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Carimbologia O-P

Porto do Jaboticabal, São Paulo (PSP-0675)

Cia. Paulista de Estradas de Ferro

Porto do Jaboticabal, in the province of São Paulo, was from January 1887 onwards one of around eleven short-lived ports operated by the Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais – then the full name of the railway company. From May 1887, it was authorised to transport passengers, freight and mail from Porto Ferreira station (built in 1880) along the River Mojiguaçu to its confluence with the Rio Pardo at Pontal. Following the acquisition of the railway company Cia. Rio Clarense by Cia. Paulista in 1892, a parallel railway line was developed along the lower Mojiguaçu. This rendered transport by ship unprofitable. Paulista’s shipping operations declined dramatically and were officially discontinued in May 1904.

Although the exact location of the port of Porto do Jaboticabal is no longer known today, it was probably situated on the western bank of the Mojiguaçu, opposite what is now the municipality of Barrinha, 360 km north-west of the provincial capital, São Paulo. A post office was established there in March 1887, as reported by the regional press:

Correio Paulistano, 18 March 1887

The imperial postmark is the rare PSP-0675a (Fuad Ferreira Fo. collection):

PSP-0675a (FF) 1889
Carlos D. Rath: Provincia de São Paulo, 1886

Porto do Jaboticabal, na província de São Paulo, foi a partir de janeiro de 1887 um dos cerca de onze portos de curta duração da Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais, como se chamava por completo a Paulista naqueles tempos. A partir de maio de 1887, ela passou a ter permissão para transportar passageiros, carga e correspondência da estação de Porto Ferreira (construída em 1880) ao longo do rio Mojiguaçu até sua foz no rio Pardo, perto de Pontal. Após a aquisição da empresa ferroviária Cia. Rio Clarense pela Cia. Paulista, em 1892, foi construída uma linha ferroviária paralela na parte baixa do rio Mojiguaçu. Com isso, o transporte por navio tornou-se inviável economicamente. O tráfego fluvial da Paulista nesse rio diminuiu drasticamente e foi encerrado em definitivo em maio de 1904.

Embora a localização exata do Porto de Jaboticabal não seja mais conhecida hoje, supõe-se que ele ficava na margem oeste do rio Mojiguaçu, em frente ao atual município de Barrinha, a 360 km a noroeste da capital provincial, São Paulo. Lá, em março de 1887, foi criada uma agência dos correios, conforme noticiou a imprensa regional:

Correio Paulistano, 18/03/1887

O carimbo postal imperial é o raro PSP-0675a (coleção de Fuad Ferreira Fo.):

PSP-0675a (FF) 1889
J.M. Ribeiro Lisboa: Provincia de São Paulo, 1884

Porto do Jaboticabal in der Provinz São Paulo war ab Januar 1887 einer von etwa elf kurzlebigen Häfen der Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais, so der volle Name der Eisenbahngesellschaft damals. Sie durfte ab Mai 1887 Passagiere, Fracht und Post vom Bahnhof Porto Ferreira (erbaut 1880) aus entlang des Flusses Mojiguaçu bis zu dessen Mündung in den Rio Pardo bei Pontal befördern. Nach dem Kauf der Eisenbahngesellschaft Cia. Rio Clarense durch die Cia. Paulista im Jahr 1892 wurde eine parallele Bahnverbindung am unteren Mojiguaçu ausgebaut. Dadurch wurde die Beförderung per Schiff unrentabel. Der Schiffsverkehr der Paulista ging drastisch zurück und wurde im Mai 1904 offiziell eingestellt.

Auch wenn der genaue Standort des Hafens Porto do Jaboticabal heute nicht mehr bekannt ist, lag er vermutlich am Westufer des Mojiguaçu gegenüber dem heutigen Município de Barrinha, 360 km nordwestlich der Provinzhauptstadt São Paulo. Dort wurde im März 1887 ein Postamt ins Leben gerufen, wie die regionale Presse meldete:

Correio Paulistano, 18.03.1887

Der kaiserliche Poststempel ist der seltene PSP-0675a (Sammlg. Fuad Ferreira Fo.):

PSP-0675a (FF) 1889
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Carimbologia O-P

Porto do Cardozo, Rio de Janeiro (PRJ-0795)

Estrada de Ferro Central do Brasil, 1890

Other names: Cachoeiro do Carangola, Cardoso Moreira (1894)

See also Cachoeiro-Cachoeira (train station, CRJ-0235)

Porto do Cardoso (also spelled Cardozo) was a fazenda called Sta. Helena around 1800, located on the northern shore of the Muriaé, in the area of the Vila de Campos, 310 km north-east of the capital, Rio de Janeiro. A port and later a railway station were established there, at the instigation of the large landowner Jozé Cardoso Moreira (1815-1889), who became a Comendador through his involvement with the steamship company “União Campista Fidelense” and also with the railway company E.F. Carangola.

The area around the harbour became part of the district of Taquarassu in August 1891. This was renamed twice: in October 1904 to Porto do Braga and in December 1938 to Cardoso Moreira. Since December 1989, Cardoso Moreira has been an independent Município.

