pierre Laragnoit, localizada na margem sul do rio São Lourenço (hoje Lourencinho), a 140 km a sudoeste da capital provincial, São Paulo. Em abril de 1872, foi elevada à condição de Freguesia de Nossa Senhora das Dores da Prainha e, em novembro de 1938, renomeada como Município de Prainha. Desde novembro de 1944, o local leva o nome de Miracatu. O termo, de origem tupi-guarani, significa “povo bom”.
Conforme consta na imprensa regional, em abril de 1880 foi criada uma agência dos correios no local:
Jornal da Tarde, 22/04/1880
O único carimbo postal conhecido do século XIX é o PSP-1035a (fig. Koester, em Carimbologia XXXII, imagem de má qualidade). Koester, no entanto, acreditava que esse carimbo pertencia a Prainha, no Rio de Janeiro (PMN-2620, agência já fechada em 1898), pois aparentemente não conhecia a Prainha em São Paulo.
PSP-1035a (RK) 1898Provincia de São Paulo, 1886
Andere Namen: Miracatu (1944)
Siehe auch Porto da Prainha (PSP-0975)
Ursprünglich war dies eine Fazenda des Franzosen Pierre Laragnoit am Südufer des São Luorenço (heute Lourencinho), 140 km südwestlich der Provinzhauptstadt São Paulo. Im April 1872 wurde sie zur Freguesia de Nossa Senhora das Dores da Prainha erhoben und im November 1938 in Município de Prainha umbenannt. Seit November 1944 trägt der Ort den Namen Miracatu. Der aus dem Tupi-Guaraní stammende Begriff bedeutet „Gutes Volk“.
Wie aus der regionalen Presse hervorgeht, wurde im April 1880 die Einrichtung eines lokalen Postamts beschlossen:
Jornal da Tarde, 22.04.1880
Der bisher einzige Poststempel im 19. Jahrhundert ist PSP-1035a (Abb. Koester, in Carimbologia XXXII, leider schlechte Bildqualität). Koester glaubte jedoch, dass dieser Stempel zu Prainha in Rio de Janeiro gehörte (PMN-2620, Postamt 1898 bereits geschlossen), da er Prainha in São Paulo scheinbar nicht kannte.
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das Provincias do Grão Pará e Alto Amazonas, 1850
Other names: Outeiro
This locality on the north bank of the Amazon was originally called Outeiro (hill) and was situated 550 kilometres as the crow flies west of Belém, the provincial capital of Pará. Today, this distance is covered by boat in 920 km and by car in over 1,400 km. As early as 1758, the town was known as Freguesia de N. Sra. da Graça de Prainha and belonged to the Vila de Monte Alegre. Prainha was designated a Vila in August 1869, but lost this status in December 1930 and became a Distrito within the Município de Monte Alegre. Since October 1935, Prainha has once again been an independent municipality.
Nova Monteiro writes in Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934–5; reprinted by SPP 1994–1999) that the local post office was created in April 1853. This is confirmed by the report from the Imperial Ministry:
Relatório do Ministério do Império, 1853
The oldest postmark found to date is PPA-0210b (José A. Junges collection). However, this is likely to belong to the republican era:
PPA-0210b (JJ) 1906Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Outros nomes: Outeiro
Este local, situado na margem norte do rio Amazonas, chamava-se originalmente Outeiro e ficava a 550 quilômetros em linha reta a oeste de Belém, capital do estado do Pará. Hoje, essa distância é percorrida de barco em 920 km e de carro em mais de 1.400 km. Já em 1758, o local levava o nome de Freguesia de Nossa Senhora da Graça de Prainha e pertencia à Vila de Monte Alegre. Prainha foi elevada à categoria de vila em agosto de 1869, mas perdeu esse status em dezembro de 1930, passando a ser um distrito do município de Monte Alegre. Desde outubro de 1935, Prainha é novamente um município autônomo.
Nova Monteiro escreve em Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934-5; reimpressão SPP 1994-1999) que, em abril de 1853, foi criada a agência postal local. Isso é confirmado pelo relatório do Ministério do Império:
Relatório do Ministério do Império, 1853
O carimbo postal mais antigo encontrado até o momento é o PPA-0210b (coleção de José A. Junges). No entanto, este provavelmente já é da época republicana:
PPA-0210b (JJ) 1906Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892
Andere Namen: Outeiro
Dieser Ort am Nordufer des Amazonas hieß ursprünglich Outeiro (Hügel) und lag 550 Kilometer Luftlinie westlich von Belém, der Provinzhauptstadt Pará. Diese Strecke legt man heute mit dem Schiff in 920 km und mit dem Auto in über 1.400 km zurück. Bereits im Jahr 1758 trug der Ort den Namen Freguesia de N. Sra. da Graça de Prainha und gehörte zur Vila de Monte Alegre. Prainha wurde im August 1869 zur Vila ernannt, verlor jedoch im Dezember 1930 diesen Status und wurde ein Distrito im Município de Monte Alegre. Seit Oktober 1935 ist Prainha wieder ein eigenständiger Município.
Nova Monteiro schreibt in Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999), dass im April 1853 das örtliche Postamt ins Leben gerufen wurde. Das wird durch den Bericht des Imperialministeriums bestätigt:
Relatorio do Ministerio do Imperio, 1853
Der bisher älteste Poststempel ist PPA-0210b (Sammlg. José A. Junges). Dieser dürfte allerdings bereits republikanisch sein:
Despite its name (Estação Postal), Prainha was not a railway station, but a small post office on the pier at what is now Praça Mauá in the centre of Rio de Janeiro. From there, ships carrying passengers, cargo and also post sailed through Guanabara Bay to Porto Mauá, where a connecting train to Petrópolis was waiting.
