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Carimbologia O-P

Paula/Paulo d’Almeida (train station/Estação/Bahnhof), Rio de Janeiro (PRJ-1840)

Almanak Laemmert, 1892

The Paulo de Almeida railway station was opened in October 1881 by the E. F. Sta. Isabel do Rio Preto railway company (Barra Line). It was located in the municipality of Valença, 150 kilometres northwest of the capital Rio de Janeiro. The railway line was transferred to V. F. Sapucahy in 1889, to Rede Sul-Mineira in 1910, and belonged to Rede Mineira de Viação from 1931 until it was decommissioned in 1961. Today, the tracks have been removed and the station building appears to be used as a residential building (estacoesferroviarias.com.br).

In September 2024 (Google Street View)

The station was named after Francisco Paulo de Almeida, Baron of Guaraciaba (1826–1901). He was a large landowner, banker and entrepreneur, as well as the richest black man in imperial Brazil and a financier for the construction of the E.F. Sta. Isabel.

Paulo d’Almeida (Wikipedia)

As R. Koester writes in Carimbologia XXX, in January 1884 a station post office was created. The oldest postmark is PRJ-1840a (Fig. Felipe Piccinini), on which the station is incorrectly written as Paula d’Almeida:

PRJ-1840a (FP) 1885-1887

This was followed by PRJ-1840b (Fig. Luiz C. Fritzen), now with the corrected name:

PRJ-1840b (LCF) 1893-1897
E.F. Central do Brasil, 1890

A estação Paulo de Almeida foi inaugurada em outubro de 1881 pela E. F. Sta. Isabel do Rio Preto (linha da Barra). Ela ficava no município de Valença, 150 quilômetros a noroeste da capital Rio de Janeiro. A linha ferroviária passou para a V. F. Sapucahy em 1889, para a Rede Sul-Mineira em 1910 e pertenceu à Rede Mineira de Viação de 1931 até ao seu encerramento em 1961. Hoje, os trilhos foram removidos e o edifício da estação parece servir como residência (estacoesferroviarias.com.br).

Em setembro de 2024 (Google Street View)

O nome relembra Francisco Paulo de Almeida, Barão de Guaraciaba (1826-1901). Ele era um latifundiário cafeicultor, banqueiro e empresário, além de ser o negro mais rico do Brasil imperial e financiador da construção da E.F. Sta. Isabel.

Paulo d’Almeida (Wikipedia)

Como escreve R. Koester em Carimbologia XXX, em janeiro de 1884 foi criada uma agência postal na estação. O carimbo postal mais antigo é o PRJ-1840a (fig. Felipe Piccinini), no qual a estação ferroviária está erroneamente escrita como Paula d’Almeida:

PRJ-1840a (FP) 1885-1887

Seguiu-se o PRJ-1840b (fig. Luiz C. Fritzen), agora com o nome corrigido:

PRJ-1840b (LCF) 1893-1897
agenciaspostais.com.br

Der Bahnhof Paulo de Almeida wurde im Oktober 1881 durch die Eisenbahngesellschaft E. F. Sta. Isabel do Rio Preto (Barra-Linie) eröffnet. Er lag im Município de Valença, 150 Kilometer nordwestlich der Hauptstadt Rio de Janeiro. Die Bahnlinie wechselte 1889 zur V. F. Sapucahy, 1910 zur Rede Sul-Mineira und gehörte von 1931 bis zur Stilllegung im Jahr 1961 zur Rede Mineira de Viação. Heute sind die Gleise entfernt und das Bahnhofsgebäude scheint als Wohnhaus zu dienen (estacoesferroviarias.com.br).

Im September 2024 (Google Street View)

Namensgeber war Francisco Paulo de Almeida, Baron von Guaraciaba (1826–1901). Er war Großgrundbesitzer, Bankier und Unternehmer sowie der reichste Schwarze im kaiserlichen Brasilien und Geldgeber für den Bau der E.F. Sta. Isabel.

Paulo d’Almeida (Wikipedia)

Wie R. Koester in Carimbologia XXX schreibt, wurde im Januar 1884 beschlossen, ein Postamt am Bahnhof einzurichten. Der älteste Poststempel ist PRJ-1840a (Abb. Felipe Piccinini), auf dem der Bahnhof fälschlicherweise Paula d’Almeida geschrieben wird:

PRJ-1840a (FP) 1885-1887

Es folgte PRJ-1840b (Abb. Luiz C. Fritzen), nun mit dem korrigierten Namen:

PRJ-1840b (LCF) 1893-1897
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Carimbologia O-P

Paulo Affonso, Alagoas (PAL-0140)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das Provincias de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, 1848

See also Matta Grande (MAL-0270)

The settlement was originally called Mata do Pau Grande and existed since 1808. It belonged to the Freguesia de Tacaratu (today in the state of Pernambuco) and was located near the west bank of the Rio dos Cabaços and the Serra da Mata Grande, 270 kilometres west of the later provincial capital Maceió. In 1835, the chapel of N. Sra. da Conceição da Mata Grande was consecrated. It was subordinate to the Vila de Porto da Folha and was declared both a vila and a freguesia in March 1837. In May 1846, it was downgraded again to the parish of Porto da Folha and in June 1852 it was upgraded again to a village. This was followed by two changes to the place name: in April 1870 it was changed to Paulo Afonso (a town since June 1902) and in May 1929 this municipality was given the name Mata Grande, as it is spelt today.

