Originally, this place was a parish of the municipality of Passagem Franca, situated on the eastern bank of the Itapecuru River, 450 kilometres south of the provincial capital, São Luís do Maranhão. In August 1870, it became the Vila Picos, which was granted town status in April 1891 and has been known as the municipality of Colinas since December 1943.
Picos Post Office, c. 1971 (Photo: IBGE).
As reported by the regional press, the Pastos Bons Post Office (PMA-0180) was due to be relocated to Picos in 1871.
Publicador Maranhense, 04/12/1871
Apparently, the relocation did not take place until May 1874, as indicated in the Postal Report (Relatório Postal) for the year 1886. To date, no imperial postmark has been identified with certainty for this locality.
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892
Outros nomes: Colinas (1943)
Originalmente, este local era uma freguesia da Vila de Passagem Franca, situada na margem leste do rio Itapecuru, 450 quilômetros ao sul da capital provincial, São Luís do Maranhão. Em agosto de 1870, tornou-se a Vila de Picos, que em abril de 1891 foi elevada à categoria de cidade e, desde dezembro de 1943, é conhecida como Município de Colinas.
Agência dos Correios de Picos, por volta de 1971 (Foto: IBGE).
Conforme noticiado pela imprensa regional, a agência dos Correios de Pastos Bons (PMA-0180) deveria ser transferida para Picos no ano de 1871.
Publicador Maranhense, 04/12/1871
A transferência, aparentemente, só ocorreu em maio de 1874, conforme consta no Relatório Postal de 1886. Até o momento, não foi possível identificar com certeza nenhum carimbo postal imperial para essa localidade.
Google Maps
Andere Namen: Colinas (1943)
Ursprünglich war dieser Ort eine Freguesia der Vila de Passagem Franca, die am Ostufer des Itapecuru lag, 450 Kilometer südlich der Provinzhauptstadt São Luís do Maranhão. Im August 1870 wurde sie zur Vila de Picos, die im April 1891 zur Stadt ernannt wurde und seit Dezember 1943 Municipio de Colinas heißt.
Postamt Picos, um 1971 (Foto: IBGE).
Wie die regionale Presse meldete, sollte das Postamt Pastos Bons (PMA-0180) im Jahr 1871 nach Picos verlegt werden.
Publicador Maranhense, 04.12.1871
Die Verlegung fand scheinbar erst im Mai 1874 statt, wie aus dem Postbericht (Relatorio Postal) für das Jahr 1886 hervorgeht. Bisher konnte kein kaiserlicher Poststempel mit Sicherheit für diese Ortschaft identifiziert werden.
Bellegard-Niemeyer: Carta Corographica da Provincia do Rio de Janeiro, 1867
Other names: São Bento da Gramma, São Joaquim da Gramma, Fazenda da Grama (2004)
Even before 1877, the Fazenda da Gramma belonging to the ‘Coffee King’ Joaquim José de Sousa Breves (c. 1804–1889) stood on this site in the Município de Rio Claro, 120 km west of the capital, Rio de Janeiro.
J.J. de Sousa Breves (geni.com)
In 1877, he had a chapel built and donated a surrounding plot of land to the church. Soon afterwards, the press reported the establishment of a local post office.
Jornal do Commercio, 3 June 1877
The settlement that grew up there was originally named Picada dos Indios (Indians’ Forest Path). In July 1892, it was renamed São Bento da Gramma and in 1896 São Joaquim da Gramma (see agenciaspostais.com.br). The post office is still in operation today under the name Fazenda da Grama. A photograph from 1911 shows the chapel with the post office (left):
agenciaspostais.com.br
Today, however, the small church has fallen into ruin.
March 2026 (Photo: Marcelo Ferreira, on Google Maps)
The oldest postmark to date is PRJ-1250a, which was assigned No. 1398 in P. Ayres’ Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942):
PRJ-1250a (P.A. 1398) 1877ff
This was followed by the circular postmark PRJ-1250b, of which only one illustration by R. Koester (Carimbologia XXXI) is currently known:
PRJ-1250b (RK)
Koester also reports on a handwritten cancellation on a stamp from 1878.
Almanak Laemmert, 1892
Outros nomes: São Bento da Gramma, São Joaquim da Gramma, Fazenda da Grama (2004)
Já antes de 1877, no município de Rio Claro, 120 km a oeste da capital Rio de Janeiro, havia neste local a Fazenda da Gramma do “Rei do Café” Joaquim José de Sousa Breves (ca. 1804-1889).
J.J. de Sousa Breves (geni.com)
Este mandou construir uma capela em 1877 e doou à igreja um terreno ao redor. Logo em seguida, a imprensa noticiou a instalação de uma agência dos correios por lá.
Jornal do Comércio, 03/06/1877
O povoado que ali surgiu levava originalmente o nome de Picada dos Índios. Em julho de 1892, foi renomeado para São Bento da Gramma e, em 1896, para São Joaquim da Gramma (cf. agenciaspostais.com.br). A agência dos correios ainda hoje funciona sob o nome Fazenda da Grama. Uma foto de 1911 mostra a capela com a agência postal (à esquerda):
agenciaspostais.com.br
Hoje, porém, a pequena igreja está em ruínas.