This connection between Rio de Janeiro and the summer resort town of Petrópolis was very cumbersome and lost its appeal with the development of the province’s railway lines. The station post office was opened around 1868 and closed again after 1870, as reported by P. Novaes on agenciaspostais.com.br. The only postmark found to date is PMN-2620a (illustration by Felipe Piccinini):
PMN-2620a (FP) 1868ff–1870ff
Three mute postmarks have also been found, shown here in illustrations by Felipe Piccinini, Fuad Ferreira Fo. and Jacques Benchimol.
1868ff (FP)1868ff (FF)1869 (JB)Largo da Prainha, 1858 (agenciaspostais.com.br)
Outros nomes: Praça Mauá
Apesar do nome (Estação Postal), a Prainha não era uma estação ferroviária, mas sim uma pequena agência dos correios localizada no cais da atual Praça Mauá, no centro do Rio de Janeiro. De lá, os navios partiam com passageiros, carga e também correspondência pela Baía de Guanabara até o Porto Mauá, onde um trem de conexão para Petrópolis aguardava.
Essa conexão entre o Rio de Janeiro e a cidade de veraneio de Petrópolis era muito complicada e perdeu sua atratividade com o desenvolvimento das linhas ferroviárias da província. A agência postal da estação foi inaugurada por volta de 1868 e fechada novamente após 1870, conforme informa P. Novaes no site agenciaspostais.com.br. O único carimbo postal encontrado até o momento é o PMN-2620a (ilustração de Felipe Piccinini):
PMN-2620a (FP) 1868ff – 1870ff
Também foram encontrados três carimbos mudos, aqui ilustrados por Felipe Piccinini, Fuad Ferreira Fo. e Jacques Benchimol.
1868ff (FP)1868ff (FF)1869 (JB)Mapa da Prainha, 1902 (agenciaspostais.com.br)
Andere Namen: Praça Mauá
Trotz des Namens (Estação Postal) war Prainha kein Bahnhof, sondern eine kleine Poststelle am Pier des heutigen Mauá-Platzes (Praça Mauá) in der Stadtmitte von Rio de Janeiro. Von dort fuhren die Schiffe mit Fahrgästen, Fracht und auch Post durch die Guanabara-Bucht bis zum Porto Mauá, wo ein Anschlusszug nach Petrópolis wartete.
Diese Verbindung zwischen Rio de Janeiro und der Sommerresidenzstadt Petrópolis war sehr umständlich und verlor ihre Attraktivität mit der Entwicklung der Eisenbahnlinien der Provinz. Das Stationspostamt wurde ca. 1868 und nach 1870 wieder geschlossen, wie P. Novaes in agenciaspostais.com.br informiert. Der bisher einzige Poststempel ist PMN-2620a (Abb. Felipe Piccinini):
PMN-2620a (FP) 1868ff-1870ff
Auch drei stumme Stempel wurden gefunden, hier in Abbildungen von Felipe Piccinini, Fuad Ferreira Fo. und Jacques Benchimol.
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia do Rio de Janeiro, 1850
Other names: Vila Real da Praia Grande, Niterói
The Freguesia da Praia Grande existed since 1696, belonged to the city of Rio de Janeiro and was located on the eastern side of Guanabara Bay, 20 kilometres east of the capital. In May 1819, it became Vila Real da Praia Grande (Royal Town on the Long Beach) and in March 1835, it became the city of Niterói, which became the capital of the province of Rio de Janeiro.
According to Nova Monteiro in Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; reprinted by SPP 1994–1999), there had been a post office there since April 1829.
The first postmark, PRJ-1315a, still bore the place name Praia Grande and was recorded in the RHM catalogue under P-RJ-27.
PRJ-1315a (RHM P-RJ-27) 1829–1835
The following postmarks can be found under Nictheroy (NRJ-1110).
Colton & Colton: Provincia do Rio de Janeiro, 1866
Outros nomes: Vila Real da Praia Grande, Niterói
A Freguesia da Praia Grande existia desde 1696, pertencia à cidade do Rio de Janeiro e ficava na entrada leste da Baía de Guanabara, 20 quilômetros a leste da capital. Em maio de 1819, tornou-se Vila Real da Praia Grande e, em março de 1835, a cidade de Niterói, que se tornou a capital da província do Rio de Janeiro.
De acordo com Nova Monteiro, em Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934–1935; reimpressão SPP 1994–1999), havia uma agência dos correios no local desde abril de 1829.
O primeiro carimbo postal PRJ-1315a ainda trazia o nome do local Praia Grande e foi registrado no catálogo RHM sob P-RJ-27.
PRJ-1315a (RHM P-RJ-27) 1829–1835
Os carimbos a seguir podem ser encontrados em Nictheroy (NRJ-1110).
Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Andere Namen: Vila Real da Praia Grande, Niterói
Die Freguesia da Praia Grande bestand seit 1696, gehörte zur Stadt Rio de Janeiro und lag an der Ostseite der Guanabara-Bucht, 20 Kilometer östlich der Hauptstadt. Im Mai 1819 wurde sie zur Vila Real da Praia Grande (Königliche Vila am Langen Strand) und im März 1835 zur Stadt Niterói, die die Hauptstadt der Provinz Rio de Janeiro wurde.
Laut Nova Monteiro in Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; Nachdruck SPP 1994–1999) gab es dort seit April 1829 ein Postamt.
Der erste Poststempel PRJ-1315a trug noch den Ortsnamen Praia Grande und wurde im RHM-Katalog unter P-RJ-27 erfasst.
PRJ-1315a (RHM P-RJ-27) 1829–1835
Die folgenden Stempel sind unter Nictheroy (NRJ-1110) zu finden.