According to the regional press, a post office was created in July 1865 at the harbour:

Correio Mercantil, 22 July 1865

Nova Monteiro, however, gives a date two years later in Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934–5; Reprint SPP 1994–1999, which is likely to be a copying error.

With the establishment of the local railway station in 1880, the post office moved there under the name Estação do Cachoeiro (see CRJ-0235).

The imperial postmark is PRJ-0795a, which was assigned the number 1413 by P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942):

PRJ-0795a (P.A. 1413, MPT 361) 1866ff
Almanak Laemmert, 1892

Outros nomes: Cachoeiro do Carangola, Cardoso Moreira (1894)

Veja também Cachoeiro-Cachoeira (Estação, CRJ-0235)

Por volta de 1800, Porto do Cardoso (ou Cardozo) era uma fazenda chamada Santa Helena, situada na margem norte do rio Muriaé, no território da Vila de Campos, a 310 quilômetros a nordeste da capital, Rio de Janeiro. Por iniciativa do latifundiário José Cardoso Moreira (1815–1889), foram construídos ali um porto e, posteriormente, uma estação ferroviária. Moreira atuou na companhia fluvial “União Campista Fidelense” e na companhia ferroviária E.F. Carangola, tendo sido por isso nomeado comendador.

A área ao redor do porto passou a fazer parte do distrito de Taquarassu em agosto de 1891. Esse distrito foi renomeado duas vezes: em outubro de 1904, para Porto do Braga, e em dezembro de 1938, para Cardoso Moreira. Desde dezembro de 1989, Cardoso Moreira é um município independente.

Conforme consta na imprensa regional, em julho de 1865 foi criada uma agência dos correios no porto:

Correio Mercantil, 22/07/1865

Nova Monteiro, por sua vez, menciona em Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934-5; Reimpressão SPP 1994-1999) uma data dois anos mais tarde, o que provavelmente se trata de um erro de cópia.

Com a instalação da estação ferroviária no local, em 1880, a agência postal mudou-se para lá, sob o nome de Estação do Cachoeiro (ver CRJ-0235).

O carimbo postal imperial é o PRJ-0795a, que recebeu o nº 1413 de P. Ayres no Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942):

PRJ-0795a (P.A. 1413, MPT 361) 1866ff
Estrada de Ferro Leopoldina

Andere Namen: Cachoeiro do Carangola, Cardoso Moreira (1894)

Siehe auch Cachoeiro-Cachoeira (Bahnhof, CRJ-0235)

Porto do Cardoso (oder auch Cardozo) war um 1800 eine Fazenda namens Sta. Helena, die am Nordufer des Muriaé im Gebiet der Vila de Campos lag, 310 Kilometer nordöstlich der Hauptstadt Rio de Janeiro. Auf Betreiben des Großgrundbesitzers Jozé Cardoso Moreira (1815–1889) entstanden dort ein Hafen und später ein Bahnhof. Moreira engagierte sich bei der Dampfschiffgesellschaft „União Campista Fidelense“ und bei der Eisenbahngesellschaft E.F. Carangola und wurde dafür zum Komtur ernannt.

Das Gebiet um den Hafen wurde im August 1891 Teil des Distrikts Taquarassu. Dieser wurde zweimal umbenannt: im Oktober 1904 in Porto do Braga und im Dezember 1938 in Cardoso Moreira. Seit Dezember 1989 ist Cardoso Moreira ein eigenständiger Município.

Wie aus der regionalen Presse hervorgeht, wurde im Juli 1865 beschlossen, ein Postamt am Hafen einzurichten:

Correio Mercantil, 22.07.1865

Nova Monteiro schreibt dafür in Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) ein zwei Jahre späteres Datum, was ein Kopierfehler sein dürfte. Mit der Einrichtung der Bahnhofs vor Ort wechselte 1880 das Postamt dorthin, unter dem Namen Estação do Cachoeiro (siehe CRJ-0235).

Der kaiserliche Poststempel ist PRJ-0795a, der von P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) die Nr. 1413 erhielt:

PRJ-0795a (P.A. 1413, MPT 361) 1866ff
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Carimbologia O-P

Porto da Cachoeira/do Cachoeiro, Espirito Santo (PES-0230)

Ch. Krauss: Provincia de Espirito Santo, 1865

Other names: Colonia Leopoldina, Cachoeiro de Santa Leopoldina

See also Colônia Leopoldina (R. Koester: Carimbologia XII), Santa Leopoldina (SES-0170)

Santa Leopoldina was a former European colony, founded in 1856 by 60 swiss immigrants and situated round 60 km northwest of the provincial capital Victoria. Further settlers from Germany, Luxemburg and Austria joined the swiss families in the next decades, and the locality was elevated to the villa of Cachoeiro de Santa Leopoldina in April 1884. Six years later, already in the republic, it became the town of Porto do Cachoeiro, but in December 1943 the old name Santa Leopoldina returned to remain until today.