Em março de 2026 (Foto: Marcelo Ferreira, no Google Maps)
O carimbo postal mais antigo até o momento é o PRJ-1250a, que recebeu o nº 1398 no Catálogo de Carimbos Brasil-Império de P. Ayres (S. Paulo, 1937, 1942):
PRJ-1250a (P.A. 1398) 1877ff
Seguiu-se o carimbo circular PRJ-1250b, do qual se conhece até o momento apenas uma ilustração de R. Koester (Carimbologia XXXI):
PRJ-1250b (RK)
Koester também relata uma obliteração manuscrita em um selo postal do ano de 1878.
agenciaspostais.com.br
Andere Namen: São Bento da Gramma, São Joaquim da Gramma, Fazenda da Grama (2004)
Bereits vor 1877 lag im Município de Rio Claro, 120 km westlich der Hauptstadt Rio de Janeiro, an dieser Stelle die Fazenda da Gramma des „Kaffeekönigs“ Joaquim José de Sousa Breves (ca.1804-1889).
J.J. de Sousa Breves (geni.com)
Dieser ließ 1877 eine Kapelle errichten und schenkte der Kirche ein umliegendes Stück Land. Bald darauf meldete die Presse die Einrichtung eines Postamts vor Ort.
Jornal do Commercio, 03.06.1877
Die dort entstandene Siedlung trug ursprünglich den Namen Picada dos Indios (Waldweg der Indianer). Im Juli 1892 wurde sie zu São Bento da Gramma und 1896 zu São Joaquim da Gramma umbenannt (vgl. agenciaspostais.com.br). Das Postamt ist noch heute unter Fazenda da Grama in Betrieb. Ein Bild vom Jahr 1911 zeigt die Kapelle mit Postamt (links):
agenciaspostais.com.br
Heute jedoch ist die kleine Kirche eine Ruine geworden.
Im März 2026 (Foto: Marcelo Ferreira, auf Google Maps)
Der bisher älteste Poststempel ist PRJ-1250a, der in P. Ayres‘ Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) die Nr. 1398 erhielt:
PRJ-1250a (P.A. 1398) 1877ff
Es folgte der Kreisstempel PRJ-1250b, von dem bisher nur eine Abbildung von R. Koester (Carimbologia XXXI) bekannt ist:
PRJ-1250b (RK)
Koester berichtet auch über eine handschriftliche Entwertung auf einer Briefmarke vom Jahr 1878.
At the beginning of the 19th century, this settlement was a district of Vila de Barbacena and was situated on the eastern bank of the Piau, 240 kilometres south of the provincial capital, Ouro Preto. In 1846, the district was transferred to Vila de Pomba; in May 1850 to Vila de São João Nepomuceno; and in August 1864 to Vila de Santo Antônio do Paraíba (which was renamed Juiz de Fora a year later). In June 1868, Piau returned to Vila de São João Nepomuceno as the Freguesia de Divino Espírito Santo do Piau. In August 1870, this parish then transferred to Vila do Rio Novo. Since December 1953, Piau has been an independent municipality. The indigenous name refers to a popular edible fish from the Anostomidae family.
Leporinus obtusidens (CC BY-SA 2.5)
As indicated in the Postal Report (Relatório Postal) for the year 1886, there had been a post office there since January 1872. Initially, stamps were cancelled by hand, as shown by the examples from philatelists Fuad Ferreira Fo. and José Renato C. de Souza.
1872ff (FF)
The oldest postmark to date is PMG-1905a (José A. Junges collection)
PMG-1905a (JJ) 1885ff-1888
This was followed by PMG-1905b (José A. Junges collection):
PMG-1905b (JJ) 1887–1899Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Outra grafia: Piau
No início do século XIX, esta localidade era um distrito da Vila de Barbacena e situava-se na margem leste do rio Piau, 240 quilômetros ao sul da capital provincial, Ouro Preto. Em 1846, o distrito passou a pertencer à Vila de Pomba; em maio de 1850, à Vila de São João Nepomuceno; e, em agosto de 1864, à Vila de Santo Antônio do Paraíba (que, um ano depois, passou a se chamar Juiz de Fora). Em junho de 1868, Piau voltou a pertencer à Vila de São João Nepomuceno como Freguesia de Divino Espírito Santo do Piau. Em agosto de 1870, essa freguesia passou a pertencer à Vila do Rio Novo. Desde dezembro de 1953, Piau é um município independente. O nome indígena refere-se a um peixe comestível muito apreciado da família dos Anostomidae.
Leporinus obtusidens (CC BY-SA 2.5)
Conforme consta do Relatório Postal de 1886, havia ali uma agência dos correios desde janeiro de 1872. No início, os selos eram carimbados à mão, como mostram os exemplares dos filatelistas Fuad Ferreira Fo. e José Renato C. de Souza.
