
The Portuguese Luis da Cunha Pacheco e Menezes (1743–1819) was the governor of the capitanias of Goiás (1778–1783) and Minas Gerais (1783–1788). In 1784, he had a harbour built on the south bank of the Paraíba do Sul in the area that would later become Vila do Cantagalo, 200 kilometres north of the colonial capital, Rio de Janeiro. This enabled goods from Minas Gerais to be stored, taxed and transported on to Rio de Janeiro at what would later become the provincial border.

Some 15 years later, a further harbour was established a few kilometres further upstream, this time on the north bank and thus within Minas Gerais: Porto Novo do Cunha (PMG-2020). The reasons for this new settlement remain unclear. It is likely that a new trade route was established, or that there were issues because Cunha’s old harbour was situated in Rio de Janeiro.
As the new port developed rapidly, the growth of Porto Velho slowed. In October 1881, it was transferred to the then newly established Município do Carmo, which has been a Distrito since August 1890.
The press in Rio de Janeiro reported the establishment of a post office in Porto Velho do Cunha in October 1858:

The post office was closed in January 1861 and re-established ten months later:


The oldest postmark is PRJ-0805a, which was assigned the number 1420 by P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942):

Its successor, PRJ-0805b (José A. Junges Collection), appeared during the second period of operation:

Towards the end of the Empire, PRJ-0805c (José A. Junges collection) was also used:

In Carimbologia XXXII, R. Koester showed another postmark from Porto Velho do Cunha, PRJ-0805d, unfortunately without further details:

A catalogue from the D. Feldmann auction house features a mute postmark from there:


O português Luís da Cunha Pacheco e Menezes (1743-1819) foi o administrador das Capitanias de Goiás (1778-1783) e de Minas Gerais (1783-1788). Em 1784, ele mandou construir um porto na margem sul do rio Paraíba do Sul, na região da posterior Vila do Cantagalo, localizado 200 quilômetros ao norte da capital colonial, o Rio de Janeiro. Isso permitiu que as mercadorias provenientes de Minas Gerais fossem armazenadas, tributadas e encaminhadas para o Rio de Janeiro na futura fronteira provincial.

Cerca de 15 anos depois, a poucos quilômetros rio acima, surgiu outro porto, desta vez na margem norte e, portanto, em Minas Gerais: o Porto Novo do Cunha (PMG-2020). As razões para essa nova fundação ainda não estão claras. Presume-se que uma nova rota comercial tenha sido construída ou que houvesse problemas, já que o antigo porto de Cunha ficava no Rio de Janeiro.
Com o rápido avanço do novo porto, o desenvolvimento de Porto Velho desacelerou. Este passou, em outubro de 1881, a fazer parte do então recém-criado Município do Carmo, de que é um Distrito desde agosto de 1890.
A imprensa do Rio de Janeiro noticiou a criação de uma agência dos correios em Porto Velho do Cunha em outubro de 1858:

A agência foi fechada em janeiro de 1861 e recriada dez meses depois:


O carimbo postal mais antigo é o PRJ-0805a, que recebeu o nº 1420 de P. Ayres no Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942):

Seu sucessor, o PRJ-0805b (Coleção José A. Junges), surgiu no segundo período de operação da agência:

No final do Império, também foi utilizado o PRJ-0805c (Coleção José A. Junges):

R. Koester apresentou em Carimbologia XXXII outro carimbo de Porto Velho do Cunha, o PRJ-0805d, infelizmente sem mais detalhes:

De um catálogo da casa de leilões D. Feldmann provém a ilustração de um carimbo mudo daquela localidade:


Der Portugiese Luis da Cunha Pacheco e Menezes (1743-1819) war der Verwalter der Capitanias von Goiás (1778-1783) und Minas Gerais (1783-1788). Im Jahr 1784 ließ er einen Hafen am Südufer des Paraíba do Sul im Gebiet der späteren Vila do Cantagalo errichten, der sich 200 Kilometer nördlich der Kolonialhauptstadt Rio de Janeiro befand. Dadurch konnten die Waren aus Minas Gerais an der späteren Provinzgrenze gelagert, besteuert und nach Rio de Janeiro weiterbefördert werden.

Etwa 15 Jahre später entstand wenige Kilometer flussaufwärts ein weiterer Hafen, diesmal am Nordufer und damit in Minas Gerais: der Porto Novo do Cunha (PMG-2020). Die Gründe für diese Neugründung sind noch unklar. Vermutlich wurde eine neue Handelsstraße gebaut oder es gab Probleme, da Cunhas alter Hafen in Rio de Janeiro lag.
Mit dem raschen Fortschritt des neuen Hafens verlangsamte sich die Entwicklung des Porto Velho. Dieser ging im Oktober 1881 zum damals neu gegründeten Município do Carmo über, der seit August 1890 ein Distrito ist.
Die Presse aus Rio de Janeiro meldete eine Postamtgründung in Porto Velho do Cunha im Oktober 1858:

Die Agentur wurde im Januar 1861 geschlossen und zehn Monate später wieder gegründet:


Der älteste Poststempel ist PRJ-0805a, der von P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) die Nr. 1420 erhielt:

Sein Nachfolger PRJ-0805b (Sammlg. José A. Junges) erschien in der zweiten Betriebsperiode:

Gegen Ende des Kaiserreichs wurde auch PRJ-0805c (Sammlg. José A. Junges) verwendet:

R. Koester zeigte in Carimbologia XXXII einen weiteren Poststempel aus Porto Velho do Cunha, PRJ-0805d (RK), leider ohne weiter Angaben:

Aus einem Katalog des Auktionshauses D. Feldmann kommt die Abbildung eines stummen Poststempels von dort:
