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Carimbologia O-P

Pedra do Anta, Minas Gerais (PMG-3405)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia de Minas Geraes, 1849

Other names: Anta, Barra do Anta

See also São Sebastião da Pedra do Anta (SMG-2600)

São Sebastião da Pedra do Anta, also called Pedra do Anta, or simply Anta (Tapir), was a district of Santa Rita do Turvo (now Viçosa) from October 1848, located close to the west bank of the Casca River, a good 130 km east of the provincial capital Ouro Preto. In September 1923, the place name was officially simplified to Pedra do Anta, and the district became part of the newly created Município of Teixeiras in December 1938, before political emancipation took place in December 1962.

Two creation dates for the local post office have been found, and since there are also newspaper reports of local postal traffic between both dates, we can assume that the agency was closed in the meantime. Both Reinhold Koester and the Imperial Mail Register (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) state that the post office was created in 1871, while Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) gives the exact date of 25 August 1871 for it. A newspaper notice from Rio in October 1875 confirms the existence of the post office in Anta:

A Reforma/RJ, 17 October 1875

The oldest postmark to date is PMG-3405a (illustration by Felipe Piccinini):

PMG-3405a (FP) 1884-1894ff

Around the same time, PMG-3405b (Fig. Felipe Piccinini) was also used, which also appears in dark purple:

PMG-3405b (FP) 1884-1885

R. Koester also showed a mute postmark from there in Carimbologia XXX:

Ca. 1884 (RK)

So far, no imperial postmark with the complete place name has been found.

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outros nomes: Anta, Barra do Anta

Veja também São Sebastião da Pedra do Anta (SMG-2600)

São Sebastião da Pedra do Anta, também chamada Pedra do Anta, ou simplesmente Anta, foi um distrito de Santa Rita do Turvo (hoje Viçosa) a partir de outubro de 1848, localizado próximo à margem oeste do Rio Casca, a uns bons 130 km a leste da capital da província Ouro Preto. Em setembro de 1923, o nome do local foi oficialmente simplificado para Pedra do Anta, e o distrito passou a fazer parte do recém criado Município de Teixeiras em dezembro de 1938, antes da emancipação política em dezembro de 1962.

Foram encontradas duas datas de criação para os correios locais, e como também há notas da imprensa sobre tráfego postal local entre as duas datas, podemos assumir que a agência foi fechada nesse ínterim. Tanto Reinhold Koester quanto a Tabella das Agencias do Correio do Império (Rio de Janeiro, 1885) registram a agência a partir de 1871, enquanto Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) dá a data exata de 25 de agosto de 1871. Um aviso de jornal do Rio, em outubro de 1875, confirma a existência dos correios em Anta:

A Reforma/RJ, 17 de outubro de 1875

O carimbo postal mais antigo até agora é o PMG-3405a (fig. Felipe Piccinini):

PMG-3405a (FP) 1884-1894ff

Por volta da mesma época, também foi utilizado o PMG-3405b (fig. Felipe Piccinini), que também existe em violeta escuro:

PMG-3405b (FP) 1884-1885

R. Koester também mostrou na Carimbologia XXX um carimbo postal mudo de lá:

Aprox. 1884 (RK)

Até agora, nenhum carimbo do correio imperial com o topônimo completo foi encontrado.

Provincia de Minas Geraes, 1873

Andere Namen: Anta, Barra do Anta

Siehe auch São Sebastião da Pedra do Anta (SMG-2600)

São Sebastião da Pedra do Anta, auch Pedra do Anta, oder einfach Anta (Tapir) genannt, war ab Oktober 1848 ein Distrikt von Santa Rita do Turvo (heute: Viçosa), der nah am Westufer des Flusses Casca lag, gut 130 km östlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto entfernt. Im September 1923 wurde der Ortsname offiziell zu Pedra do Anta vereinfacht, und der Distrikt ging im Dezember 1938 zum neu gegründeten Município von Teixeiras, bevor die politische Emanzipation im Dezember 1962 stattfand.

Zwei Gründungsdaten fürs örtliche Postamt wurden gefunden, und da auch Zeitungsberichte über lokalen Postverkehr zwischen beiden Angaben vorliegen, können wir davon ausgehen, dass die Agentur in der Zwischenzeit geschlossen wurde. Sowohl Reinhold Koester als auch das Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Império (Rio de Janeiro, 1885) schreiben, das Postamt entstand anno 1871, während Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) dafür das genaue Datum 25. August 1871 angibt. Eine Zeitungsnachricht aus Rio vom Oktober 1875 bestätigt das Vorhandensein des Postamts in Anta:

A Reforma/RJ, 17. Oktober 1875

Der bisher älteste Poststempel ist PMG-3405a (Abb. Felipe Piccinini):

PMG-3405a (FP) 1884-1894ff

Etwa zur gleichen Zeit wurde auch PMG-3405b (Abb. Felipe Piccinini) verwendet, der auch in dunkelviolett vorkommt:

PMG-3405b (FP) 1884-1885

R. Koester zeigte in Carimbologia XXX auch einen stummen Poststempel von dort:

Ca. 1884 (RK)

Bisher wurde kein kaiserlicher Poststempel mit dem vollständigen Ortsnamen gefunden.

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Carimbologia O-P

Pedra Branca, Minas Gerais (PMG-2595)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia de Minas Geraes, 1849

Other names: Pedralva (1943)

See also Capituba (CMG-0590), São Sebastião da Pedra Branca (SMG-2595), São Sebastião do Capituba (SMG-3465)

São Sebastião do Capituba was a freguesia of Christina from July 1832, situated 400 km southwest of the provincial capital Ouro Preto. Capituba is the name given in Brazil to an aquatic plant (Rynchospora aurea) of the Cyperaceae family:

Rynchospora aurea (plants.jstor.org)

In November 1880, the place rose to the status of a district under the name of São Sebastião da Pedra Branca (= of the white stone), which was elevated to the status of a villa in October 1884. After that, the place name changed twice: in September 1891 to Pedra Branca and in December 1943 to Pedralva.

Paula Sobrinho writes in História Postal de Minas Gerais (Belo Horizonte, 1997) that the local post office was created in October 1877. However, it did not start operating until April of the following year, as noticed by the Rio press:

Gazeta de Noticias/RJ, 20/03/1878

To date, no postmark bearing the name S. Sebastião do Capituba has been found. The oldest postmark bears the name ‘CAPITUBA’ (see CMG-0590). At the end of the Empire, PMG-2595a (fig. José A. Junges) followed with a mysterious abbreviation:

PMG-2595a (JJ) 1889

With the help of a letter (Fig. RHM), this could be linked to Pedra Branca in Minas Gerais:

1889 (RHM)

At the beginning of the republic, the postmarks bore the place name ‘S. Sebast. da Pedra Branca’ (see SMG-2595).

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outros nomes: Pedralva (1943)

Ver também Capituba (CMG-0590), São Sebastião da Pedra Branca (SMG-2595), São Sebastião do Capituba (SMG-3465)

São Sebastião do Capituba foi uma freguesia de Christina desde julho de 1832, localizada 400 km a sudoeste da capital da província, Ouro Preto. Capituba é o nome brasileiro de uma planta aquática (Rynchospora aurea) da família Cyperaceae:

Rynchospora aurea (plants.jstor.org)

Em novembro de 1880, o local ascendeu a distrito sob o nome de São Sebastião da Pedra Branca, e foi elevado a vila em outubro de 1884. Depois disso, o nome do lugar mudou duas vezes: em setembro de 1891 para Pedra Branca e em dezembro de 1943 para Pedralva.

Paula Sobrinho escreve em História Postal de Minas Gerais (Belo Horizonte, 1997) que a agência postal local foi criada em outubro de 1877. Entretanto, ela só começou a operar em abril do ano seguinte, como nos informa a imprensa carioca:

Gazeta de Noticias/RJ, 20/03/1878

Até então, não se encontrou nenhum carimbo postal com a denominação S. Sebastião do Capituba. O carimbo mais antigo traz a denominação “CAPITUBA” (ver CMG-0590). No final do Império, surgiu então o PMG-2595a (fig. José A. Junges) com uma abreviação enigmática:

PMG-2595a (JJ) 1889

Com a ajuda de uma carta (fig. RHM), foi possível associá-la a Pedra Branca, em Minas Gerais:

1889 (RHM)

No início da República, os carimbos postais traziam o nome do local “S. Sebast. da Pedra Branca” (ver SMG-2595).

Provincia de Minas Geraes, 1873

Andere Namen: Pedralva (1943)

Siehe auch Capituba (CMG-0590), São Sebastião da Pedra Branca (SMG-2595), São Sebastião do Capituba (SMG-3465)

São Sebastião do Capituba war ab Juli 1832 eine Freguesia von Christina, die 400 km südwestlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto entfernt lag. Capituba nennt man in Brasilien eine Wasserpflanze (Rynchospora aurea) der Familie Cyperaceae:

Rynchospora aurea (plants.jstor.org)

Im November 1880 stieg der Ort zum Distrikt unter dem Namen São Sebastião da Pedra Branca (= vom weißen Stein), der im Oktober 1884 zur Villa erhoben wurde. Danach wechselte der Ortsname zweimal: im September 1891 zu Pedra Branca und im Dezember 1943 zu Pedralva.

Paula Sobrinho schreibt in História Postal de Minas Gerais (Belo Horizonte, 1997), dass das örtliche Postamt im Oktober 1877 entstanden ist. Allerdings wurde der Betrieb erst im April des folgenden Jahres aufgenommen, wie die Presse aus Rio informiert:

Gazeta de Noticias/RJ, 20.03.1878

Bisher war kein Poststempel mit der Bezeichnung S. Sebastião do Capituba zu sehen. Der älteste Stempel trägt die Bezeichnung „CAPITUBA” (siehe CMG-0590). Am Ende des Kaiserreichs folgte dann PMG-2595a (Abb. José A. Junges) mit einer rätselhaften Abkürzung:

PMG-2595a (JJ) 1889

Mithilfe eines Briefes (Abb. RHM) konnte diese mit Pedra Branca in Minas Gerais in Verbindung gebracht werden:

1889 (RHM)

Am Anfang der Republik trugen die Poststempel den Ortsnamen „S. Sebast. da Pedra Branca“ (siehe SMG-2595).

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Carimbologia O-P

Pedra Branca, Ceará (PCE-0240)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Pedra Branca (White Stone) had been a district of Vila de Maria Pereira since October 1854 and was situated 260 kilometres south of the provincial capital, Fortaleza. In August 1873, Pedra Branca became the Freguesia de S. Sebastião da Pedra Branca, which was elevated to the status of a Vila eight years later and finally became a town in September 1920.

R. Koester writes in Carimbologia XXX that there had been a post office there since October 1877. However, no imperial postmark from Pedra Branca has been found to date.

Carta da Republica dos Estados Unidos do Brasil, 1892

Pedra Branca era, desde outubro de 1854, um distrito da Vila de Maria Pereira e ficava a 260 quilômetros ao sul da capital da província, Fortaleza. Em agosto de 1873, Pedra Branca tornou-se a Freguesia de S. Sebastião da Pedra Branca, que oito anos depois foi elevada a vila e, finalmente, em setembro de 1920, a cidade.

R. Koester escreve em Carimbologia XXX que havia ali uma agência dos correios desde outubro de 1877. Até o momento, porém, não foi encontrado nenhum carimbo postal imperial de Pedra Branca.

Sociedade Geologica e Mineralogica, 1910

Pedra Branca (Weißer Stein) war seit Oktober 1854 ein Distrikt der Vila de Maria Pereira und lag 260 Kilometer südlich der Provinzhauptstadt Fortaleza. Im August 1873 wurde Pedra Branca zur Freguesia de S. Sebastião da Pedra Branca, die acht Jahre später zur Vila und im September 1920 schließlich zur Stadt erhoben wurde.

R. Koester schreibt in Carimbologia XXX, dass es dort seit Oktober 1877 ein Postamt gab. Bisher wurde jedoch kein kaiserlicher Poststempel aus Pedra Branca gefunden.

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Carimbologia O-P

Pederneiras, São Paulo (PSP-0895)

J.M. Ribeiro Lisboa: Provincia de São Paulo, 1884

Other names: Capella de Pederneiras, S. Sebastião da Alegria

Originally, the settlement is said to have been an arraial of the Vila de Botucatu. It was located on the north bank of the Ribeirão Pederneiras, 320 km north of the provincial capital São Paulo. In February 1889, it was elevated to the status of Freguesia de S. Sebastião da Alegria and incorporated into the Município de Lençóis. In May 1891, a vila was founded, which was renamed Pederneiras in May 1895 and elevated to city status in December 1906.

According to reports in the Rio de Janeiro press, the local post office was created in August 1888:

Jornal do Commercio/RJ, 9 August 1888

The imperial postmark is PSP-0895a (Fig. R. Koester, in Carimbologia XXX):

PSP-0895a (RK) 1888ff-1908

To date, no postmark with the place name S. Sebastião da Alegria has been seen.

Arthur D. Ribeiro: Estado de São Paulo, 1924

Outros nomes: Capela de Pederneiras, S. Sebastião da Alegria

Originalmente, o povoado teria sido um arraial da Vila de Botucatu. Localizava-se na margem norte do Ribeirão Pederneiras, 320 km ao norte da capital provincial, São Paulo. Em fevereiro de 1889, foi elevada à categoria de Freguesia de S. Sebastião da Alegria e anexada ao Município de Lençóis. Em maio de 1891, foi fundada uma Vila, que em maio de 1895 passou a se chamar Pederneiras e, em dezembro de 1906, foi elevada à categoria de cidade.

Conforme noticiado pela imprensa do Rio de Janeiro, em agosto de 1888 foi criada uma agência dos correios no local:

Jornal do Commercio/RJ, 09.08.1888

O carimbo postal imperial é PSP-0895a (fig. R. Koester, em Carimbologia XXX):

PSP-0895a (RK) 1888ff-1908

Até o momento, não foi encontrado nenhum carimbo postal com o nome do local S. Sebastião da Alegria.

Google Maps

Andere Namen: Capella de Pederneiras, S. Sebastião da Alegria

Ursprünglich soll die Siedlung ein Arraial der Vila de Botucatu gewesen sein. Sie lag am Nordufer des Ribeirão Pederneiras, 320 km nördlich der Provinzhauptstadt São Paulo. Im Februar 1889 wurde sie zur Freguesia de S. Sebastião da Alegria erhoben und dem Município de Lençóis angegliedert. Im Mai 1891 wurde eine Vila gegründet, die im Mai 1895 in Pederneiras umbenannt wurde und im Dezember 1906 zur Stadt erhoben wurde.

Wie die Presse aus Rio de Janeiro mitteilte, wurde im August 1888 beschlossen, ein Postamt vor Ort einzurichten:

Jornal do Commercio/RJ, 09.08.1888

Der kaiserliche Poststempel ist PSP-0895a (Abb. R. Koester, in Carimbologia XXX):

PSP-0895a (RK) 1888ff-1908

Bisher wurde kein Poststempel mit der Ortsbezeichnung S. Sebastião da Alegria gesehen.

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Carimbologia O-P

Pecém, Ceará (PCE-0238)

Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Around 1870, Pecém was a port of Vila de Pará-Curú, located 50 kilometres northwest of the provincial capital Fortaleza. It was not until May 1931 that the town was elevated to the status of a district. Apart from the fact that Pecém was an independent municipality between October 1963 and December 1965 and that the higher-level município changed its name several times – in August 1935 to S. Gonçalo, in December 1943 to Anacetaba and in November 1953 to S. Gonçalo do Amarante – it has remained so to this day.

It seems that there was no post office there until the end of the Empire, as no post office was listed in Pecém in June 1888, although it was mentioned in the regional press in July 1889.

A Constituição, 14 July 1889

No imperial postmark from Pecém has been found to date.

Sociedade Geológica e Mineralógica, 1910

Por volta de 1870, Pecém era um porto da Vila de Pará-Curú, localizada 50 quilômetros a noroeste da capital do estado, Fortaleza. Somente em maio de 1931, o local foi elevado à categoria de distrito. Além de Pecém ter sido um município independente entre outubro de 1963 e dezembro de 1965 e de o município superior ter mudado de nome várias vezes – em agosto de 1935 para S. Gonçalo, em dezembro de 1943 para Anacetaba e em novembro de 1953 para S. Gonçalo do Amarante – ele permaneceu assim até hoje.

Parece que só no final do Império é que passou a existir uma agência dos correios, uma vez que em junho de 1888 ainda não havia nenhuma agência dos correios listada, mas que em julho de 1889 foi mencionada na imprensa regional.

A Constituição, 14.07.1889

Até o momento, nenhum carimbo postal imperial de Pecém foi encontrado.

Google Maps

Um 1870 war Pecém ein Hafen der Vila de Pará-Curú, die 50 Kilometer nordwestlich der Provinzhauptstadt Fortaleza lag. Erst im Mai 1931 wurde der Ort zum Distrito erhoben. Abgesehen davon, dass Pecém zwischen Oktober 1963 und Dezember 1965 eine eigenständige Gemeinde war und der übergeordnete Município mehrmals den Namen wechselte – im August 1935 zu S. Gonçalo, im Dezember 1943 zu Anacetaba und im November 1953 zu S. Gonçalo do Amarante – blieb es bis heute dabei.

Ein Postamt scheint es dort erst am Ende des Kaiserreichs gegeben zu haben, da im Juni 1888 noch keine Postagentur in Pecém verzeichnet war, die jedoch im Juli 1889 in der regionalen Presse erwähnt wurde.

A Constituição, 14.07.1889

Bisher wurde kein kaiserlicher Poststempel aus Pecém gefunden.

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Carimbologia O-P

Peão, Rio de Janeiro (PRJ-1240)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Other spellings: Pião, Vila do Pião

In the 19th century, this small settlement belonged to Vila de Sapucaia and was located 150 kilometres north of the capital Rio de Janeiro. Not much has changed since then, except that Pião (the current spelling) has been a district since December 1964.

According to the capital’s press, the local post office was created in January 1879:

Jornal do Commercio, 22 January 1879

Paulo Novaes writes on agenciaspostais.com.br that the agency was closed in October 1892.

The oldest postmark PRJ-1240a was mistakenly reproduced by Paulo Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) with an incorrect place name, which was corrected by R. Koester in Carimbologia XXX:

PRJ-1240a (P.A. 1338 – recte RK) 1879ff

Koester (op. cit.) also showed the following postmark PRJ-1240b:

PRJ-1240b (RK) 1881-1888ff
agenciaspostais.com.br

Outras grafias: Pião, Vila do Pião

No século XIX, este pequeno povoado pertencia à Vila de Sapucaia e ficava a 150 quilômetros ao norte da capital Rio de Janeiro. Desde então, pouco mudou, exceto que Pião (grafia atual) é um distrito desde dezembro de 1964.

Segundo a imprensa da capital, em janeiro de 1879 foi criada uma agência postal local:

Jornal do Commercio, 22/01/1879

Paulo Novaes informa em agenciaspostais.com.br que a agência foi fechada em outubro de 1892.

O carimbo postal mais antigo, PRJ-1240a, foi erroneamente reproduzido por Paulo Ayres no Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942) com um nome de local incorreto, o que foi corrigido por R. Koester em Carimbologia XXX:

PRJ-1240a (P.A. 1338 – recte RK) 1879ff

Koester (op. cit.) também mostrou o carimbo seguinte PRJ-1240b:

PRJ-1240b (RK) 1881-1888ff
Google Maps

Andere Schreibweisen: Pião, Vila do Pião

Diese kleine Siedlung gehörte im 19. Jahrhundert zur Vila de Sapucaia und lag 150 Kilometer nördlich der Hauptstadt Rio de Janeiro. Seitdem hat sich nicht viel geändert, abgesehen davon, dass Pião (so die heutige Schreibweise) seit Dezember 1964 ein Distrito ist.

Wie aus der Hauptstadtpresse hervorgeht, wurde im Januar 1879 die Einrichtung eines örtlichen Postamts beschlossen:

Jornal do Commercio, 22.01.1879

Paulo Novaes schreibt in agenciaspostais.com.br, dass die Agentur im Oktober 1892 geschlossen wurde.

Der älteste Poststempel PRJ-1240a wurde irrtümlicherweise von Paulo Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942) mit einem falschen Ortsnamen wiedergegeben, was von R. Koester in Carimbologia XXX korrigiert wurde:

PRJ-1240a (P.A. 1338 – recte RK) 1879ff

Koester (op. cit.) zeigte auch den folgenden Poststempel PRJ-1240b:

PRJ-1240b (RK) 1881-1888ff
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Carimbologia O-P

Pavuna, Rio de Janeiro (PRJ-1235)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Other names: Meriti, São João de Merity (1927)

The small Pavuna River in the district of Merity separated the município de Iguassu from the Município Neutro, 30 kilometres north of the capital Rio de Janeiro. From January 1833, the settlement (Arraial) was also given this name, with its northern bank in Merity and its southern bank in Rio de Janeiro. In May 1892, the entire area on the northern bank became part of the then newly founded Vila de Maxambomba as the District of São João Baptista de Merity, and in November 1916 it became the Municipality of Nova Iguaçu. In December 1943, the place name was shortened to Meriti and subordinated to the city of Duque de Caxias. Since June 1947, São João de Meriti has been an independent municipality and was declared a city two months later. The settlement on the south bank became the Rio suburb of Pavuna.

According to the capital’s press, there had been a post office there since June 1871.

Diario do Rio de Janeiro, 27 June 1871

The oldest postmarks from Pavuna to date, PRJ-1235a and PRJ-1235b, were shown by R. Koester in Carimbologia XXX:

PRJ-1235a (RK) 1881
PRJ-1235b (RK) 1890
Mappa do Municipio Neutro, ca. 1880

Outros nomes: Meriti, São João de Merity (1927)

O pequeno rio Pavuna, no distrito de Merity, separava na época o município de Iguaçu do município Neutro, 30 quilômetros ao norte da capital Rio de Janeiro. A partir de janeiro de 1833, passou-se a chamar assim também o arraial, cuja margem norte ficava em Merity e a margem sul no Rio de Janeiro. Em maio de 1892, toda a área da margem norte tornou-se o Distrito de São João Baptista de Merity, pertencente à então recém-fundada Vila de Maxambomba, e passou em novembro de 1916 ao Município de Nova Iguaçu. Em dezembro de 1943, o nome do local foi abreviado para Meriti e subordinado ao município de Duque de Caxias. Desde junho de 1947, São João de Meriti é um município independente, declarado cidade dois meses depois. O povoado na margem sul tornou-se o subúrbio carioca de Pavuna.

Segundo a imprensa da capital, havia uma agência dos correios no local desde junho de 1871.

Diário do Rio de Janeiro, 27/06/1871

Os carimbos postais mais antigos de Pavuna até agora, PRJ-1235a e PRJ-1235b, foram apresentados por R. Koester em Carimbologia XXX:

PRJ-1235a (RK) 1881
PRJ-1235b (RK) 1890
Almanak Laemmert, 1892

Andere Namen: Meriti, São João de Merity (1927)

Der kleine Fluss Pavuna im Distrikt Merity trennte damals den Município de Iguassu vom Município Neutro, 30 Kilometer nördlich der Hauptstadt Rio de Janeiro. Ab Januar 1833 nannte man auch die Siedlung (Arraial) so, deren Nordufer in Merity und das Südufer in Rio de Janeiro lag. Im Mai 1892 ging das gesamte Gebiet am Nordufer als Distrito de São João Baptista de Merity an die damals neu gegründete Vila de Maxambomba über und wurde im November 1916 zum Município de Nova Iguaçu. Im Dezember 1943 wurde der Ortsname zu Meriti gekürzt und der Stadt Duque de Caxias untergeordnet. Seit Juni 1947 ist São João de Meriti ein eigenständiger Munícipio und wurde zwei Monate später zur Stadt erklärt. Aus der Siedlung am Südufer wurde der Rio-Vorort Pavuna.

Wie die Hauptstadtpresse mitteilte, gab es dort seit Juni 1871 ein Postamt.

Diario do Rio de Janeiro, 27.06.1871

Die bisher ältesten Poststempel aus Pavuna, PRJ-1235a und PRJ-1235b wurden von R. Koester in Carimbologia XXX gezeigt:

PRJ-1235a (RK) 1881
PRJ-1235b (RK) 1890

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Carimbologia O-P

Paulo Moreira, Minas Gerais (PMG-1870)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia de Minas Geraes, 1849

Other names: Alvinópolis (1891)

The Freguesia de Nossa Senhora do Rosário de Paulo Moreira existed since July 1832 and belonged to the Vila de Mariana. It was located on the east bank of the Rio do Peixe, 80 kilometres northeast of the provincial capital Ouro Preto. In February 1891, it was elevated to the status of Vila de Alvinópolis and has been a city since May 1892. Paulo Moreira da Silva was a large landowner from this region. The town of Alvinópolis is named after José Cesário de Faria Alvim (1839–1903), a lawyer and politician who served twice as president of the state of Minas Gerais.

Cesário Alvim (Wikipedia)

Paula Sobrinho (‘História Postal de Minas Gerais’, Belo Horizonte, 1997) and R. Koester (‘Carimbologia XXX’) agree that there has been a post office there since January 1879. The oldest postmark to date is PMG-1870a (Fig. Felipe Piccinini):

PMG-1870a (FP) 1885-1891

Koster (op. cit.) also showed the postmark with the imperial seal PMG-1870b:

PMG-1870b (RK) 1883ff
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outros nomes: Alvinópolis (1891)

A Freguesia de Nossa Senhora do Rosário de Paulo Moreira existia desde julho de 1832 e pertencia à Vila de Mariana. Situava-se na margem leste do Rio do Peixe, 80 quilômetros a nordeste da capital provincial, Ouro Preto. Em fevereiro de 1891, foi elevada à categoria de Vila de Alvinópolis e, desde maio de 1892, é uma cidade. Paulo Moreira da Silva era um latifundiário da região. A cidade de Alvinópolis recebeu esse nome em homenagem a José Cesário de Faria Alvim (1839–1903), jurista e político que foi duas vezes presidente do estado de Minas Gerais. Ele foi também o “bisavô mineiro”, citado em Paratodos, de Chico Buarque.

Cesário Alvim (Wikipedia)

Paula Sobrinho (“História Postal de Minas Gerais”, Belo Horizonte, 1997) e R. Koester (“Carimbologia XXX”) concordam que havia uma agência dos correios no local desde janeiro de 1879. O carimbo postal mais antigo encontrado até agora é o PMG-1870a (fig. Felipe Piccinini):

PMG-1870a (FP) 1885-1891

Koster (op. cit.) também mostrou o carimbo postal com o sinete imperial PMG-1870b:

PMG-1870b (RK) 1883ff
Provincia de Minas Geraes, 1873

Andere Namen: Alvinópolis (1891)

Die Freguesia de Nossa Senhora do Rosário de Paulo Moreira bestand seit Juli 1832 und gehörte zur Vila de Mariana. Sie lag am Ostufer des Rio do Peixe, 80 Kilometer nordöstlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto. Im Februar 1891 wurde sie zur Vila de Alvinópolis erhoben und ist seit Mai 1892 eine Stadt. Paulo Moreira da Silva war ein Großgrundbesitzer aus dieser Region. Der Ort Alvinópolis ist nach José Cesário de Faria Alvim (1839–1903) benannt, einem Juristen und Politiker, der zweimal Präsident des Staates Minas Gerais war.

Cesário Alvim (Wikipedia)

Paula Sobrinho („História Postal de Minas Gerais”, Belo Horizonte, 1997) und R. Koester („Carimbologia XXX”) sind sich einig, dass es dort seit Januar 1879 ein Postamt gab. Der bisher älteste Poststempel ist PMG-1870a (Abb. Felipe Piccinini):

PMG-1870a (FP) 1885-1891

Koster (op. cit.) zeigte auch den Poststempel mit dem kaiserlichen Siegel PMG-1870b:

PMG-1870b (RK) 1883ff

Categories
Carimbologia O-P

Paula/Paulo d’Almeida (train station/Estação/Bahnhof), Rio de Janeiro (PRJ-1840)

Almanak Laemmert, 1892

The Paulo de Almeida railway station was opened in October 1881 by the E. F. Sta. Isabel do Rio Preto railway company (Barra Line). It was located in the municipality of Valença, 150 kilometres northwest of the capital Rio de Janeiro. The railway line was transferred to V. F. Sapucahy in 1889, to Rede Sul-Mineira in 1910, and belonged to Rede Mineira de Viação from 1931 until it was decommissioned in 1961. Today, the tracks have been removed and the station building appears to be used as a residential building (estacoesferroviarias.com.br).

In September 2024 (Google Street View)

The station was named after Francisco Paulo de Almeida, Baron of Guaraciaba (1826–1901). He was a large landowner, banker and entrepreneur, as well as the richest black man in imperial Brazil and a financier for the construction of the E.F. Sta. Isabel.

Paulo d’Almeida (Wikipedia)

As R. Koester writes in Carimbologia XXX, in January 1884 a station post office was created. The oldest postmark is PRJ-1840a (Fig. Felipe Piccinini), on which the station is incorrectly written as Paula d’Almeida:

PRJ-1840a (FP) 1885-1887

This was followed by PRJ-1840b (Fig. Luiz C. Fritzen), now with the corrected name:

PRJ-1840b (LCF) 1893-1897
E.F. Central do Brasil, 1890

A estação Paulo de Almeida foi inaugurada em outubro de 1881 pela E. F. Sta. Isabel do Rio Preto (linha da Barra). Ela ficava no município de Valença, 150 quilômetros a noroeste da capital Rio de Janeiro. A linha ferroviária passou para a V. F. Sapucahy em 1889, para a Rede Sul-Mineira em 1910 e pertenceu à Rede Mineira de Viação de 1931 até ao seu encerramento em 1961. Hoje, os trilhos foram removidos e o edifício da estação parece servir como residência (estacoesferroviarias.com.br).

Em setembro de 2024 (Google Street View)

O nome relembra Francisco Paulo de Almeida, Barão de Guaraciaba (1826-1901). Ele era um latifundiário cafeicultor, banqueiro e empresário, além de ser o negro mais rico do Brasil imperial e financiador da construção da E.F. Sta. Isabel.

Paulo d’Almeida (Wikipedia)

Como escreve R. Koester em Carimbologia XXX, em janeiro de 1884 foi criada uma agência postal na estação. O carimbo postal mais antigo é o PRJ-1840a (fig. Felipe Piccinini), no qual a estação ferroviária está erroneamente escrita como Paula d’Almeida:

PRJ-1840a (FP) 1885-1887

Seguiu-se o PRJ-1840b (fig. Luiz C. Fritzen), agora com o nome corrigido:

PRJ-1840b (LCF) 1893-1897
agenciaspostais.com.br

Der Bahnhof Paulo de Almeida wurde im Oktober 1881 durch die Eisenbahngesellschaft E. F. Sta. Isabel do Rio Preto (Barra-Linie) eröffnet. Er lag im Município de Valença, 150 Kilometer nordwestlich der Hauptstadt Rio de Janeiro. Die Bahnlinie wechselte 1889 zur V. F. Sapucahy, 1910 zur Rede Sul-Mineira und gehörte von 1931 bis zur Stilllegung im Jahr 1961 zur Rede Mineira de Viação. Heute sind die Gleise entfernt und das Bahnhofsgebäude scheint als Wohnhaus zu dienen (estacoesferroviarias.com.br).

Im September 2024 (Google Street View)

Namensgeber war Francisco Paulo de Almeida, Baron von Guaraciaba (1826–1901). Er war Großgrundbesitzer, Bankier und Unternehmer sowie der reichste Schwarze im kaiserlichen Brasilien und Geldgeber für den Bau der E.F. Sta. Isabel.

Paulo d’Almeida (Wikipedia)

Wie R. Koester in Carimbologia XXX schreibt, wurde im Januar 1884 beschlossen, ein Postamt am Bahnhof einzurichten. Der älteste Poststempel ist PRJ-1840a (Abb. Felipe Piccinini), auf dem der Bahnhof fälschlicherweise Paula d’Almeida geschrieben wird:

PRJ-1840a (FP) 1885-1887

Es folgte PRJ-1840b (Abb. Luiz C. Fritzen), nun mit dem korrigierten Namen:

PRJ-1840b (LCF) 1893-1897
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Carimbologia O-P

Paulo Affonso, Alagoas (PAL-0140)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das Provincias de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, 1848

See also Matta Grande (MAL-0270)

The settlement was originally called Mata do Pau Grande and existed since 1808. It belonged to the Freguesia de Tacaratu (today in the state of Pernambuco) and was located near the west bank of the Rio dos Cabaços and the Serra da Mata Grande, 270 kilometres west of the later provincial capital Maceió. In 1835, the chapel of N. Sra. da Conceição da Mata Grande was consecrated. It was subordinate to the Vila de Porto da Folha and was declared both a vila and a freguesia in March 1837. In May 1846, it was downgraded again to the parish of Porto da Folha and in June 1852 it was upgraded again to a village. This was followed by two changes to the place name: in April 1870 it was changed to Paulo Afonso (a town since June 1902) and in May 1929 this municipality was given the name Mata Grande, as it is spelt today.

Mata Grande post office, around 1972 (photo: IBGE)

Three dates have been found for the creation of the local post office. The first was in June 1834, as Aldo Cardoso writes in ‘Contribuição para a História dos Correios de Alagoas’ (Maceió, 1969). A second time in 1844, as shown in the directory of imperial post offices (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885). The post office was closed in October 1847, as reported by the official press in Rio de Janeiro.

Gazeta Official/RJ, 13.10.1847

According to the minutes of the Imperial Ministry, the Matta Grande post office was re-established in November 1859.

Expediente do Ministerio do Imperio, November 14, 1859

The only imperial postmark featuring Paulo Affonso to date is PAL-0140a (illustration by Koester, in Carimbologia XXX). It incorrectly spells the place name as ‘Affonço’:

PAL-0140a (RK) 1887

For postmarks featuring Matta Grande, see MAL-0270.

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Ver também Matta Grande (MAL-0270)

O povoado chamava-se originalmente Mata do Pau Grande e existia desde 1808. Pertencia à Freguesia de Tacaratu (hoje no estado de Pernambuco) e ficava próximo à margem oeste do Rio dos Cabaços e à Serra da Mata Grande, 270 quilômetros a oeste da futura capital provincial Maceió. Em 1835, foi inaugurada a capela N. Sra. da Conceição da Mata Grande. Ela estava subordinada à Vila de Porto da Folha e, em março de 1837, foi declarada simultaneamente vila e freguesia. Em maio de 1846, foi novamente rebaixada a freguesia de Porto da Folha e, em junho de 1852, voltou a ser vila. Seguiram-se duas mudanças no nome do local: em abril de 1870, foi alterado para Paulo Afonso (cidade desde junho de 1902) e, em maio de 1929, a cidade recebeu o nome de Mata Grande, como se escreve hoje.

Correios de Mata Grande, por volta de 1972 (Foto: IBGE)

Foram encontradas três datas de criação para os correios locais. A primeira em junho de 1834, como escreve Aldo Cardoso em “Contribuição para a História dos Correios de Alagoas” (Maceió, 1969). Outra vez em 1844, conforme consta na Tabella das Agencias do Correio do Império (Rio de Janeiro, 1885). A agência dos correios foi fechada em outubro de 1847, conforme noticiou a imprensa oficial do Rio de Janeiro.

Gazeta Oficial/RJ, 13/10/1847

De acordo com o protocolo do Ministério Imperial, a agência postal de Matta Grande foi reaberta em novembro de 1859.

Expediente do Ministério do Império, 14.11.1859

O único carimbo postal imperial com Paulo Affonso até agora é o PAL-0140a (fig. Koester, em Carimbologia XXX). Nele, o topônimo está escrito incorretamente como “Affonço”:

PAL-0140a (RK) 1887

Para carimbos postais com Matta Grande, consulte MAL-0270.See also Matta Grande (MAL-0270)

Carta Corographica do Estado de Alagoas, 1893

Siehe auch Matta Grande (MAL-0270)

Die Siedlung hieß ursprünglich Mata do Pau Grande und bestand seit 1808. Sie gehörte zur Freguesia de Tacaratu (heute im Bundesstaat Pernambuco) und lag in der Nähe des Westufers des Rio dos Cabaços sowie der Serra da Mata Grande, 270 Kilometer westlich der späteren Provinzhauptstadt Maceió. Im Jahr 1835 wurde die Kapelle N. Sra. da Conceição da Mata Grande eingeweiht. Sie war der Vila de Porto da Folha untergeordnet und wurde im März 1837 gleichzeitig zur Vila und Freguesia erklärt. Im Mai 1846 erfolgte die erneute Herabstufung zur Freguesia von Porto da Folha und im Juni 1852 der Wiederaufstieg zur Vila. Es folgten zwei Änderungen des Ortsnamens: Im April 1870 wurde er zu Paulo Afonso geändert (Stadt seit Juni 1902) und im Mai 1929 erhielt die Stadt den Namen Mata Grande wieder, wie er heute lautet.

Postamt Mata Grande um 1972 (Foto: IBGE)

Es wurden drei Entstehungsdaten für das örtliche Postamt gefunden. Erstmals im Juni 1834, wie Aldo Cardoso in „Contribuição para a História dos Correios de Alagoas” (Maceió, 1969) schreibt. Ein weiteres Mal im Jahr 1844, wie aus dem Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) hervorgeht. Das Postamt wurde im Oktober 1847 geschlossen, wie die Amtspresse aus Rio de Janeiro meldete.

Gazeta Official/RJ, 13.10.1847

Laut Protokoll des Kaiserlichen Ministeriums wurde das Postamt Matta Grande im November 1859 erneut ins Leben gerufen.

Expediente do Ministerio do Imperio, 1859

Der bisher einzige kaiserliche Poststempel mit Paulo Affonso ist PAL-0140a (Abb. Koester, in Carimbologia XXX). Dabei wird der Ortsname fälschlicherweise „Affonço” geschrieben:

PAL-0140a (RK) 1887

Für Poststempel mit Matta Grande siehe MAL-0270.