1872ff (FF)1875 (JR)
O carimbo postal mais antigo até o momento é o PMG-1905a (Coleção José A. Junges)
PMG-1905a (JJ) 1885ff-1888
Seguiu-se o PMG-1905b (coleção de José A. Junges):
PMG-1905b (JJ) 1887-1899Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892
Andere Schreibweise: Piau
Diese Ortschaft war zu Beginn des 19. Jahrhunderts ein Distrikt der Vila de Barbacena und lag am Ostufer des Piau, 240 Kilometer südlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto. 1846 wechselte der Distrikt zur Vila de Pomba, im Mai 1850 zur Vila de São João Nepomuceno und im August 1864 zur Vila de Santo Antônio do Paraíba (die ein Jahr später Juiz de Fora hieß). Im Juni 1868 kehrte Piau als Freguesia de Divino Espírito Santo do Piau zur Vila de São João Nepomuceno zurück. Im August 1870 wechselte diese Freguesia dann zur Vila do Rio Novo. Seit Dezember 1953 ist Piau ein eigenständiger Município. Der indigene Name bezeichnet einen beliebten Speisefisch aus der Familie der Anostomidae.
Leporinus obtusidens (CC BY-SA 2.5)
Wie aus dem Postbericht (Relatorio Postal) für das Jahr 1886 hervorgeht, gab es dort seit Januar 1872 ein Postamt. Zu Beginn wurden die Briefmarken von Hand entwertet, wie die Beispiele der Philatelisten Fuad Ferreira Fo. und José Renato C. de Souza zeigen.
1872ff (FF)1875 (JR)
Der bisher älteste Poststempel ist PMG-1905a (Sammlg. José A. Junges)
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das Provincias de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, 1848
Alternative spelling: Piaçabuçu
The Chapel of São Francisco de Borja was built around 1665 on the north bank of the São Francisco River, 140 km south-west of what would later become the provincial capital, Maceió. The settlement that subsequently developed became the parish of Vila de Penedo in July 1859. Piaçabuçu has been an independent town since May 1882. The name derives from the Tupi language and means ‘Big Palm’.
As Aldo Cardoso writes in Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969), there has been a post office there since July 1869. The only imperial postmark to date is the double-circle PAL-0150b (collection of José A. Junges):
PAL-0150b (JJ) 1886–1890Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Outra grafia: Piaçabuçu
A capela de São Francisco de Borja foi erguida por volta de 1665 na margem norte do rio São Francisco, 140 km a sudoeste da futura capital provincial, Maceió. O povoado que surgiu em torno dela tornou-se, em julho de 1859, a Freguesia da Vila de Penedo. Desde maio de 1882, Piaçabuçu é uma vila autônoma. O nome tem origem na língua tupi e significa “Grande Palmeira”.
Conforme escreve Aldo Cardoso em Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969), havia ali uma agência dos Correios desde julho de 1869. O único carimbo postal imperial registrado até o momento é o de duplo círculo PAL-0150b (Coleção José A. Junges):
PAL-0150b (JJ) 1886-1890Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892
Andere Schreibweise: Piaçabuçu
Die Kapelle São Francisco de Borja wurde um 1665 am Nordufer des São Francisco, 140 km südwestlich der späteren Provinzhauptstadt Maceió, errichtet. Die daraufhin entstandene Siedlung wurde im Juli 1859 zur Freguesia der Vila de Penedo. Seit Mai 1882 ist Piaçabuçu eine eigenständige Vila. Der Name stammt aus der Sprache der Tupi und bedeutet „Große Palme”.
Wie Aldo Cardoso in Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969) schreibt, gab es dort ein Postamt seit Juli 1869. Der bisher einzige kaiserliche Poststempel ist der Doppelkreis PAL-0150b (Sammlg. José A. Junges):
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das provincias do Rio Grande do Norte e Parahiba, 1848
Other names: São José do Panati
The settlement was originally the Cariri Indian village of São José do Panati, situated on the eastern bank of the Piancó River, 380 km west of what would later become the provincial capital, Parahyba do Norte (now João Pessoa). At the beginning of the 19th century, it became the Freguesia de Santo Antonio de Piancó, which was elevated to the status of a Vila in December 1831 and finally became a town in November 1933.
As stated in the Postal Report (Relatorio Postal) for the year 1886, there had been a post office there since July 1833. However, according to a ministerial protocol, this was closed in 1850.
Relatório da Repartição dos Negócios do Império, 1850
We do not know when the post office reopened, but a postmaster was appointed there as early as June 1851, as reported by the regional press:
Governista Parahybano, 18 June 1851
The only postmark from the 19th century known to date is PPB-0180c (José A. Junges collection):
PPB-0180c (JJ) 1887–1896Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Outros nomes: São José do Panati
O povoado era originalmente a aldeia indígena cariri de São José do Panati, situada na margem leste do rio Piancó, 380 km a oeste da futura capital provincial Parahyba do Norte (hoje João Pessoa). No início do século XIX, tornou-se a Freguesia de Santo Antônio de Piancó, que em dezembro de 1831 passou a ser Vila e, finalmente, em novembro de 1933, tornou-se cidade.