According to the provincial governor’s report, the local post office was established in March 1878:

Relatório do Presidente da Província, October 1878

The oldest postmark from the Imperial era to date is PES-0230a (Fig. by Delcampe Auctions), which also exists in turquoise:

PES-0230a (Delcampe) 1878–1886

Before the end of the century, PES-0230b (José A. Junges collection) was also in use:

PES-0230b (JJ) 1890–1899

For postmarks featuring Santa Leopoldina, see SES-0170.

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outros nomes: Colonia Leopoldina, Cachoeiro de Santa Leopoldina

Veja também Colônia Leopoldina (R. Koester: Carimbologia XII), Santa Leopoldina (SES-0170)

Santa Leopoldina era uma colônia europeia, fundada em 1856 por 60 imigrantes suíços e situada ca. 60 km a noroeste da capital provincial Victoria. Nas décadas seguintes, outras famílias chegaram, provenientes da Alemanha, Luxemburgo e Austria, e a localidade foi elevada a vila de Cachoeiro de Santa Leopoldina em abril de 1884. Seis anos depois, já na República, tornou-se a cidade de Porto do Cachoeiro, mas em dezembro de 1943 o antigo nome de Santa Leopoldina retornou, assim permanecendo até hoje.

De acordo com o relatório do presidente da província, a agência dos correios local foi inaugurada em março de 1878:

Relatório do Presidente da Província, outubro de 1878

O carimbo postal mais antigo da Era Imperial até o momento é o PES-0230a (fig. Leilões Delcampe), que também existe na cor turquesa:

PES-0230a (Delcampe) 1878-1886

Antes do fim do século, o PES-0230b (Coleção José A. Junges) também passou a ser utilizado:

PES-0230b (JJ) 1890-1899

Para carimbos postais com Santa Leopoldina, consulte SES-0170.

Provincia do Espirito Santo, 1873

Andere Namen: Colonia Leopoldina, Cachoeiro de Santa Leopoldina

Siehe auch Colônia Leopoldina (R. Koester: Carimbologia XII), Santa Leopoldina (SES-0170)

Santa Leopoldina war ursprünglich eine europäische Kolonie, die 1856 durch 60 Einwanderer aus der Schweiz gegründet wurde und rund 60 km nordwestlich der Provinzhauptstadt Victoria entfernt lag. In den folgenden Jahrzehnten kamen weitere Siedler aus Deutschland Luxemburg und Österreich dazu, und aus der Ortschaft wurde die Villa von Cachoeiro de Santa Leopoldina im April 1884. Sechs Jahre später, schon in der Republik, stieg die Villa zur Stadt Porto do Cachoeiro auf, aber im Dezember 1943 kehrte der alte Name Santa Leopoldina zurück und blieb bis heute.

Das örtliche Postamt wurde laut Bericht des Provinzpräsidenten im März 1878 ins Leben gerufen:

Relatorio do Presidente da Provincia, Oktober 1878

Der bisher älteste Poststempel der Kaiserzeit ist PES-0230a (Abb. Auktionshaus Delcampe), den es auch in Türkis gibt:

PES-0230a (Delcampe) 1878-1886

Vor dem Ende des Jahrhunderts kam auch PES-0230b (Sammlg. José A. Junges) zum Einsatz:

PES-0230b (JJ) 1890-1899

Für Poststempel mit Santa Leopoldina siehe SES-0170.

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Carimbologia O-P

Porto do Barreto, Rio de Janeiro (PRJ-1305)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

This harbour was situated on the eastern shore of Guanabara Bay, 20 kilometres east of Rio de Janeiro city centre. It is said to have originally been a fazenda called Caboró, which belonged to the priest José Barreto Coutinho de Azevedo Rangel. The settlement that grew up around the harbour became the Barreto district of the state capital, Niterói, in May 1892. Barreto has been a district of Niterói since March 1938.

Nova Monteiro writes in Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934–5; Reprint SPP 1994–1999) that there had been a post office there since March 1862. This is confirmed by the minutes of the Ministry of Agriculture:

Expediente do Ministério da Agricultura, 10/03/1862

According to P. Novaes (agenciaspostais.com.br), the agency was closed around 1886. To date, no imperial postmark from Porto do Barreto has been seen.

Mappa do Municipio Neutro, ca. 1880

Esse porto ficava na margem leste da Baía de Guanabara, a 20 quilômetros a leste do centro da cidade do Rio de Janeiro. Acredita-se que, originalmente, tratava-se da Fazenda Caboró, que pertencia ao padre José Barreto Coutinho de Azevedo Rangel. O povoado que surgiu ao redor do porto tornou-se, em maio de 1892, o distrito de Barreto, da capital do estado, Niterói. Desde março de 1938, Barreto é um bairro de Niterói.

Nova Monteiro escreve em Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934-5; reimpressão SPP 1994-1999) que havia uma agência postal no local desde março de 1862. Isso é confirmado pela ata do Ministério da Agricultura:

Expediente do Ministério da Agricultura, 10/03/1862

Segundo P. Novaes (agenciaspostais.com.br), a agência foi fechada por volta de 1886. Até o momento, não foi visto nenhum carimbo postal imperial de Porto do Barreto.