Mata Grande post office, around 1972 (photo: IBGE)

Three dates have been found for the creation of the local post office. The first was in June 1834, as Aldo Cardoso writes in ‘Contribuição para a História dos Correios de Alagoas’ (Maceió, 1969). A second time in 1844, as shown in the directory of imperial post offices (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885). The post office was closed in October 1847, as reported by the official press in Rio de Janeiro.

Gazeta Official/RJ, 13.10.1847

According to the minutes of the Imperial Ministry, the Matta Grande post office was re-established in November 1859.

Expediente do Ministerio do Imperio, November 14, 1859

The only imperial postmark featuring Paulo Affonso to date is PAL-0140a (illustration by Koester, in Carimbologia XXX). It incorrectly spells the place name as ‘Affonço’:

PAL-0140a (RK) 1887

For postmarks featuring Matta Grande, see MAL-0270.

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Ver também Matta Grande (MAL-0270)

O povoado chamava-se originalmente Mata do Pau Grande e existia desde 1808. Pertencia à Freguesia de Tacaratu (hoje no estado de Pernambuco) e ficava próximo à margem oeste do Rio dos Cabaços e à Serra da Mata Grande, 270 quilômetros a oeste da futura capital provincial Maceió. Em 1835, foi inaugurada a capela N. Sra. da Conceição da Mata Grande. Ela estava subordinada à Vila de Porto da Folha e, em março de 1837, foi declarada simultaneamente vila e freguesia. Em maio de 1846, foi novamente rebaixada a freguesia de Porto da Folha e, em junho de 1852, voltou a ser vila. Seguiram-se duas mudanças no nome do local: em abril de 1870, foi alterado para Paulo Afonso (cidade desde junho de 1902) e, em maio de 1929, a cidade recebeu o nome de Mata Grande, como se escreve hoje.

Correios de Mata Grande, por volta de 1972 (Foto: IBGE)

Foram encontradas três datas de criação para os correios locais. A primeira em junho de 1834, como escreve Aldo Cardoso em “Contribuição para a História dos Correios de Alagoas” (Maceió, 1969). Outra vez em 1844, conforme consta na Tabella das Agencias do Correio do Império (Rio de Janeiro, 1885). A agência dos correios foi fechada em outubro de 1847, conforme noticiou a imprensa oficial do Rio de Janeiro.

Gazeta Oficial/RJ, 13/10/1847

De acordo com o protocolo do Ministério Imperial, a agência postal de Matta Grande foi reaberta em novembro de 1859.

Expediente do Ministério do Império, 14.11.1859

O único carimbo postal imperial com Paulo Affonso até agora é o PAL-0140a (fig. Koester, em Carimbologia XXX). Nele, o topônimo está escrito incorretamente como “Affonço”:

PAL-0140a (RK) 1887

Para carimbos postais com Matta Grande, consulte MAL-0270.See also Matta Grande (MAL-0270)

Carta Corographica do Estado de Alagoas, 1893

Siehe auch Matta Grande (MAL-0270)

Die Siedlung hieß ursprünglich Mata do Pau Grande und bestand seit 1808. Sie gehörte zur Freguesia de Tacaratu (heute im Bundesstaat Pernambuco) und lag in der Nähe des Westufers des Rio dos Cabaços sowie der Serra da Mata Grande, 270 Kilometer westlich der späteren Provinzhauptstadt Maceió. Im Jahr 1835 wurde die Kapelle N. Sra. da Conceição da Mata Grande eingeweiht. Sie war der Vila de Porto da Folha untergeordnet und wurde im März 1837 gleichzeitig zur Vila und Freguesia erklärt. Im Mai 1846 erfolgte die erneute Herabstufung zur Freguesia von Porto da Folha und im Juni 1852 der Wiederaufstieg zur Vila. Es folgten zwei Änderungen des Ortsnamens: Im April 1870 wurde er zu Paulo Afonso geändert (Stadt seit Juni 1902) und im Mai 1929 erhielt die Stadt den Namen Mata Grande wieder, wie er heute lautet.

Postamt Mata Grande um 1972 (Foto: IBGE)

Es wurden drei Entstehungsdaten für das örtliche Postamt gefunden. Erstmals im Juni 1834, wie Aldo Cardoso in „Contribuição para a História dos Correios de Alagoas” (Maceió, 1969) schreibt. Ein weiteres Mal im Jahr 1844, wie aus dem Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) hervorgeht. Das Postamt wurde im Oktober 1847 geschlossen, wie die Amtspresse aus Rio de Janeiro meldete.

Gazeta Official/RJ, 13.10.1847

Laut Protokoll des Kaiserlichen Ministeriums wurde das Postamt Matta Grande im November 1859 erneut ins Leben gerufen.

Expediente do Ministerio do Imperio, 1859

Der bisher einzige kaiserliche Poststempel mit Paulo Affonso ist PAL-0140a (Abb. Koester, in Carimbologia XXX). Dabei wird der Ortsname fälschlicherweise „Affonço” geschrieben:

PAL-0140a (RK) 1887

Für Poststempel mit Matta Grande siehe MAL-0270.

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Carimbologia O-P

Paulista, Minas Gerais (PMG-3945)

Provincia de Minas Geraes, 1873

Other names: S. José dos Paulistas, Paulistas (1938)

Originally, the place was a district of Vila do Serro and, according to old maps, was located at the mouth of the Turvo Grande River, 360 kilometres north of the provincial capital Ouro Preto. In June 1876, it became the Freguesia de São José dos Paulistas. In September 1923, it became part of the municipality of Sabinópolis as a district. In December 1938, the place name was shortened to Paulistas. Paulistas has been an independent municipality since December 1953. Local legend has it that the first inhabitant was a saddler from São Paulo.