Conforme consta do Relatório Postal de 1886, havia ali uma agência dos correios desde julho de 1833. No entanto, de acordo com o protocolo ministerial, esta foi fechada em 1850.
Relatório da Repartição dos Negócios do Império, 1850
Não sabemos quando a agência postal foi reaberta, mas já em junho de 1851 foi nomeado um agente postal para o local, conforme noticiou a imprensa regional:
Governista Parahybano, 18/06/1851
O único carimbo postal do século XIX até o momento é o PPB-0180c (Coleção José A. Junges):
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892
Andere Namen: São José do Panati
Die Siedlung war ursprünglich das Cariri-Indianerdorf São José do Panati, das am Ostufer des Piancó, 380 km westlich der späteren Provinzhauptstadt Parahyba do Norte (heute João Pessoa), lag. Zu Beginn des 19. Jahrhunderts wurde sie zur Freguesia de Santo Antonio de Piancó, die im Dezember 1831 zur Vila und im November 1933 schließlich zur Stadt wurde.
Wie aus dem Postbericht (Relatorio Postal) für das Jahr 1886 hervorgeht, gab es dort seit Juli 1833 ein Postamt. Dieses wurde jedoch laut Ministerialprotokoll im Jahr 1850 geschlossen.
Relatorio da Repartição dos Negocios do Imperio, 1850
Wir wissen nicht, wann das Postamt wiedereröffnet wurde, jedoch wurde bereits im Juni 1851 ein Postagent dorthin ernannt, wie die regionale Presse mitteilte:
Governista Parahybano, 18.06.1851
Der bisher einzige Poststempel im 19. Jahrhundert ist PPB-0180c (Sammlg. José A. Junges):
Around 1860, this settlement was still the indigenous village of Thereza Christina (named after the Empress of Brazil), situated at the mouth of the Piabanha on the eastern bank of the Tocantins, 880 kilometres north of the provincial capital Goyaz (now Goiás Velho). Shortly afterwards (unfortunately, the exact date is not yet known to us), it became the Freguesia de S. Sebastião do Piabanha and belonged to the Vila de Porto Imperial. Following the republican coup, Porto Imperial became Porto Nacional in March 1890. In 1903, Piabanha became part of the Município de Pedro Afonso as a Distrito. In January 1936, its name was changed to Tocantínia. Since October 1953, Tocantínia has been an independent Município.
Three dates of establishment for the local post office were found within a span of just under two years. It was first mentioned in 1880, as shown in the directory of imperial post offices (Tabella das Agências do Correio do Império, Rio de Janeiro, 1885). Then in July 1881, according to the provincial president’s report from November of the same year:
Relatório do Presidente da Província, November 1881
This provisional establishment was then confirmed by the Postal Directorate in Rio de Janeiro in September 1881:
Gazeta de Noticias/RJ, 4 September 1881
The imperial postmark is PGO-0145a (Klerman Lopes collection):
PGO-0145a (KL) 1888Carta da Provincia de Goyaz, 1874
Outros nomes: Thereza Christina, Tocantínia (1936)
Por volta de 1860, esse povoado ainda era a aldeia indígena Thereza Christina (batizada em homenagem à imperatriz do Brasil), situada na foz do rio Piabanha, na margem leste do rio Tocantins, 880 quilômetros ao norte da capital provincial Goyaz (hoje Goiás Velho). Pouco tempo depois (infelizmente, ainda não sabemos a data exata), tornou-se a Freguesia de S. Sebastião do Piabanha e passou a pertencer à Vila de Porto Imperial. Após o golpe republicano, Porto Imperial passou a se chamar Porto Nacional em março de 1890. Em 1903, Piabanha passou a fazer parte do Município de Pedro Afonso como Distrito. Em janeiro de 1936, ocorreu uma mudança de nome para Tocantínia. Desde outubro de 1953, Tocantínia é um município independente.
Para a agência dos correios local, foram encontradas três datas de fundação em um intervalo de pouco menos de dois anos. Primeiramente, foi mencionada em 1880, conforme consta na Tabela das Agências do Correio do Império (Rio de Janeiro, 1885). Em seguida, em julho de 1881, de acordo com o relatório do presidente da província de novembro do mesmo ano:
Relatório do Presidente da Província, novembro de 1881
Essa fundação provisória foi então confirmada pela Direção dos Correios do Rio de Janeiro em setembro de 1881:
Gazeta de Notícias/RJ, 04/09/1881
O carimbo postal imperial é o PGO-0145a (Coleção Klerman Lopes):
PGO-0145a (KL) 1888Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892
Andere Namen: Thereza Christina, Tocantínia (1936)
Um 1860 war diese Siedlung noch das Indianerdorf Thereza Christina (benannt nach Brasiliens Kaiserin), das an der Mündung des Piabanha am Ostufer des Tocantins lag, 880 Kilometer nördlich der Provinzhauptstadt Goyaz (heute Goiás Velho). Kurz darauf (das genaue Datum ist uns leider noch nicht bekannt) wurde sie zur Freguesia de S. Sebastião do Piabanha und gehörte zur Vila de Porto Imperial. Nach dem Republik-Putsch wurde Porto Imperial im März 1890 zu Porto Nacional. Im Jahr 1903 wurde Piabanha als Distrito Teil des Município de Pedro Afonso. Im Januar 1936 erfolgte eine Namensänderung zu Tocantínia. Seit Oktober 1953 ist Tocantínia ein eigenständiger Município.