Almanak Laemmert, 1892

Dieser Hafen lag am Ostufer der Guanabara-Bucht, 20 Kilometer östlich der Innenstadt von Rio de Janeiro. Ursprünglich soll es sich dabei um eine Fazenda Caboró gehandelt haben, die dem Pfarrer José Barreto Coutinho de Azevedo Rangel gehörte. Die um den Hafen entstandene Siedlung wurde im Mai 1892 zum Distrikt Barreto der Landeshauptstadt Niterói. Seit März 1938 ist Barreto ein Stadtteil von Niterói.

Nova Monteiro schreibt in Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999), dass es dort seit März 1862 ein Postamt gab. Dies wird vom Protokoll des Landwirtschaftsministeriums bestätigt:

Expediente do Ministerio da Agricultura, 10.03.1862

Laut P. Novaes (agenciaspostais.com.br) wurde die Agentur um 1886 geschlossen. Bisher wurde kein kaiserlicher Poststempel aus Porto do Barreto gesehen.

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Carimbologia O-P

Porto do Amaral, São Paulo (PSP-0985)

Companhia Paulista

Porto do Amaral, in the province of São Paulo, was one of eleven short-lived ports operated by the Companhia Paulista de Vias Ferreas e Fluviaes – then the full name of the railway company. From May 1887, it was authorised to transport passengers, freight and mail from Porto Ferreira station (built in 1880) along the River Mojiguaçu to its confluence with the Rio Pardo at Pontal. Following the acquisition of the railway company Cia. Rio Clarense by Cia. Paulista in 1892, a parallel railway line was developed along the lower Mojiguaçu. This rendered transport by ship unprofitable. Cia. Paulista’s shipping operations declined dramatically and were officially discontinued in May 1904.

Porto do Amaral, ca. 1900 (Foto: L. Guidini, on efpaulista.blogspot.com)

The port was situated on the eastern bank of the Mojiguaçu in the municipality of Belem do Descalvado, 240 km north-west of the provincial capital, São Paulo. A post office was established there in September 1885, as reported by the regional press:

A Provincia de São Paulo, 16 September 1885

No imperial postmark from Porto do Amaral has been found to date. If one does exist, it must be extremely rare.

Mapa da Provincia de São Paulo, 1886

Porto do Amaral, na província de São Paulo, foi um dos onze portos de curta duração da Companhia Paulista de Vias Ferreas e Fluviaes, como se chamava por completo a Paulista naqueles tempos. A partir de maio de 1887, ela passou a ter permissão para transportar passageiros, carga e correspondência da estação de Porto Ferreira (construída em 1880) ao longo do rio Mojiguaçu até sua foz no rio Pardo, perto de Pontal. Após a aquisição da empresa ferroviária Cia. Rio Clarense pela Cia. Paulista, em 1892, foi construída uma linha ferroviária paralela na parte baixa do rio Mojiguaçu. Com isso, o transporte por navio tornou-se inviável economicamente. O tráfego fluvial da Cia. Paulista nesse rio diminuiu drasticamente e foi encerrado em definitivo em maio de 1904.

Porto do Amaral, ca. 1900 (Coleção L. Guidini, em efpaulista.blogspot.com)

O porto ficava na margem leste do rio Mojiguaçu, no município de Belem do Descalvado, a 240 km a noroeste da capital provincial, São Paulo. Lá, em setembro de 1885, foi inaugurada uma agência dos correios, conforme noticiou a imprensa regional:

A Província de São Paulo, 16/09/1885

Até o momento, não foi encontrado nenhum carimbo postal imperial de Porto do Amaral. Se houver algum, deve ser muito raro.

Google Maps

Porto do Amaral in der Provinz São Paulo war einer von elf kurzlebigen Häfen der Companhia Paulista de Vias Ferreas e Fluviaes, so der volle Name der Eisenbahngesellschaft damals. Sie durfte ab Mai 1887 Passagiere, Fracht und Post vom Bahnhof Porto Ferreira (erbaut 1880) aus entlang des Flusses Mojiguaçu bis zu dessen Mündung in den Rio Pardo bei Pontal befördern. Nach dem Kauf der Eisenbahngesellschaft Cia. Rio Clarense durch die Cia. Paulista im Jahr 1892 wurde eine parallele Bahnverbindung am unteren Mojiguaçu ausgebaut. Dadurch wurde die Beförderung per Schiff unrentabel. Der Schiffsverkehr der Cia. Paulista ging drastisch zurück und wurde im Mai 1904 offiziell eingestellt.

Porto do Amaral, ca. 1900 (Sammlung L. Guidini, auf efpaulista.blogspot.com)

Der Hafen lag am Ostufer des Mojiguaçu im Município de Belem do Descalvado, 240 km nordwestlich der Provinzhauptstadt São Paulo. Dort wurde im September 1885 ein Postamt ins Leben gerufen, wie die regionale Presse meldete:

A Provincia de São Paulo, 16.09.1885

Bisher wurde kein kaiserlicher Poststempel aus Porto do Amaral gefunden. Falls es einen gibt, muss er sehr selten sein.

