
Probably this place was also originally a sugar cane plantation with processing facilities, a so-called ‘Engenho de Açúcar’. It was granted the status of ‘Vila’ in July 1779 and was situated on the north bank of the River Poxim (now known as the Poxinzinho), 70 kilometres south-west of what would later become the provincial capital, Maceió. In June 1866, Poxim lost its vila status when it was downgraded to a freguesia of the Vila de Coruripe. Its reinstatement as a município in February 1891 was short-lived: since around 1910, Poxim has been a distrito within the Município de Coruripe.
Two periods of operation for the local post office have been identified. The first began in 1845, as can be seen from the directory of imperial post offices (Tabella das Agências do Correio do Império, Rio de Janeiro, 1885), and ended in October 1847, as recorded in the minutes of the Imperial Ministry:

Nova Monteiro writes in Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; reprinted by SPP 1994–1999) that the decision to reopen the post office was taken in November 1849. This is likely to be a copying error, as exactly ten years later the Imperial Ministry reported this decision:

The Poxim post office was finally closed in December 1915, as Aldo Cardoso writes in Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969). The only imperial postmark known to date is PAL-0190b (José A. Junges collection):


Presume-se que este local também tenha sido, originalmente, um engenho de açúcar. Foi elevado à vila já em julho de 1779 e situava-se na margem norte do rio Poxim (hoje Poxinzinho), a 70 quilômetros a sudoeste da futura capital provincial, Maceió. Em junho de 1866, Poxim perdeu o status de vila ao ser rebaixado a freguesia da Vila de Coruripe. A nova elevação à categoria de município, em fevereiro de 1891, teve vida curta: desde aproximadamente 1910, Poxim é um distrito do município de Coruripe.
Foi possível identificar dois períodos de funcionamento da agência dos correios local. O primeiro teve início em 1845, conforme consta na Tabela das Agências do Correio do Império (Rio de Janeiro, 1885), e terminou em outubro de 1847, segundo o protocolo do Ministério do Império:

Nova Monteiro escreve em Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934–1935; reimpressão SPP 1994–1999) que a reabertura da agência postal foi decidida em novembro de 1849. Trata-se provavelmente de um erro de transcrição, pois exatamente dez anos depois o Ministério do Império comunicou essa decisão:

A agência postal de Poxim foi definitivamente fechada em dezembro de 1915, conforme escreve Aldo Cardoso em Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969). O único carimbo postal imperial registrado até o momento é o PAL-0190b (coleção de José A. Junges):


Vermutlich war auch dieser Ort ursprünglich eine Zuckerrohrplantage mit Verarbeitungsanlagen, ein sogenannter Engenho de Açúcar. Er wurde im Juli 1779 zur Vila ernannt und lag am Nordufer des Poxim (heute Poxinzinho), 70 Kilometer südwestlich der späteren Provinzhauptstadt Maceió. Im Juni 1866 verlor Poxim den Vila-Status, als es zu einer Freguesia der Vila de Coruripe abgestuft wurde. Die erneute Erhebung zum Município im Februar 1891 war nur von kurzer Dauer: Seit ca. 1910 ist Poxim ein Distrito im Município de Coruripe.
Es konnten zwei Betriebsperioden für das örtliche Postamt ermittelt werden. Die erste begann 1845, wie dem Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) zu entnehmen ist, und endete im Oktober 1847, wie dem Protokoll des Imperialministeriums zu entnehmen ist:

Nova Monteiro schreibt in Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; Nachdruck SPP 1994–1999), dass die Neueröffnung des Postamts im November 1849 beschlossen wurde. Dies dürfte ein Kopierfehler sein, denn genau zehn Jahre später meldete das Imperialministerium diesen Beschluss:

Das Postamt Poxim wurde im Dezember 1915 endgültig geschlossen, wie Aldo Cardoso in Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969) schreibt. Der bisher einzige kaiserliche Poststempel ist PAL-0190b (Sammlg. José A. Junges):