Für das örtliche Postamt wurden drei Entstehungsdaten binnen knapp zwei Jahren gefunden. Zunächst wurde es im Jahr 1880 erwähnt, wie aus dem Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) hervorgeht. Dann im Juli 1881, laut Bericht des Provinzpräsidenten vom November desselben Jahres:
Relatorio do Presidente da Provincia, November 1881
Diese provisorische Gründung wurde dann von der Postdirektion in Rio de Janeiro im September 1881 bestätigt:
Gazeta de Noticias/RJ, 04.09.1881
Der kaiserliche Poststempel ist PGO-0145a (Sammlg. Klerman Lopes):
The history of this locality begins in September 1853 with the founding of the colony of Philadelphia by the journalist, merchant and congressman Teophilo Benedicto Ottoni (1807-1869). He dreamed of building a city based on the symbolic example of its US counterpart in the northeast of Minas Gerais, about 480 km northeast of the provincial capital Ouro Preto. In July 1857, this became the Freguesia of Nossa Senhora da Conceição de Nova Philadelphia in the Município of Minas Novas. In November 1878, the place rose to become a vila with the name of its now deceased founder.
Teophilo Ottoni (Portrait by Joaquim P. de Sousa, 1818-1878)
The local post office was established in February 1857, as Reinhold Koester, Nova Monteiro (Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio, in Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) and Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) reported. However, the agency was not yet operational by mid-1858 and was closed in June 1861, as evidenced by a ministerial record:
Expediente do Ministério do Império, 21 June 1861
Six months later, the post office was reopened:
Expediente do Ministério do Império, 11 December 1861
The oldest postmark to date, bearing the imperial seal, PMG-3420a, was shown by R. Koester in Carimbologia XXXI:
PMG-3420a (RK) 1859
This was followed by the double circle PMG-3420b (Fig. Claudio Coelho):
PMG-3420b (CC) 1878–1879
For postmarks featuring Theophilo Ottoni, see TMG-3190.
Provincia de Minas Geraes, 1873
Ver também Theophilo Ottoni (TMG-3190)
A história desta localidade começa em setembro de 1853 com a fundação da colônia da Filadélfia pelo jornalista, comerciante e deputado Teophilo Benedicto Ottoni (1807-1869). Ele sonhou em construir uma cidade com base no exemplo simbólico de sua contraparte norte-americana no nordeste de Minas Gerais, cerca de 480 km ao nordeste da capital da província, Ouro Preto. Em julho de 1857, o lugar tornou-se a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Nova Filadélfia, no município de Minas Novas. Em novembro de 1878, tornou-se uma vila com o nome de seu fundador, agora falecido.
Teophilo Ottoni (Gravura de Joaquim P. de Sousa, 1818-1878)
Os correios locais foram criados em fevereiro de 1857, segundo informam Reinhold Koester, Nova Monteiro (Administrações e Agencias Postaes do Brasil Império, em Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) e Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997). No entanto, em meados de 1858 a agência ainda não estava em funcionamento e foi encerrada em junho de 1861, conforme consta de um protocolo ministerial:
Expediente do Ministério do Império, 21/06/1861
Seis meses depois, a agência postal foi reaberta:
Expediente do Ministério do Império, 11/12/1861
O carimbo postal mais antigo até então, com o sinete imperial PMG-3420a, foi mostrado por R. Koester na Carimbologia XXXI:
PMG-3420a (RK) 1859
Seguiu-se o carimbo de duplo círculo PMG-3420b (Ilustração de Claudio Coelho):
PMG-3420b (CC) 1878-1879
Para carimbos postais com Theophilo Ottoni, consulte TMG-3190.
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892
Siehe auch Theophilo Ottoni (TMG-3190)
Die Geschichte dieser Ortschaft beginnt im September 1853 mit der Gründung der Kolonie Philadelphia durch den Journalisten, Händler und Abgeordneter Teophilo Benedicto Ottoni (1807-1869). Er träumte davon, eine Stadt nach dem symbolischen Beispiel des US-Pendants im Nordosten von Minas Gerais zu bauen, ca. 480 km nordöstlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto entfernt. Im Juli 1857 wurde daraus die Freguesia von Nossa Senhora da Conceição de Nova Philadelphia im Município von Minas Novas. Im November 1878 stieg der Ort zu einer Vila mit dem Namen ihres inzwischen verstorbenen Gründers auf.
Teophilo Ottoni (Stich von Joaquim P. de Sousa, 1818-1878)
Das örtliche Postamt wurde im Februar 1857 ins Leben gerufen, wie Reinhold Koester, Nova Monteiro (Administrações e Agencias Postaes do Brasil Império, em Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) und Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) übereinstimmend berichten. Allerdings war die Agentur Mitte 1858 noch nicht in Betrieb, und wurde im Juni 1861 geschlossen, wie aus einem Ministerialprotokoll hervorgeht:
Expediente do Ministério do Império, 21.06.1861
Sechs Monate später wurde das Postamt wiedereröffnet:
Expediente do Ministério do Império, 11.12.1861
Den bisher ältesten Poststempel mit dem kaiserlichen Siegel PMG-3420a zeigte R. Koester in Carimbologia XXXI:
PMG-3420a (RK) 1859
Es folgte der Doppelkreis PMG-3420b (Abb. Claudio Coelho):
PMG-3420b (CC) 1878-1879
Für Poststempel mit Theophilo Ottoni siehe TMG-3190.
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia do Rio de Janeiro, 1850
The town, built on the Serra do Mar in honour of the Brazilian emperor, was still a fazenda known as Córrego Seco (Dry Creek) around 1840 and was situated near the western bank of the Itaipava River in the municipality of Paraíba do Sul, 70 kilometres north of the capital, Rio de Janeiro. From September 1845, a colony for European immigrants was established there, which became the Freguesia de D. Pedro de Alcântara de Petrópolis in May of the following year. Since September 1857, Petrópolis has been a town in its own municipality.
As reported by the capital’s press, the local post office was created in October 1848:
Diario do Rio de Janeiro, 8 November 1848
The oldest postmark is PRJ-0780a, which was assigned the number 1396 by P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942):
PRJ-0780a (P.A. 1396, MPT 356) 1850ff–1866ff
This was followed by the French type PRJ-0780b (fig. Felipe Piccinini), which also appears in blue:
PRJ-0780b (FP) 1870–1878ff
This was followed by the double-circle PRJ-0780c (fig. Felipe Piccinini):
PRJ-0780c (FP) 1881–1884
Before the end of the Empire, four further circular postmarks also appeared, beginning with PRJ-0780d (Ill. From the internet and agenciaspostais.com.br):
PRJ-0780d (EB-PN) 1881–1888, also in violet, variants possible
The successor, PRJ-0780e (ill. Koester, in Carimbologia XXX), also occurs in light blue:
PRJ-0780e (RK) 1889
The appearance of the morning and afternoon postmarks PRJ-0780f (illustration from the internet) and PRJ-0780g (illustration by Roberto Assef Jr.) in the final year of the Empire indicates a brisk postal service from Petrópolis.
PRJ-0780f (EB) 1889–1893, also in light bluePRJ-0780g (RA) 1889–1894
R. Koester (op. cit.) also showed a postmark bearing the imperial seal PRJ-0780f from Petrópolis.
PRJ-0780f (RK)
From Koester we also have an image of a curious handwritten cancellation from Petrópolis:
1866ff (RK)
James Dingler and Klerman W. Lopes have listed two mute postmarks in Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000):
BPA 11 (1874–1875) – 457 (1884)
Further mute postmarks from Petrópolis are known through Luiz C. Fritzen and Claudio Coelho.
1885 (LCF)1885 (CC)Atlas do Imperio do Brasil, 1868
A cidade, fundada em homenagem ao imperador brasileiro na Serra do Mar, era, por volta de 1840, ainda uma fazenda chamada Córrego Seco e ficava próxima à margem oeste do Itaipava, no município de Paraíba do Sul, 70 quilômetros ao norte da capital, Rio de Janeiro. A partir de setembro de 1845, foi estabelecida ali uma colônia para imigrantes europeus, que em maio do ano seguinte se tornou a Freguesia de D. Pedro de Alcântara de Petrópolis. Desde setembro de 1857, Petrópolis é uma cidade com município próprio.
Conforme noticiou a imprensa da capital, em outubro de 1848 foi criada a agência postal local:
Diário do Rio de Janeiro, 08/11/1848
O carimbo postal mais antigo é o PRJ-0780a, que recebeu o nº 1396 de P. Ayres no Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942):
PRJ-0780a (P.A. 1396, MPT 356) 1850ff-1866ff
Seguiu-se o tipo francês PRJ-0780b (Ilustração de Felipe Piccinini), que também existe na cor azul:
PRJ-0780b (FP) 1870-1878ff
Depois disso, surgiu o carimbo de duplo círculo PRJ-0780c (fig. Felipe Piccinini):
PRJ-0780c (FP) 1881-1884
Antes do fim do Império, apareceram também mais quatro carimbos circulares, começando com o PRJ-0780d (EB-PN):
PRJ-0780d (EB-PN) 1881-1888, também em violeta, com possíveis variantes
O sucessor PRJ-0780e (Ilustração de Koester, em Carimbologia XXX) também existe em azul claro:
PRJ-0780e (RK) 1889
O surgimento dos carimbos da manhã e da tarde PRJ-0780f (fig. da Internet) e PRJ-0780g (fig. Roberto Assef Jr.) no último ano do Império demonstra um intenso tráfego postal de Petrópolis.