Both Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) and R. Koester (Carimbologia XXX) write that the local post office was created in November 1881. This is confirmed by the press in Rio de Janeiro:

Jornal do Commercio/RJ 12.11.1881

The only imperial postmark to date is PMG-3945a (fig. Koester, op. cit.):

PMG-3945a (RK) 1889-1899
Estado de Minas Geraes, 1910

Outros nomes: S. José dos Paulistas, Paulistas (1938)

Originalmente, o local era um distrito da Vila do Serro e, de acordo com mapas antigos, ficava na foz do Turvo Grande, 360 quilômetros ao norte da capital provincial, Ouro Preto. Em junho de 1876, tornou-se a Freguesia de São José dos Paulistas. Em setembro de 1923, tornou-se um distrito do município de Sabinópolis. Em dezembro de 1938, o nome do local foi abreviado para Paulistas. Desde dezembro de 1953, Paulistas é um município independente. Uma lenda local diz que o primeiro morador foi um seleiro de São Paulo.

Tanto Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) quanto R. Koester (Carimbologia XXX) escrevem que a agência dos correios local foi criada em novembro de 1881. Isso é confirmado pela imprensa do Rio de Janeiro:

Jornal do Commercio/RJ 12.11.1881

O único carimbo postal imperial até agora é o PMG-3945a (fig. Koester, op. cit.):

PMG-3945a (RK) 1889-1899
Google Maps

Andere Namen: S. José dos Paulistas, Paulistas (1938)

Ursprünglich war der Ort ein Distrikt der Vila do Serro und lag laut alten Karten an der Mündung des Turvo Grande, 360 Kilometer nördlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto. Im Juni 1876 wurde er zur Freguesia de São José dos Paulistas. Im September 1923 wurde er als Distrito Teil der Gemeinde Sabinópolis. Im Dezember 1938 wurde der Ortsname zu Paulistas abgekürzt. Seit Dezember 1953 ist Paulistas ein eigenständiger Município. Eine lokale Legende besagt, dass der erste Bewohner ein Sattler aus São Paulo war.

Sowohl Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) als auch R. Koester (Carimbologia XXX) schreiben, dass das dortige Postamt im November 1881 entstand. Dies wird durch die Presse aus Rio de Janeiro bestätigt:

Jornal do Commercio/RJ 12.11.1881

Der bisher einzige kaiserliche Poststempel ist PMG-3945a (Abb. Koester, op. cit.):

PMG-3945a (RK) 1889-1899
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Carimbologia O-P

Pau Grosso, Minas Gerais (PMG-1860)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Other names: Pau Grande, Baldim (1917)

The Freguesia de São Bernardo de Pau Grosso existed since November 1873 and belonged to the Município de Santa Luzia. It was located near the east bank of the Rio das Velhas, 200 kilometres north of the provincial capital Ouro Preto. In September 1917, the town was renamed Baldim and in December 1938 it became part of the municipality of Jaboticatubas. Baldim has been an independent municipality since December 1948. The name is said to come from a landowner named Ubaldino or Balduíno. The name ‘Pau Grosso’ (thick trunk) is said to refer to a legendary Jequitibá tree.

Cariniana Sp.

According to the regional press, there had been a post office there since July 1888:

A Provincia de Minas, 02.08.1888

However, the place was mentioned as Pau Grande (Big Tree), which led to years of confusion – and certainly also to ridicule in the region. Nevertheless, the incorrect name spread, as can be seen from an earlier press report from Rio de Janeiro:

Jornal do Commercio/RJ, 26 July 1888

It cannot therefore be ruled out that postmarks with the incorrect place name exist. The only postmark with Pau Grosso in the 19th century is PMG-1860a (Fig. Márcio Protzner):

PMG-1860a (MP) 1900
Provincia de Minas Geraes, 1873

Outros nomes: Pau Grande, Baldim (1917)

A Freguesia de São Bernardo de Pau Grosso existia desde novembro de 1873 e pertencia ao Município de Santa Luzia. Situava-se perto da margem leste do Rio das Velhas, 200 quilômetros ao norte da capital provincial, Ouro Preto. Em setembro de 1917, o local foi renomeado para Baldim e, em dezembro de 1938, passou a pertencer ao município de Jaboticatubas. Desde dezembro de 1948, Baldim é um município independente. O nome teria origem em um proprietário de terras chamado Ubaldino ou Balduíno. O nome “Pau Grosso” se refere a um jequitibá lendário.

Cariniana Sp.

Conforme noticiado pela imprensa regional, havia uma agência dos correios no local desde julho de 1888:

A Provincia de Minas, 02.08.1888

No entanto, o local foi mencionado como Pau Grande, o que causou anos de confusão – e certamente também zombarias na região. O nome errado se espalhou, como mostra uma nota anterior do Rio de Janeiro:

Jornal do Commercio/RJ, 26/07/1888

Portanto, não se pode excluir a possibilidade de existirem carimbos postais com o topônimo incorreto. O único carimbo postal com Pau Grosso no século XIX é o PMG-1860a (fig. Márcio Protzner):

PMG-1860a (MP) 1900
Estado de Minas Geraes, 1910

Andere Namen: Pau Grande, Baldim (1917)

Die Freguesia de São Bernardo de Pau Grosso bestand seit November 1873 und gehörte zum Município de Santa Luzia. Sie lag nah am Ostufer des Rio das Velhas, 200 Kilometer nördlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto. Im September 1917 wurde der Ort in Baldim umbenannt und wechselte im Dezember 1938 als solcher zum Município de Jaboticatubas. Seit Dezember 1948 ist Baldim eine eigenständige Gemeinde. Der Name soll von einem Landbesitzer namens Ubaldino oder Balduíno stammen. Der Name „Pau Grosso” (dicker Stamm) soll sich auf einen sagenumwobenen Jequitibá beziehen.

Cariniana Sp.

Wie die regionale Presse meldete, gab es dort seit Juli 1888 ein Postamt:

A Provincia de Minas, 02.08.1888

Allerdings wurde der Ort als Pau Grande (Großer Stamm) erwähnt, was zu jahrelangen Verwechslungen – und sicher auch zu Spott in der Region – führte. Der falsche Name hat sich dennoch ausgebreitet, wie aus einer früheren Pressemeldung aus Rio de Janeiro hervorgeht:

Jornal do Commercio/RJ, 26.07.1888

Es ist daher nicht auszuschließen, dass Poststempel mit dem falschen Ortsnamen existieren. Der bisher einzige Poststempel mit Pau Grosso im 19. Jahrhundert ist PMG-1860a (Abb. Márcio Protzner):

PMG-1860a (MP) 1900
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Carimbologia O-P

Pará-Curú, Ceará (PCE-0402)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Other names: Parazinho, Pará do Curu, Paracuru

See also São Gonçalo (SCE-0287); Trahiry (TCE-0340)

The history of this locality is inextricably linked to the neighbouring municipalities of São Gonçalo (now São Gonçalo do Amarante) and Trairi. From March 1842, Parazinho was a district at the mouth of the Curu River on the Atlantic coast, 90 kilometres northwest of the provincial capital Fortaleza. In November 1863, it was subordinated to the Vila de Trairi as Freguesia de Nossa Senhora dos Remédios de Parazinho. This was followed by four promotions to Vila or Município: in November 1868, October 1890, May 1931 and finally in November 1951, as Paracuru.

In the meantime, Parazinho (or Pará-Curú) was downgraded three times: in August 1874 as a freguesia of the municipality of Trairi and in August 1921 and August 1935 as a distrito of São Gonçalo.

It seems that there was no post office there until the end of the Empire, as no Para-Curú post office was listed in June 1888, although it was mentioned in the regional press in July 1889.

A Constituição, 14 July 1889

However, the postal service did not last long, as a reopening of the Pará-Curú post office was announced in the Postal Bulletin (Boletim Postal) for November 1890. No imperial postmark from Pará-Curú has been seen to date.

Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Outros nomes: Parazinho, Pará do Curu, Paracuru

Veja também São Gonçalo (SCE-0287); Trahiry (TCE-0340)

A história desta localidade está estreitamente ligada às dos municípios vizinhos de São Gonçalo (hoje São Gonçalo do Amarante) e Trairi. A partir de março de 1842, Parazinho era um distrito situado na foz do rio Curu, no Atlântico, 90 quilômetros a noroeste da capital do estado, Fortaleza. Em novembro de 1863, foi subordinado à Vila de Trairi como Freguesia de Nossa Senhora dos Remédios de Parazinho. Seguiram-se quatro ascensões como Vila ou Município: em novembro de 1868, outubro de 1890, maio de 1931 e, finalmente, novembro de 1951, como Paracuru.

Entretanto, Parazinho (ou Pará-Curú) foi rebaixado três vezes: em agosto de 1874 como freguesia do município de Trairi e em agosto de 1921 e agosto de 1935 como distrito de São Gonçalo.

Parece que só no final do Império é que passou a existir uma agência dos correios, uma vez que em junho de 1888 ainda não havia nenhuma agência dos correios listada, mas em julho de 1889 essa agência foi mencionada na imprensa regional.

A Constituição, 14.07.1889

No entanto, o serviço postal não durou muito tempo, pois para novembro de 1890 foi anunciada a reabertura da agência postal de Pará-Curú no Boletim Postal. Até o momento, nenhum carimbo postal imperial de Pará-Curú foi encontrado.

Sociedade Geológica e Mineralógica, 1910

Andere Namen: Parazinho, Pará do Curu, Paracuru

Siehe auch São Gonçalo (SCE-0287); Trahiry (TCE-0340)

Die Geschichte dieser Ortschaft ist untrennbar mit den Nachbargemeinden São Gonçalo (heute São Gonçalo do Amarante) und Trairi verbunden. Ab März 1842 war Parazinho ein Distrikt an der Mündung des Curu in den Atlantik, 90 Kilometer nordwestlich der Provinzhauptstadt Fortaleza. Im November 1863 wurde sie als Freguesia de Nossa Senhora dos Remédios de Parazinho der Vila de Trairi untergeordnet. Es folgten vier Aufstiege als Vila bzw. Município: im November 1868, im Oktober 1890, im Mai 1931 und schließlich im November 1951, in der heutigen Schreibweise Paracuru.

Zwischendurch wurde Parazinho (oder Pará-Curú) dreimal herabgestuft: im August 1874 als Freguesia von der Gemeinde Trairi und im August 1921 bzw. im August 1935 als Distrito von São Gonçalo.

Ein Postamt scheint es dort erst am Ende des Kaiserreichs gegeben zu haben, da im Juni 1888 noch keine Postagentur in Paracuru verzeichnet war, die jedoch im Juli 1889 in der regionalen Presse erwähnt wurde.

A Constituição, 14.07.1889

Der Postbetrieb währte jedoch nicht lange, denn im November 1890 wurde eine Wiedereröffnung des Postamts Pará-Curú im Postbulletin (Boletim Postal) gemeldet. Bisher wurde kein kaiserlicher Poststempel von Pará-Curú gesehen.

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Carimbologia O-P

Paty (train station/Estação/Bahnhof), Rio de Janeiro (PRJ-2500)

Estações (…) do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Geraes, 1880

Other names: Ubá (Est./1867), Andrade Pinto (Est./1929)

See also Ubá (train station, URJ-1915)

Ubá station was inaugurated in May 1867 by the E.F. Dom Pedro II Railway Company and was located on the main line at Vassouras, about 150 km north of the capital Rio de Janeiro. In 1886, the station name changed to Paty, probably to avoid confusion with Ubá in Minas Gerais (UMG-3235/6). The line passed to E.F. Central do Brasil in 1889 and from 1975 to 1996 it belonged to Rede Ferroviária Federal S.A. (estacoesferroviarias.com.br).  The village around the station continued to grow and in September 1909 became a district called Paty. In 1929 the station name changed again, this time to Andrade Pinto, and the district followed this change in December 1938. Today the station building still stands:

Ca. 1930 (estacoesferroviarias.com.br)
In 2017 (Photo: Bruno Tavares, on estacoesferroviarias.com.br)

As Paulo Novaes writes on agenciaspostais.com.br, there was a post office at Ubá railway station from July 1867 onwards. The agency is said to have been renamed Paty in October 1886. The first station postmark bearing the name Paty is PRJ-2500a (illustration by Koester in Carimbologia XXX).

PRJ-2500a (RK) 1887-1888ff

For cancellations with Ubá (station), see URJ-1915.

Almanak Laemmert, 1892

Outros nomes: Ubá (Est./1867), Andrade Pinto (Est./1929)

Ver também Ubá (Estação, URJ-1915)

A estação de Ubá foi inaugurada em maio de 1867 pela E.F. Dom Pedro II e estava localizada na Linha do Centro em Vassouras, cerca de 150 km ao norte da capital Rio de Janeiro. Em 1886, o nome da estação mudou para Paty, provavelmente para evitar confusão com Ubá em Minas Gerais (UMG-3235/6). A linha passou para a E.F. Central do Brasil em 1889 e de 1975 a 1996 pertenceu à Rede Ferroviária Federal S.A. (estacoesferroviarias.com.br).  A povoação ao redor da estação continuou a crescer, e em setembro de 1909 tornou-se um distrito chamado Paty. Em 1929 o nome da estação mudou novamente, desta vez para Andrade Pinto, e o distrito seguiu esta mudança em dezembro de 1938. Hoje o prédio da estação ainda está de pé:

Ca. 1930 (estacoesferroviarias.com.br)
Em 2017 (Foto: Bruno Tavares, em estacoesferroviarias.com.br)

Como escreve Paulo Novaes em agenciaspostais.com.br, a partir de julho de 1867 havia uma agência dos correios na estação ferroviária de Ubá. A mudança do nome da agência para Paty teria ocorrido em outubro de 1886. O primeiro carimbo da estação com o nome Paty é o PRJ-2500a (fig. Koester em Carimbologia XXX).

PRJ-2500a (RK) 1887-1888ff

Para carimbos com Ubá (estação ferroviária), ver URJ-1915.

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Andere Namen: Ubá (Bahnhof, 1867), Andrade Pinto (Est./1929)

Siehe auch Ubá (Bahnhof, URJ-1915)

Der Bahnhof Ubá wurde im Mai 1867 durch die E.F. Dom Pedro II Bahngesellschaft eingeweiht und lag auf der Hauptlinie bei Vassouras, ca. 150 km nördlich der Hauptstadt Rio de Janeiro entfernt. 1886 wechselte der Bahnhofsname zu Paty, wohl um Verwechslungen zu Ubá in Minas Gerais (UMG-3235/6) zu vermeiden. Die Linie ging 1889 zur E.F. Central do Brasil über und von 1975 bis 1996 gehörte sie der Rede Ferroviária Federal S.A. (estacoesferroviarias.com.br).  Der Ort um den Bahnhof wuchs weiter und wurde im September 1909 zu einem Distrikt namens Paty. 1929 änderte sich der Bahnhofname abermals, nun zu Andrade Pinto, der Distrikt folgte dieser Änderung im Dezember 1938. Heute steht noch das Bahnhofsgebäude:

Ca. 1930 (estacoesferroviarias.com.br)
Im Jahr 2017 (Foto: Bruno Tavares, estacoesferroviarias.com.br)

Wie Paulo Novaes auf agenciaspostais.com.br schreibt, gab es ab Juli 1867 ein Postamt am Bahnhof Ubá. Die Umbenennung der Agentur in Paty soll im Oktober 1886 erfolgt sein. Der erste Bahnhofsstempel mit dem Namen Paty ist PRJ-2500a (Abb. Koester in Carimbologia XXX)

PRJ-2500a (RK) 1887-1888ff

Für Stempel mit Ubá (Bahnhof) siehe URJ-1915).

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Carimbologia O-P

Paty do Alferes, Rio de Janeiro (PRJ-0770)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Other names: Roça do Alferes, Pati do Alferes

The Freguesia de N. Sra. da Conceição do Paty do Alferes existed since January 1755, was located 120 km north of the colonial capital Rio de Janeiro. In February 1820, it became a vila, but in January 1833 it was downgraded to a distrito of the vila de Vassouras. In December 1987, it was finally promoted again to the municipality of Pati do Alferes, which has been written Paty do Alferes again since August 1989. The Alferes (ensign) was a former landowner in the region and was allegedly named Leonardo Cardoso da Silva. Pati is a palm tree of the Arecaceae family:

Syagrus botriophora (photo: jardineiro.net)

Nova Monteiro writes in Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; reprinted by SPP 1994–1999) that there had been a post office there since June 1829. This was closed in June 1861, as reported by the press in Rio de Janeiro:

Correio Mercantil, 29 June 1861

However, the agency was soon reopened in October 1861:

Jornal do Commercio, 18 October 1861

The oldest postmark to date is PRJ-0770a, which also exists in sepia and was recorded both by P. Ayres (with no. 1161) in the Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942) and in the RHM catalogue (under P-RJ-26):

PRJ-0770a (P.A. 1161, RHM P-RJ-26) 1841-1843ff

This was followed by the French type PRJ-0770b (illustration by Jacques Benchimol):

PRJ-0770b (JB) 1868-1877

This was followed by the simple double circle PRJ-0770c, also recorded by P. Ayres (op. cit.):

PRJ-0770c (P.A. p. 122) 1878-1886

At the end of the Empire, PRJ-0770d also appeared (Fig. Koester, in Carimbologia XXX):

PRJ-0770d (RK) 1888-1890

Koester (op. cit.) also showed the postmark with the imperial seal PRJ-0770e:

PRJ-0770e (RK) 1876ff

James Dingler and Klerman W. Lopes illustrated a mute postmark from Paty do Alferes in Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000):

BPA 1338 (P.A. 273) 1876ff-1881

Klerman W. Lopes showed another mute cancel:

1875 (KL)
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia do Rio de Janeiro, 1850

Outros nomes: Roça do Alferes, Pati do Alferes

A Freguesia de N. Sra. da Conceição do Paty do Alferes existia desde janeiro de 1755, ficava a 120 km ao norte da capital colonial Rio de Janeiro. Em fevereiro de 1820, tornou-se vila, mas em janeiro de 1833 foi rebaixada a distrito da Vila de Vassouras. Em dezembro de 1987, finalmente voltou a ser município de Pati do Alferes, que desde agosto de 1989 voltou a se escrever Paty do Alferes. O Alferes era um antigo proprietário de terras da região e supostamente se chamava Leonardo Cardoso da Silva. Pati é uma palmeira da família Arecaceae:

Syagrus botriophora (Foto: jardineiro.net)

Nova Monteiro escreve em Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; reimpressão SPP 1994–1999) que havia uma agência dos correios no local desde junho de 1829. Esta foi fechada em junho de 1861, conforme noticiado pela imprensa do Rio de Janeiro:

Correio Mercantil, 29/06/1861

No entanto, a agência foi reaberta logo em outubro de 1861:

Jornal do Commercio, 18/10/1861

O carimbo postal mais antigo até agora é o PRJ-0770a, que também existe em sépia e foi registrado tanto pelo P. Ayres (com o n.º 1161) no Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942) quanto no catálogo RHM (sob P-RJ-26):

PRJ-0770a (P.A. 1161, RHM P-RJ-26) 1841-1843ff

Seguiu-se o tipo francês PRJ-0770b (fig. Jacques Benchimol):

PRJ-0770b (JB) 1868-1877

Depois veio o simples círculo duplo PRJ-0770c, também registrado por P. Ayres (op. cit.):

PRJ-0770c (P.A. p. 122) 1878-1886

No final do Império, surgiu também o PRJ-0770d (fig. Koester, em Carimbologia XXX):

PRJ-0770d (RK) 1888-1890

Koester (op. cit.) mostrou também o carimbo postal com o sinete imperial PRJ-0770e:

PRJ-0770e (RK) 1876ff

James Dingler e Klerman W. Lopes ilustraram em Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Clube Filatélico do Brasil, Rio de Janeiro, 2000) um carimbo postal mudo de Paty do Alferes:

BPA 1338 (P.A. 273) 1876ff-1881

Klerman W. Lopes mostrou outro carimbo mudo:

1875 (KL)
Colton & Colton: Provincia do Rio de Janeiro, 1866

Andere Namen: Roça do Alferes, Pati do Alferes

Die Freguesia de N. Sra. da Conceição do Paty do Alferes bestand seit Januar 1755, lag 120 km nördlich der Kolonialhauptstadt Rio de Janeiro und wurde im Februar 1820 zur Vila. Im Januar 1833 wurde sie jedoch zum Distrito der Vila de Vassouras herabgestuft. Im Februar 1820 wurde sie zur Vila, im Januar 1833 jedoch als Distrito der Vila de Vassouras herabgestuft. Im Dezember 1987 erfolgte schließlich der Wiederaufstieg zur Gemeinde Pati do Alferes, die seit August 1989 wieder Paty do Alferes heißt. Der Alferes (Fähnrich) war ein früherer Landbesitzer der Region und hieß angeblich Leonardo Cardoso da Silva. Pati ist eine Palme der Familie Arecaceae:

Syagrus botriophora (Foto: jardineiro.net)

Nova Monteiro schreibt in Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; Nachdruck SPP 1994–1999), dass es dort seit Juni 1829 ein Postamt gab. Dieses wurde im Juni 1861 geschlossen, wie die Presse aus Rio de Janeiro meldete:

Correio Mercantil, 29.06.1861

Die Agentur wurde jedoch bald wieder, im Oktober 1861, eröffnet:

Jornal do Commercio, 18.10.1861

Der bisher älteste Poststempel ist PRJ-0770a, den es auch in Sepia gibt und sowohl vom P. Ayres (mit Nr. 1161) im Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942) als auch im RHM-Katalog (unter P-RJ-26) erfasst wurde:

PRJ-0770a (P.A. 1161, RHM P-RJ-26) 1841-1843ff

Es folgte der französischer Typ PRJ-0770b (Abb. Jacques Benchimol):

PRJ-0770b (JB) 1868-1877

Danach kam der schlichte Doppelkreis PRJ-0770c, ebenfalls von P. Ayres (op. cit.) registriert:

PRJ-0770c (P.A. S. 122) 1878-1886

Am Ende des Kaiserreichs erschien auch PRJ-0770d (Abb. Koester, in Carimbologia XXX):

PRJ-0770d (RK) 1888-1890

Koester (op. cit.) zeigte auch den Poststempel mit dem kaiserlichen Siegel PRJ-0770e:

PRJ-0770e (RK) 1876ff

James Dingler und Klerman W. Lopes haben in Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000) einen stummen Poststempel aus Paty do Alferes abgebildet:

BPA 1338 (P.A. 273) 1876ff-1881

Einen weiteren stummen Stempel zeigte Klerman W. Lopes:

1875 (KL)
Categories
Carimbologia O-P

Patrocinio, Minas Gerais (PMG-1850)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia de Minas Geraes, 1849

The Freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio existed since March 1839 and belonged to the Vila de Araxá. It was located on the south bank of the Dourados River on the important trade route between Minas Gerais and Goiás, over 500 kilometres northwest of the provincial capital Ouro Preto. In March 1840, it became a vila and in November 1873, it finally became the city of Patrocínio.

According to Nova Monteiro, there had been a post office there since January 1843. This is evident from his work Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; reprinted by SPP 1994–1999). However, in January 1852, it was moved to Freguesia de Bagagem (BMG-0175), as reported by the Rio de Janeiro press:

Diario do Rio de Janeiro, 24 February 1852

The Patrocínio agency was reopened in August 1852, as Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) and R. Koester (Carimbologia XXX) unanimously report. The two imperial postmarks to date, PMG-1850b (Fig. Koester, op. cit.) and PMG-1850c (Fig. Fuad Ferreira Fo.), date from this second period of operation:

PMG-1850b (RK) 1883-1885
PMG-1850c (FF) 1888-1891
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

A Freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio existia desde março de 1839 e pertencia à Vila de Araxá. Situava-se na margem sul do rio Dourados, na importante rota comercial entre Minas Gerais e Goiás, a mais de 500 quilômetros a noroeste da capital provincial, Ouro Preto. Em março de 1840, tornou-se vila e, em novembro de 1873, finalmente cidade, com o nome de Patrocínio.

Segundo Nova Monteiro, havia uma agência dos correios no local desde janeiro de 1843. Isso consta em Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934–1935; reimpressão SPP 1994–1999). No entanto, em janeiro de 1852, ela foi transferida para a Freguesia de Bagagem (BMG-0175), conforme noticiado pela imprensa do Rio de Janeiro:

Diário do Rio de Janeiro, 24/02/1852

A agência de Patrocínio foi reaberta em agosto de 1852, conforme relatam Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) e R. Koester (Carimbologia XXX). Os dois carimbos postais imperiais até agora, PMG-1850b (fig. Koester, op. cit.) e PMG-1850c (fig. Fuad Ferreira Fo.), são desta segunda fase de funcionamento:

PMG-1850b (RK) 1883-1885
PMG-1850c (FF) 1888-1891
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Die Freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio bestand seit März 1839 und gehörte zur Vila de Araxá. Sie lag am Südufer des Dourados auf der wichtigen Handelsstrecke zwischen Minas Gerais und Goiás, über 500 Kilometer nordwestlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto. Im März 1840 wurde sie zur Vila und im November 1873 schließlich zur Stadt Patrocínio.

Laut Nova Monteiro gab es dort seit Januar 1843 ein Postamt. Dies geht aus seinem Werk Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; Nachdruck SPP 1994–1999) hervor. Dieses wurde jedoch im Januar 1852 zur Freguesia de Bagagem (BMG-0175) verlegt, wie die Presse aus Rio de Janeiro mitteilte:

Diario do Rio de Janeiro, 24.02.1852

Die Patrocínio-Agentur wurde im August 1852 wieder eröffnet, wie Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) und R. Koester (Carimbologia XXX) übereinstimmend berichten. Die zwei kaiserlichen Poststempel bisher, PMG-1850b (Abb. Koester, op. cit.) und PMG-1850c (Abb. Fuad Ferreira Fo.), stammen aus diesem zweiten Betriebsperiode:

PMG-1850b (RK) 1883-1885
PMG-1850c (FF) 1888-1891
Categories
Carimbologia O-P

Patrocínio de Sapucahy, São Paulo (PSP-0890)

J.M. Ribeiro Lisboa: Provincia de São Paulo, 1884

Other names: Nossa Senhora do Patrocinio de Sapucahy, Patrocínio Paulista (1948)

Since July 1853, the settlement had been a district of Vila de Franca on the north bank of the Santa Barbara River, 410 kilometres north of the provincial capital São Paulo. In March 1874, it became the Freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio de Sapucahy, in March 1885 the Vila, and finally in May 1895 the city, which has been called Patrocínio Paulista since December 1948.

According to the press in Rio de Janeiro, a local post office was created in March 1884:

Jornal do Commercio/RJ, 02.03.1884

The oldest postmark to date is PSP-0890a (Fig. Alexandre Andrade):

PSP-0890a (AA) 1890-1895
Mappa da Provincia de São Paulo, 1886

Outros nomes: Nossa Senhora do Patrocínio de Sapucahy, Patrocínio Paulista (1948)

Desde julho de 1853, o povoado era um distrito da Vila de Franca, na margem norte do rio Santa Bárbara, 410 quilômetros ao norte da capital provincial, São Paulo. Em março de 1874, tornou-se Freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio de Sapucahy, em março de 1885, Vila e, finalmente, em maio de 1895, cidade, que desde dezembro de 1948 se chama Patrocínio Paulista.

Conforme publicado na imprensa do Rio de Janeiro, em março de 1884 foi criada uma agência local dos correios:

Jornal do Commercio/RJ, 02.03.1884

O carimbo postal mais antigo até o momento é o PSP-0890a (fig. Alexandre Andrade):

PSP-0890a (AA) 1890-1895
Estado de São Paulo, 1910

Andere Namen: Nossa Senhora do Patrocinio de Sapucahy, Patrocínio Paulista (1948)

Seit Juli 1853 war die Siedlung ein Distrikt der Vila de Franca am Nordufer des Santa Barbara, 410 Kilometer nördlich der Provinzhauptstadt São Paulo. Im März 1874 wurde sie zur Freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio de Sapucahy, im März 1885 zur Vila und im Mai 1895 schließlich zur Stadt, die seit Dezember 1948 Patrocínio Paulista heißt.

Wie aus der Presse in Rio de Janeiro hervorgeht, wurde im März 1884 beschlossen, ein örtliches Postamt einzurichten:

Jornal do Commercio/RJ, 02.03.1884

Der bisher älteste Poststempel ist PSP-0890a (Abb. Alexandre Andrade):

PSP-0890a (AA) 1890-1895
Categories
Carimbologia O-P

Patrocinio do Muriahe, Minas Gerais (PMG-1855)

Provincia de Minas Geraes, 1873

The district of Patrocínio do Muriaé (today’s spelling) existed since 1840. It belonged to the municipality of São João Baptista do Presídio (today Visconde do Rio Branco) and was located on the south bank of the Muriaé River, 240 kilometres southeast of the provincial capital Ouro Preto. In June 1858, it became the Freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio do Muriaé, which in turn was subordinate to the Vila de São Paulo do Muriaé. Since December 1953, Patrocínio do Muriaé has been an independent municipality.

Both Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) and R. Koester (Carimbologia XXX) agree that there has been a post office there since February 1882. This is also confirmed by the press in Rio de Janeiro:

O Globo/RJ, 11 February 1882

The oldest postmark to date is PMG-1855a (Ill. by Márcio Duarte):

PMG-1855a (MDu) 1885-1886

It was followed by PMG-1855b (Fig. Júlio Mantovani):

PMG-1855b (JM) 1889-1899
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Desde 1840 existia o distrito de Patrocínio do Muriaé (grafia atual). Ele pertencia ao município de São João Baptista do Presídio (hoje Visconde do Rio Branco) e ficava na margem sul do Muriaé, 240 quilômetros a sudeste da capital provincial Ouro Preto. Em junho de 1858, tornou-se a Freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio do Muriaé, subordinada à Vila de São Paulo do Muriaé. Desde dezembro de 1953, Patrocínio do Muriaé é um município independente.

Tanto Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) quanto R. Koester (Carimbologia XXX) concordam que havia uma agência dos correios no local desde fevereiro de 1882. Isso também é confirmado pela imprensa do Rio de Janeiro:

O Globo/RJ, 11/02/1882

O carimbo postal mais antigo até o momento é o o PMG-1855a (imagem: Márcio Duarte):

PMG-1855a (MDu) 1885-1886

Ele foi seguido pelo PMG-1855b (fig. Júlio Mantovani):

PMG-1855b (JM) 1889-1899
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Seit 1840 bestand der Distrikt Patrocínio do Muriaé (heutige Schreibweise). Er gehörte zum Município de São João Baptista do Presídio (heute Visconde do Rio Branco) und lag am Südufer des Muriaé, 240 Kilometer südöstlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto. Im Juni 1858 wurde er zur Freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio do Muriaé, die wiederum der Vila de São Paulo do Muriaé untergeordnet war. Seit Dezember 1953 ist Patrocínio do Muriaé ein eigenständiger Munizip.

Sowohl Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) als auch R. Koester (Carimbologia XXX) sind sich einig, dass es dort seit Februar 1882 ein Postamt gab. Dies wird auch durch die Presse aus Rio de Janeiro bestätigt:

O Globo/RJ, 11.02.1882

Der bisher älteste Poststempel ist PMG-1855a (Abb. Márcio Duarte):

PMG-1855a (MDu) 1885-1886

Es folgte PMG-1855b (Abb. Júlio Mantovani):

PMG-1855b (JM) 1889-1899