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Carimbologia O-P

Porto de Santo Antonio, Minas Gerais (PMG-2010)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia de Minas Geraes, 1849

Other names: Astolfo Dutra (1938)

The Capela de Santo António do Porto Alegre de Ubá was built around 1816 on the south bank of the River Pomba, 200 kilometres south-east of what would later become the provincial capital, Ouro Preto. The settlement that developed there became a district in May 1855 and a freguesia of the Vila de Pomba in December 1873. In August 1888, the freguesia was placed under the jurisdiction of the Município de Cataguases. Since December 1938, it has been an independent municipality bearing the name Município de Astolfo Dutra. The name commemorates the lawyer and politician Astolfo Dutra Nicácio (1864–1920).

Astolfo Dutra Nicácio (Jornal Meia Pataca)

According to reports in the Rio de Janeiro press, the local post office was created in September 1862:

Diario do Rio de Janeiro, 27 September 1862

Nova Monteiro, however, states in Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatelico/RJ, 1934–5; reprinted by SPP 1994–1999) that this took place in September 1863, which may be a copying error. According to press reports, the agency was closed in January 1865:

Correio Mercantil/RJ, 12 January 1865

The Postal Report (Relatorio dos Correios) for the year 1886 states that the Porto de Santo Antonio post office was reopened in November 1873. The oldest postmark to date is PMG-2010b (José A. Junges collection):

PMG-2010b (JJ) 1878–1884

Shortly afterwards, PMG-2010c (Karlheinz Wittig collection) was also used; this is also available in blue:

PMG-2010c (KW) 1878–1897
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outros nomes: Astolfo Dutra (1938)

A Capela de Santo Antônio do Porto Alegre de Ubá foi construída por volta de 1816 na margem sul do rio Pomba, a 200 quilômetros a sudeste da futura capital provincial, Ouro Preto. O povoado que se formou foi elevado a Distrito em maio de 1855 e a Freguesia da Vila de Pomba em dezembro de 1873. Em agosto de 1888, a Freguesia passou a fazer parte do Município de Cataguases. Desde dezembro de 1938, é um município autônomo, que leva o nome de Município de Astolfo Dutra. O nome é uma homenagem ao jurista e político Astolfo Dutra Nicácio (1864–1920).

Astolfo Dutra Nicácio (Jornal Meia Pataca)

Conforme consta da imprensa do Rio de Janeiro, a agência dos correios local foi criada em setembro de 1862:

Diário do Rio de Janeiro, 27/09/1862

Nova Monteiro, por sua vez, indica em Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934-5; reimpressão SPP 1994-1999) o mês de setembro de 1863, o que poderia ser um erro de transcrição. De acordo com notícias da imprensa, a agência foi fechada em janeiro de 1865:

Correio Mercantil/RJ, 12 de janeiro de 1865

No Relatório dos Correios referente ao ano de 1886, consta que a agência postal do Porto de Santo Antônio foi reaberta em novembro de 1873. O carimbo postal mais antigo registrado até o momento é o PMG-2010b (coleção de José A. Junges):

PMG-2010b (JJ) 1878-1884

Pouco tempo depois, passou-se a utilizar também o PMG-2010c (coleção de Karlheinz Wittig), que também existe na cor azul:

PMG-2010c (KW) 1878-1897
Provincia de Minas Geraes, 1873

Andere Namen: Astolfo Dutra (1938)

Die Kapelle Capela de Sto. Antonio do Porto Alegre de Ubá wurde um 1816 am Südufer des Pomba, 200 Kilometer südöstlich der späteren Provinzhauptstadt Ouro Preto, errichtet. Die entstandene Siedlung wurde im Mai 1855 zum Distrito und im Dezember 1873 zur Freguesia der Vila de Pomba. Im August 1888 wurde die Freguesia dem Município de Cataguases untergeordnet. Seit Dezember 1938 ist sie eine eigenständige Gemeinde, die den Namen Município de Astolfo Dutra trägt. Der Name erinnert an den Juristen und Politiker Astolfo Dutra Nicácio (1864–1920).

Astolfo Dutra Nicácio (Jornal Meia Pataca)

Wie aus der Presse in Rio de Janeiro hervorgeht, entstand das örtliche Postamt im September 1862:

Diario do Rio de Janeiro, 27.09.1862

Nova Monteiro schreibt dafür in Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) den September 1863, was ein Kopierfehler sein könnte. Die Agentur wurde Pressemeldungen zufolge im Januar 1865 geschlossen:

Correio Mercantil/RJ, 12.01.1865

Aus dem Postbericht (Relatorio dos Correios) für das Jahr 1886 liest man, dass das Postamt Porto de Santo Antonio im November 1873 wieder eröffnet wurde. Der bisher älteste Poststempel ist PMG-2010b (Sammlg. José A. Junges):

PMG-2010b (JJ) 1878-1884

Kurz darauf wurde auch PMG-2010c (Sammlg. Karlheinz Wittig) verwendet, den es auch in Blau gibt:

PMG-2010c (KW) 1878-1897
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Carimbologia O-P

Porto de Pedras, Alagoas (PAL-0180)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das Provincias de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, 1848

Other names: Porto da(s) Pedra(s), Porto Real de Aguas Bellas

Originally, this was the Freguesia de Nossa Senhora da Glória do Porto de Pedras, which belonged to the Vila de Porto Calvo. It was situated at the mouth of the Manguaba River where it flows into the Atlantic Ocean, 130 kilometres north-east of what would later become the provincial capital, Maceió. In December 1815, it became the Vila de Porto de Pedras. In July 1864, it lost this status when it was downgraded from Porto Calvo. Since November 1868, Porto de Pedras has once again been an independent municipality and also a town.

According to a report by the Imperial Ministry, the local post office was established in September 1847:

Relatório do Ministério do Império, 1847

The only imperial postmark discovered to date is PAL-0180b (image from the internet):

PAL-0180b (EB) 1889
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outros nomes: Porto da(s) Pedra(s), Porto Real de Águas Bellas

Originalmente, tratava-se da Freguesia de Nossa Senhora da Glória do Porto de Pedras, que fazia parte da Vila de Porto Calvo. Localizava-se na foz do rio Manguaba no Oceano Atlântico, a 130 quilômetros a nordeste da futura capital provincial, Maceió. Em dezembro de 1815, tornou-se a Vila de Porto de Pedras. Em julho de 1864, perdeu esse status ao ser rebaixada de Porto Calvo. Desde novembro de 1868, Porto de Pedras é novamente um município autônomo e também uma cidade.

De acordo com um relatório do Ministério do Império, a agência dos correios local foi criada em setembro de 1847:

Relatório do Ministério do Império, 1847

O único carimbo postal imperial registrado até o momento é o PAL-0180b (imagem da internet):

PAL-0180b (EB) 1889
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Andere Namen: Porto da(s) Pedra(s), Porto Real de Aguas Bellas

Ursprünglich war dies die Freguesia de Nossa Senhora da Glória do Porto de Pedras, die zur Vila de Porto Calvo gehörte. Sie lag an der Mündung des Manguaba in den Atlantik, 130 Kilometer nordöstlich der späteren Provinzhauptstadt Maceió. Im Dezember 1815 wurde sie zur Vila de Porto de Pedras. Im Juli 1864 verlor sie diesen Status, als sie von Porto Calvo herabgestuft wurde. Seit November 1868 ist Porto de Pedras wieder ein eigenständiger Município und auch eine Stadt.

Laut einem Bericht des Imperialministeriums wurde das örtliche Postamt im September 1847 ins Leben gerufen:

Relatorio do Ministerio do Imperio, 1847

Der bisher einzige kaiserliche Poststempel ist PAL-0180b (Abb. aus dem Internet):

PAL-0180b (EB) 1889
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Carimbologia O-P

Porto de Moz, Pará (PPA-0205)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das Provincias do Grão Pará e Alto Amazonas, 1850

Other names: Aldeamento Maturu

The indigenous village of Aldeamento Maturu was founded around 1639 on the eastern bank of the Xingu, near its confluence with the Amazon and 460 km west of what would later become the provincial capital, Belém do Pará. In 1758 (another source cites June 1775), the settlement became the Vila de São Braz do Porto de Moz, which was granted town status in November 1890. In November 1930, it was downgraded to a districto within the municipality of Gurupá. As a districto, Porto de Moz was placed under the jurisdiction of the municipality of Xingu in October 1935. Since December 1937, Porto de Moz has once again been an independent municipality. As is common with many municipalities in the province of Pará, the place name derives from a small Portugal town, this one in the region of Leiria.

Reports in the Rio de Janeiro press indicate that the local post office was created in November 1863:

A Actualidade/RJ, 20 November 1863

The oldest postmark to date is PPA-0205a (José A. Junges collection):

PPA-0205a (JJ) 1866ff

Towards the end of the Brazilian Empire, this was followed by PPA-0205b (José A. Junges collection):

PPA-0205b (JJ) 1889–1907
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outros nomes: Aldeamento Maturu

O aldeamento indígena Maturu surgiu por volta de 1639, na margem leste do rio Xingu, próximo à sua foz no rio Amazonas e a 460 km a oeste da futura capital provincial, Belém do Pará. Em 1758 (outra fonte menciona junho de 1775), o povoado passou a se chamar Vila de São Braz do Porto de Moz, que foi elevada à categoria de cidade em novembro de 1890. Em novembro de 1930, foi rebaixada a distrito no município de Gurupá. Como distrito, Porto de Moz foi subordinado ao município de Xingu em outubro de 1935. Desde dezembro de 1937, Porto de Moz é novamente um município autônomo. Como é comum em muitos municípios do estado do Pará, o nome da localidade tem origem em uma pequena cidade portuguesa, esta na região de Leiria.

A imprensa do Rio de Janeiro informa que a agência dos correios local foi inaugurada em novembro de 1863:

A Actualidade/RJ, 20/11/1863

O carimbo postal mais antigo encontrado até o momento é o PPA-0205a (Coleção José A. Junges):

PPA-0205a (JJ) 1866ff

No final do Império, surgiu ainda o PPA-0205b (coleção de José A. Junges):

PPA-0205b (JJ) 1889-1907
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Andere Namen: Aldeamento Maturu

Das Indianerdorf Aldeamento Maturu entstand um 1639 am Ostufer des Xingu, nahe dessen Mündung in den Amazonas und 460 km westlich der späteren Provinzhauptstadt Belém do Pará. Im Jahr 1758 (eine andere Quelle nennt den Juni 1775) wurde die Siedlung zur Vila de São Braz do Porto de Moz, die im November 1890 zur Stadt erhoben wurde. Im November 1930 erfolgte die Herabstufung zum Distrito im Município de Gurupá. Als Distrito wurde Porto de Moz im Oktober 1935 dem Município de Xingu untergeordnet. Seit Dezember 1937 ist Porto de Moz wieder ein eigenständiger Município. Wie bei vielen Gemeinden der Provinz Pará üblich, stammt der Ortsname aus einem portugiesischen Städtchen, diesmal in der Region Leiria.

Aus der Presse in Rio de Janeiro geht hervor, dass das örtliche Postamt im November 1863 entstanden ist:

A Actualidade/RJ, 20.11.1863

Der bisher älteste Poststempel ist PPA-0205a (Sammlg. José A. Junges):

PPA-0205a (JJ) 1866ff

Gegen Ende des brasilianischen Kaiserreichs folgte PPA-0205b (Sammlg. José A. Junges):

PPA-0205b (JJ) 1889-1907
Categories
Carimbologia O-P

Porto de Lençóes, São Paulo (PSP-0980)

Cia Sorocabana e Ytuana, 1898 (IBGE)

This river port, operated by the Companhia Paulista de Navegação Fluvial, came into operation on the River Tietê around 1874. It was situated in the municipality of Lençóis (then spelled Lençóes), presumably near what is now Porto de Santa Amélia on the south bank, some 280 kilometres north-west of the provincial capital, São Paulo. In December 1912, the area was transferred to the District of Bocaiúva. Bocaiúva became a municipality in October 1924 and has been known as Macatuba since November 1944.

R. Koester writes in Carimbologia XXXII that there was a railway station post office at the harbour, as the inscription on postmark PSP-0980a is misleading. In fact, however, a railway station in Lençóis was not opened until 1898. According to the regional press, the postal service had already reached the harbour as early as May 1887.

Correio Paulistano, 10 May 1887

According to Koester, the post office was closed in July 1900, presumably due to the new and faster railway link to the region. The imperial postmark is PSP-0980a (image from the internet):

PSP-0980a (EB) 1888–1897
Carlos D. Rath: Provincia de São Paulo, 1886

Este porto da Companhia Paulista de Navegação Fluvial entrou em operação por volta de 1874, no rio Tietê. Ele ficava no município de Lençóis (então escrito Lençóes), provavelmente nas proximidades do atual Porto de Santa Amélia, na margem sul, a cerca de 280 quilômetros a noroeste da capital da província de São Paulo. Em dezembro de 1912, a área passou a pertencer ao Distrito de Bocaiúva. Bocaiúva tornou-se município em outubro de 1924 e, desde novembro de 1944, leva o nome de Macatuba.

R. Koester escreve em Carimbologia XXXII que havia ali uma agência postal na estação ferroviária do porto, a partir da inscrição no carimbo postal PSP-0980a. Na verdade, porém, a estação ferroviária de Lençóis só foi inaugurada em 1898. Por outro lado, segundo a imprensa regional, os serviços postais chegaram ao porto já em maio de 1887.

Correio Paulistano, 10/05/1887

Koester escreve que a agência postal foi fechada em julho de 1900, provavelmente devido à nova e mais rápida conexão ferroviária da região. O carimbo postal imperial é o PSP-0980a (fig. da internet):

PSP-0980a (EB) 1888-1897
J.M. Ribeiro Lisboa: Provincia de São Paulo, 1884

Dieser Flusshafen der Companhia Paulista de Navegação Fluvial wurde um 1874 am Tietê in Betrieb genommen. Er lag im Município de Lençóis (damals Lençóes geschrieben), vermutlich in der Nähe des heutigen Porto de Santa Amélia am Südufer, rund 280 Kilometer nordwestlich der Provinzhauptstadt São Paulo. Im Dezember 1912 ging das Areal zum Distrito de Bocaiúva über. Bocaiúva wurde im Oktober 1924 ein Município und heißt seit November 1944 Macatuba.

R. Koester schreibt in Carimbologia XXXII, dass es dort ein Bahnhofspostamt am Hafen gab, da die Inschrift am Poststempel PSP-0980a irreführend ist. Tatsächlich wurde ein Bahnhof in Lençóis jedoch erst 1898 eröffnet. Laut der regionalen Presse kam die Post bereits im Mai 1887 zum Hafen.

Correio Paulistano, 10.05.1887

Laut Koester wurde das Postamt im Juli 1900 geschlossen, wohl wegen der neuen und schnelleren Eisenbahnanbindung der Region. Der kaiserliche Poststempel ist PSP-0980a (Abb. Aus dem Internet):

PSP-0980a (EB) 1888-1897
Categories
Carimbologia O-P

Porto de João Alfredo (train station/Estação/Bahnhof), São Paulo (PSP-1025)

Cia. Sorocabana e Ytuana, 1898 (IBGE)

Other names: Artemis (1945)

Porto de João Alfredo station, operated by the E.F. Ytuana railway company (João Alfredo branch), opened in May 1887 in the municipality of Piracicaba on the east bank of the river of the same name, 170 km north-west of the provincial capital, São Paulo. In 1892, the railway line was transferred to the Cia. União Sorocabana e Ytuana in 1892, then to the Sorocabana Railway in 1907, and belonged to E.F. Sorocabana from 1919 until its closure in 1966 (estacoesferroviarias.com.br). Today, the tracks have been removed; until a few years ago, the station building served as a meeting place for Scouts.

Around 1900 (estacoesferroviarias.com.br)
In January 2025 (Photo: Milton de Moraes, on Google Maps)

Since January 1936, the station had been located in the Distrito de João Alfredo, in the Município de Piracicaba. The name commemorates João Alfredo Correia de Oliveira (1835–1919), who was Prime Minister at the time of the abolition of slavery (1888). However, both the district and the station were renamed Artemis after November 1944.

João Alfredo Correia de Oliveira (Photo: A. Henschel)

As reported by the press in Rio de Janeiro, a station post office was created in March 1888:

Cidade do Rio/RJ, 9 March 1888

The oldest postmark to date is PSP-1025a (image from the internet):

PSP-1025a (EB) 1892
Arthur D. Ribeiro: Estado de São Paulo, 1924

Outros nomes: Artemis (1945)

A estação Porto de João Alfredo, da companhia ferroviária E.F. Ytuana (ramal de João Alfredo), foi inaugurada em maio de 1887 no município de Piracicaba, na margem leste do rio de mesmo nome, a 170 km a noroeste da capital provincial, São Paulo. A linha ferroviária passou a pertencer à Cia. União Sorocabana e Ytuana, em 1907 para a Sorocabana Railway e, de 1919 até o fechamento em 1966, pertenceu à E.F. Sorocabana (estacoesferroviarias.com.br). Hoje, os trilhos foram removidos, e o prédio da estação ainda servia, há poucos anos, como ponto de encontro para escoteiros.

Por volta de 1900 (estacoesferroviarias.com.br)
Em janeiro de 2025 (Foto: Milton de Moraes, no Google Maps)

A partir de janeiro de 1936, a estação ficava no Distrito de João Alfredo, no Município de Piracicaba. O nome é uma homenagem a João Alfredo Correia de Oliveira (1835-1919), que foi primeiro-ministro na época da Abolição da Escravatura (1888). No entanto, após novembro de 1944, o distrito e a estação passaram a se chamar Artemis.

João Alfredo Correia de Oliveira (Foto: A. Henschel)

Conforme divulgado pela imprensa do Rio de Janeiro, uma agência dos correios na estação ferroviária foi inaugurada em março de 1888:

Cidade do Rio/RJ, 09/03/1888

O carimbo postal mais antigo encontrado até o momento é o PSP-1025a (imagem da internet):

PSP-1025a (EB) 1892
Mapa da viação ferrea do Estado de São Paulo, 1937

Andere Namen: Artemis (1945)

Der Bahnhof Porto de João Alfredo der Eisenbahngesellschaft E.F. Ytuana (João Alfredo-Zweig) wurde im Mai 1887 in der Gemeinde Piracicaba am Ostufer des gleichnamigen Flusses, 170 km nordwestlich der Provinzhauptstadt São Paulo, eröffnet. Die Bahnlinie wechselte 1892 zur Cia. União Sorocabana e Ytuana, 1907 zur Sorocabana Railway und gehörte von 1919 bis zur Stilllegung im Jahr 1966 zur E.F. Sorocabana (estacoesferroviarias.com.br). Heute sind die Gleise entfernt, das Bahnhofsgebäude diente noch vor weniger Jahren als Treffpunkt für Pfadfinder.

Ca. 1900 (estacoesferroviarias.com.br)
Im Januar 2025 (Foto: Milton de Moraes, auf Google Maps)

Nach Januar 1936 lag der Bahnhof im Distrito de João Alfredo, im Município de Piracicaba. Der Name erinnert an João Alfredo Correia de Oliveira (1835-1919), der Premierminister bei der Befreiung der Sklaven (1888) war. Allerdings wurden der Distrito und der Bahnhof nach November 1944 zu Artemis umbenannt.

João Alfredo Correia de Oliveira (Foto A. Henschel)

Wie die Presse aus Rio de Janeiro bekannt gab, wurde ein Bahnhofspostamt im März 1888 ins Leben gerufen:

Cidade do Rio/RJ, 09.03.1888

Der bisher älteste Poststempel ist PSP-1025a (Abb. aus dem Internet):

PSP-1025a (EB) 1892