PRJ-0780f (EB) 1889-1893, também em azul claroPRJ-0780g (RA) 1889-1894
R. Koester (op. cit.) também mostrou um carimbo postal com o selo imperial PRJ-0780f de Petrópolis.
PRJ-0780f (RK)
De Koester, temos também a imagem de um curioso carimbo manuscrito de Petrópolis:
1866ff (RK)
James Dingler e Klerman W. Lopes listaram em Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Clube Filatélico do Brasil, Rio de Janeiro, 2000) dois carimbos postais mudos:
BPA 11 (1874-1875) – 457 (1884)
Outros carimbos mudos de Petrópolis são conhecidos por meio de Luiz C. Fritzen e Claudio Coelho.
1885 (LCF)1885 (CC)Colton & Colton: Provincia do Rio de Janeiro, 1866
Die Stadt, die zu Ehren des brasilianischen Kaisers an der Serra do Mar errichtet wurde, war um 1840 noch eine Fazenda namens Córrego Seco (Trockener Bach) und lag in der Nähe des Westufers des Itaipava im Município de Paraíba do Sul, 70 Kilometer nördlich der Hauptstadt Rio de Janeiro. Ab September 1845 wurde dort eine Kolonie für europäische Einwanderer eingerichtet, die im Mai des Folgejahres zur Freguesia de D. Pedro de Alcântara de Petrópolis wurde. Seit September 1857 ist Petrópolis eine Stadt im eigenen Município.
Wie die Hauptstadtpresse meldete, wurde im Oktober 1848 die Einrichtung des örtlichen Postamts beschlossen:
Diario do Rio de Janeiro, 08.11.1848
Der älteste Poststempel ist PRJ-0780a, der von P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) die Nr. 1396 erhielt:
PRJ-0780a (P.A. 1396, MPT 356) 1850ff-1866ff
Es folgte der französische Typ PRJ-0780b (Abb. Felipe Piccinini), der auch in Blau vorkommt:
PRJ-0780b (FP) 1870-1878ff
Danach kam der Doppelkreis PRJ-0780c (Abb. Felipe Piccinini):
PRJ-0780c (FP) 1881-1884
Vor dem Ende des Kaiserreichs erschienen auch vier weitere Kreisstempel, beginnend mit PRJ-0780d (EB-PN):
PRJ-0780d (EB-PN) 1881-1888, auch in Violett, Varianten möglich
Den Nachfolger PRJ-0780e (Abb. Koester, in Carimbologia XXX) gibt es auch in Hellblau:
PRJ-0780e (RK) 1889
Die Erscheinung von Vor- und Nachmittagsstempeln PRJ-0780f (Abb. aus dem Internet) und PRJ-0780g (Abb. Roberto Assef Jr.) im letzten Jahr des Kaiserreichs zeugt von regem Postverkehr von Petrópolis.
PRJ-0780f (EB) 1889-1893, auch in HellblauPRJ-0780g (RA) 1889-1894
R. Koester (op. cit.) zeigte auch einen Poststempel mit dem kaiserlichen Siegel PRJ-0780f aus Petrópolis.
PRJ-0780f (RK)
Von Koester haben wir auch das Bild einer kuriosen handschriftlichen Entwertung aus Petrópolis:
1866ff (RK)
James Dingler und Klerman W. Lopes haben in Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000) zwei stumme Poststempel aufgeführt:
BPA 11 (1874-1875) – 457 (1884)
Weitere stumme Stempel aus Petrópolis sind durch Luiz C. Fritzen und Claudio Coelho bekannt.
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das Provincias de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, 1848
Other names: Passagem Velha, Passagem do Joazeiro
The settlement around the Chapel of Santa Maria Rainha dos Anjos de Petrolina was established around 1860 on the north bank of the São Francisco River, on an important trade route near the town of Boa Vista, 710 km west of the provincial capital, Recife. In June 1862, it became both a Freguesia and a Vila, but lost its town status in May 1864. Six years later, in July 1868, Petrolina regained its town status and has been a city since July 1895.
As shown in the directory of imperial post offices (Tabella das Agências do Correio do Império, Rio de Janeiro, 1885), there has been a post office there since 1870. The only imperial postmark to date is the French type PPE-0470b (fig. Koester in Carimbologia XXX):
PPE-0470b (RK) 1885–1888Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Outros nomes: Passagem Velha, Passagem do Joazeiro
O povoado em torno da capela de Santa Maria Rainha dos Anjos de Petrolina surgiu por volta de 1860, na margem norte do rio São Francisco, numa importante rota comercial próxima à Vila de Boa Vista, 710 km a oeste da capital provincial, Recife. Em junho de 1862, tornou-se simultaneamente freguesia e vila, mas perdeu o status de vila em maio de 1864. Seis anos depois, em julho de 1868, Petrolina voltou a ser vila e é cidade desde julho de 1895.
Conforme consta da Tabella das Agencias do Correio do Imperio (Rio de Janeiro, 1885), havia ali uma agência postal desde 1870. O único carimbo postal imperial encontrado até o momento é o tipo francês PPE-0470b (fig. Koester em Carimbologia XXX):
PPE-0470b (RK) 1885-1888Carta Corographica da Provincia de Pernambuco, 1880
Andere Namen: Passagem Velha, Passagem do Joazeiro
Die Siedlung um die Kapelle Santa Maria Rainha dos Anjos de Petrolina entstand um 1860 am Nordufer des São Francisco in einer wichtigen Handelsroute bei der Vila de Boa Vista, 710 km westlich der Provinzhauptstadt Recife. Im Juni 1862 wurde sie gleichzeitig Freguesia und Vila, verlor jedoch im Mai 1864 ihren Vila-Status. Sechs Jahre später, im Juli 1868, wurde Petrolina erneut Vila und ist seit Juli 1895 eine Stadt.
Wie aus dem Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) hervorgeht, gab es dort ein Postamt seit 1870. Der bisher einzige kaiserliche Poststempel ist der französische Typ PPE-0470b (Abb. Koester in Carimbologia XXX):
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia de Minas Geraes, 1849
Alternative spelling: Peçanha
See also Suassuhy (SMG-3153)
This was the old settlement of Santo Antonio do Pessanha near Serro, situated close to the north bank of the Suaçuí Pequeno River, 350 km north of the provincial capital of Ouro Preto. In October 1875, it became a vila called Rio Doce. This name was apparently not well received, because barely six years later the place rose to become a town called Suassuhy. The Indian word means River of the Deer. Since September 1887, the town has been again called Pessanha, now spelled Peçanha.
Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) and Reinhold Koester (Carimbologia XXI) agree that there had been a post office there since October 1875, when the villa was created.
Under the place name Pessanha, only handwritten cancellations have been found to date, which are recorded both in P. Ayres’ Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) and in R. Koester’s Carimbologia XXX:
1875ff–1883 (P.A. p. 147, RK)
Koester (op. cit.) also showed a mute postmark that closely resembles No. 208 by P. Ayres:
P.A. 208, 1875ff–1886 (RK)
For cancellations with Suassuhy see SMG-3153.
Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Outra grafia: Peçanha
Ver também Suassuhy (SMG-3153)
Este era o antigo assentamento de Santo Antônio do Pessanha perto do Serro, situado próximo à margem norte do Rio Suaçuí Pequeno, 350 km ao norte da capital provincial Ouro Preto. Em outubro de 1875, tornou-se uma vila chamada Rio Doce. Este nome aparentemente não foi bem recebido, porque apenas seis anos depois o lugar tornou-se uma cidade chamada Suassuhy. A palavra indígena significa Rio do Veado. Desde setembro de 1887, a cidade é chamada de Pessanha, agora escrita Peçanha.
Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) e Reinhold Koester (Carimbologia XXI) concordam que havia uma agência dos correios desde outubro de 1875 por lá, quando a vila foi constituída.
Sob o topônimo Pessanha, até o momento foram encontrados apenas carimbos manuscritos, registrados tanto no Catálogo de Carimbos Brasil-Império, de P. Ayres (S. Paulo, 1937, 1942), quanto na Carimbologia XXX, de R. Koester:
1875ff-1883 (P.A. p. 147, RK)
Koester (op. cit.) também mostrou um carimbo postal mudo que se assemelha fortemente ao n.º 208 de P. Ayres:
P.A. 208, 1875ff-1886 (RK)
Para carimbos com Suassuhy veja SMG-3153.
Provincia de Minas Geraes, 1873
Andere Schreibweise: Peçanha
Siehe auch Suassuhy (SMG-3153)
Diese Ortschaft war die alte Siedlung von Santo Antonio do Pessanha bei Serro, die nah am Nordufer des Flusses Suaçuí Pequeno lag, 350 km nördlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto entfernt. Im Oktober 1875 wurde daraus eine Vila namens Rio Doce. Diese Bezeichnung kam offenbar nicht gut an, denn knapp sechs Jahre später stieg der Ort zu einer Stadt namens Suassuhy auf. Das indianische Wort bedeutet Fluss der Rehe. Seit September 1887 heißt die Stadt Pessanha, heute Peçanha geschrieben.
Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) und Reinhold Koester (Carimbologia XXI) sind sich darüber einig, dass es dort seit Oktober 1875 – also seit der Entstehung der Villa – ein Postamt gab. Unter dem Ortsnamen Pessanha wurden bisher nur handschriftliche Entwertungen gefunden, die sowohl in P. Ayres‘Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) als auch in R. Koesters Carimbologia XXX registriert wurden:
1875ff-1883 (P.A. S. 147, RK)
Koester (op. cit.) zeigte auch einen stummen Poststempel, der Nr. 208 von P. Ayres stark ähnelt: