Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das Provincias de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, 1848
Other names: Ipioca, Ypioca
The parish of Nossa Senhora do Ó de Santo António do Meirim de Ypioca was established in January 1795 and was situated close to the beach, 25 kilometres north-east of what would later become the provincial capital, Maceió. Between 1880 and 1882, it was classified as a town. It was subsequently reincorporated into Maceió, initially as a district, from June 1996 as a parish, and since 2000 as a district. The name derives from the tupi and means “dark earth”.
Aldo Cardoso writes in Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969) that there had been a post office there since July 1869. The directory of imperial post offices (Tabela das Agências do Correio do Império, Rio de Janeiro, 1885) lists 1874 as the year the agency was created, which could indicate a reopening. To date, no imperial postmark from Pioca has been seen.
Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Outros nomes: Ipioca, Ypioca
A Freguesia de Nossa Senhora do Ó de Santo Antônio do Meirim de Ypioca existia desde janeiro de 1795 e ficava próxima à praia, a 25 quilômetros a nordeste da futura capital provincial, Maceió. Entre 1880 e 1882, foi uma Vila. Posteriormente, voltou a ser subordinada a Maceió, inicialmente como distrito, a partir de junho de 1996 como freguesia e, desde o ano 2000, como bairro. O nome vem do Tupi e significa “terra roxa”, ou ainda “chão batido”.
Aldo Cardoso escreve em Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969) que havia ali uma agência dos correios desde julho de 1869. A Tabella das Agencias do Correio do Imperio (Rio de Janeiro, 1885) indica 1874 como o ano de criação da agência, o que poderia significar uma reabertura. Até o momento, nenhum carimbo postal imperial de Pioca foi visto.
Google Maps
Andere Namen: Ipioca, Ypioca
Die Freguesia de Nossa Senhora do Ó de Sto. Antonio do Meirim de Ypioca bestand seit Januar 1795 und lag nah am Strand, 25 Kilometer nordöstlich der späteren Provinzhauptstadt Maceió. Zwischen 1880 und 1882 war sie eine Vila. Danach wurde sie wieder Maceió untergeordnet, zunächst als Distrikt, ab Juni 1996 als Freguesia und seit dem Jahr 2000 als Stadtteil. Der name aus dem Tupi bedeutet “Dunkelrote Erde”.
Aldo Cardoso schreibt in Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969), dass es dort seit Juli 1869 ein Postamt gab. Das Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) gibt 1874 als Entstehungsjahr der Agentur an, was eine Wiedereröffnung bedeuten könnte. Bisher wurde kein kaiserliche Poststempel aus Pioca gesehen.
See also S. Francisco de Paula dos Pinheiros (SSP-1565)
São Francisco de Paula dos Pinheiros was from March 1846 on a freguesia located in the municipality of Queluz, about 230 km northeast of the provincial capital of São Paulo. The village arose twice to a municipality, in December 1917 and in September 1937. It then descended twice to a district: in May 1934 and in November 1944, most recently in the municipality of Lavrinhas. Time seems to have stopped here: in 1880 there were more than 2.7 thousand people living there, in 2010 there were just 2,000 inhabitants on place.
This ups and downs were reflected in the postal system. Nova Monteiro (Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio, in Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) reports a post office creation in September 1860. But as early as June 1861, the locality was on a list of deleted postal agencies:
Expediente do Ministério do Império, 21 June 1861
It was some time before the office reopened, as Pinheiros did not reappear in reports on postal routes until November 1867. However, the agency was closed again sometime in the early 1870s. In October 1875, the Rio de Janeiro press reported that it had reopened once more:
O Globo/RJ, 23 October 1875
The oldest postmark to date is PSP-0940a (Amaury Possidente collection), which is still awaiting final confirmation:
PSP-0940a (AmauryP) 1860ff
All other postmarks date from the final period of operation of the Imperial Agency, beginning with PSP-0940b (José A. Junges collection):
PSP-0940b (JJ) 1883–1884
This was followed by PSP-0940c (image by Claudio Coelho), without the lower ornament and with a larger inner circle:
PSP-0940c (CC) 1877–1888
Towards the end of the Empire, the French type PSP-0940d also appeared (Fig. Felipe Piccinini):
PSP-0940d (FP) 1889–1904
In Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000), James Dingler and Klerman W. Lopes attributed a silent postmark bearing the number 1361 to Pinheiros station in Rio de Janeiro (PRJ-1845). An example of this comes from R. Assef Jr. However, this postmark could be identical to one from Pinheiros in São Paulo, which R. Koester showed in Carimbologia XXXI:
BPA 1361 (1877ff/RA), recte RK (1868)
Koester (op. cit.) also showed another silent postmark from Pinheiros/SP:
1870 (RK)Christian D. RAth: Provincia de São Paulo, 1886
Veja também S. Francisco de Paula dos Pinheiros (SSP-1565)
São Francisco de Paula dos Pinheiros foi uma freguesia localizada no município de Queluz, cerca de 230 km a nordeste da capital paulista. A localidade foi elevada por duas vezes a município, em dezembro de 1917 e em setembro de 1937. Em seguida, desceu duas vezes para distrito: em maio de 1934 e em novembro de 1944, mais recentemente no município de Lavrinhas. O tempo parece ter parado por aqui: em 1880 havia mais de 2,7 mil pessoas vivendo lá, em 2010 havia apenas 2.000 habitantes no local.
Esses altos e baixos foram refletidos no sistema postal. Nova Monteiro (Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio, em Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reimpressão SPP 1994-1999) relata uma criação dos Correios em setembro de 1860. Mas já em junho de 1861, a localidade constava numa lista de agências postais extintas:
Expediente do Ministério do Império, 21 de junho de 1861
Demorou mais algum tempo até a reabertura, pois só em novembro de 1867 Pinheiros voltou a aparecer nas notícias sobre rotas postais. No entanto, a agência foi fechada novamente em algum momento no início da década de 1870. Em outubro de 1875, a imprensa do Rio de Janeiro noticiou uma nova reabertura:
O Globo/RJ, 23/10/1875
O carimbo postal mais antigo até o momento é o PSP-0940a (Coleção Amaury Possidente), que ainda aguarda sua confirmação definitiva:
PSP-0940a (AmauryP) 1860ff
Todos os demais carimbos postais datam do último período de funcionamento da agência imperial, começando com o PSP-0940b (Coleção José A. Junges):
PSP-0940b (JJ) 1883-1884
Seguiu-se o PSP-0940c (imagem: Claudio Coelho), sem ornamento inferior e com círculo interno maior:
PSP-0940c (CC) 1877-1888
Perto do fim do Império, surgiu também o tipo francês PSP-0940d (Ilustração de Felipe Piccinini):
PSP-0940d (FP) 1889-1904
James Dingler e Klerman W. Lopes, em Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Clube Filatélico do Brasil, Rio de Janeiro, 2000), atribuíram um carimbo postal mudo com o número 1361 à estação de Pinheiros, no Rio de Janeiro (PRJ-1845). Um exemplar dele foi mostrado por R. Assef Jr. No entanto, esse carimbo poderia ser idêntico a um de Pinheiros, em São Paulo, que R. Koester apresentou em Carimbologia XXXI:
BPA 1361 (1877ff/RA), recte RK (1868)
Koester (op. cit.) também apresentou outro carimbo postal mudo de Pinheiros/SP:
1870 (RK)E.F. Central do Brasil, 1890
Siehe auch S. Francisco de Paula dos Pinheiros (SSP-1565)
São Francisco de Paula dos Pinheiros war ab März 1846 eine Freguesia im Município von Queluz, ca. 230 km nordöstlich der Provinzhauptstadt São Paulo gelegen. Der Ort stieg zweimal zum Município auf, im Dezember 1917 und im September 1937. Und stieg anschließend zweimal zum Distrikt ab: im Mai 1934 und im November 1944, zuletzt im Município von Lavrinhas. Hier scheint die Zeit stehen geblieben zu sein: 1880 lebten dort über 2,7 tausend Menschen, im Jahre 2010 waren gerade 2.000 Einwohner dort gemeldet.
Dieses Auf und Ab spiegelte sich im Postwesen wider. Nova Monteiro (Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio, in Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) berichtet, das dortige Postamt eröffnete im September 1860. Aber bereits im Juni 1861 stand dieser Ort auf einer Liste von gelöschten Postagenturen:
Expediente do Ministério do Império, 21. Juni 1861
Es dauerte noch eine Weile bis zur Neueröffnung, denn erst im November 1867 war Pinheiros wieder in Meldungen über Postrouten zu lesen. Allerdings wurde die Agentur irgendwann zu Beginn der 1870er Jahre wieder geschlossen. Im Oktober 1875 wurde in der Presse von Rio de Janeiro eine erneute Wiedereröffnung gemeldet:
O Globo/RJ, 23.10.1875
Der bisher älteste Poststempel ist PSP-0940a (Sammlg. Amaury Possidente), der noch auf seine endgültige Bestätigung wartet:
PSP-0940a (AmauryP) 1860ff
Alle weiteren Poststempel stammen aus der letzten Betriebsperiode der kaiserlichen Agentur, beginnend mit PSP-0940b (Sammlg. José A. Junges):
PSP-0940b (JJ) 1883-1884
Es folgte PSP-0940c (CC), ohne unteres Ornament, und mit größerem Innenkreis:
PSP-0940c (CC) 1877-1888
Gegen Ende des Kaiserreichs erschien auch der französische Typ PSP-0940d (Abb. Felipe Piccinini):
PSP-0940d (FP) 1889-1904
James Dingler und Klerman W. Lopes haben in Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000) einen stummen Poststempel mit der Nummer 1361 dem Pinheiros-Bahnhof in Rio de Janeiro (PRJ-1845) zugeordnet. Ein Beispiel hierfür stammt von R. Assef Jr. Dieser Stempel könnte jedoch identisch mit einem aus Pinheiros in São Paulo sein, den R. Koester in Carimbologia XXXI zeigte:
BPA 1361 (1877ff/RA), recte RK (1868)
Koester (op. cit.) zeigte auch einen weiteren stummen Poststempel aus Pinheiros/SP:
Estações ferroviarias de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Geraes, 1880
Other names: Pinheiral (1943)
Pinheiro station (also known as Pinheiros) was opened in March 1871 by the E. F. D. Pedro II railway company (São Paulo branch). It was situated near the south bank of the Paraíba do Sul river in the municipality of Piraí, 120 kilometres north-west of the capital, Rio de Janeiro. The railway line was transferred to E.F. Central do Brasil in 1889 and belonged to Rede Ferroviária Federal S.A. from 1975 to 1996 (estacoesferroviarias.com.br). Today it is operated by the logistics consortium MRS. The name derives from the neighbouring Fazenda São José do Pinheiro of the ‘Coffee King’, Commander Joaquim José de Sousa Breves (c. 1804–1889).
J.J. de Sousa BrevesFazenda Pinheiro, 1912 (estacoesferroviarias.com.br)
The tracks are still there today; since July 2023, the old station building has been used as a market place for the region’s arts and crafts, and the old warehouse is the new MRS station.
In June 2024 (Google Street View)
And the imposing Fazenda building is now a ruin in the middle of the park:
In October 2020 (Photo: Josias Oliveira-Petra, on Google Maps)
From November 1916, the area around the station belonged to the newly founded Distrito de Pinheiro and has been part of the Município de Pinheiral since June 1995. The station was also named Pinheiral from December 1943.
As can be seen from the directory of imperial post offices (Tabella das Agências do Correio do Império, Rio de Janeiro, 1885), there has been a post office there since 1871. The oldest postmark to date is PRJ-1845a, which was assigned No. 1403 in P. Ayres’ Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942):
PRJ-1845a (P.A. 1403) 1871ff – 1883
This was followed by PRJ-1845b (José A. Junges collection), which also appears in sepia:
PRJ-1845b (JJ) 1886–1889
Towards the end of the Empire, PRJ-1845c (fig. Koester, in Carimbologia XXXI) also appeared, with a corrected place name:
PRJ-1845c (RK) 1889–1890
James Dingler and Klerman W. Lopes have shown three mute postmarks from Pinheiro(s) station in Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000), whereby No. 1361 could be improved by an illustration from the collection of Everaldo N. dos Santos:
A estação Pinheiro (também conhecida como Pinheiros) foi inaugurada em março de 1871 pela E. F. D. Pedro II (ramal de São Paulo). Localizava-se próxima à margem sul do rio Paraíba do Sul, no município de Piraí, a 120 quilômetros a noroeste da capital, Rio de Janeiro. A linha ferroviária passou para a E.F. Central do Brasil em 1889 e pertenceu à Rede Ferroviária Federal S.A. de 1975 a 1996 (estacoesferroviarias.com.br). Hoje, ela é operada pelo consórcio logístico MRS. O nome deriva da vizinha Fazenda São José do Pinheiro do “Rei do Café”, o Comendador Joaquim José de Sousa Breves (c. 1804–1889).
J.J. de Sousa BrevesFazenda Pinheiro, 1912 (estacoesferroviarias.com.br)
Hoje, os trilhos ainda estão lá; o antigo prédio da estação é usado, desde julho de 2023, como feira de artesanato da região, e o armazém é a nova estação da MRS.
Em junho de 2024 (Google Street View)
E o imponente prédio da Fazenda é hoje uma ruína no meio do parque:
Em outubro de 2020 (Foto: Josias Oliveira-Petra, no Google Maps)
A área ao redor da estação pertencia, a partir de novembro de 1916, ao recém-criado Distrito de Pinheiro e, desde junho de 1995, faz parte do Município de Pinheiral. Pinheiral passou a ser também o nome da estação a partir de dezembro de 1943.
Conforme consta na Tabella das Agencias do Correio do Imperio (Rio de Janeiro, 1885), havia ali uma agência dos Correios desde 1871. O carimbo postal mais antigo até o momento é o PRJ-1845a, que recebeu o nº 1403 no Catálogo de Carimbos Brasil-Império, de P. Ayres (S. Paulo, 1937, 1942):
PRJ-1845a (P.A. 1403) 1871ff – 1883
Seguiu-se o PRJ-1845b (Coleção José A. Junges), que também ocorre em sépia:
PRJ-1845b (JJ) 1886-1889
No final do Império, surgiu também o PRJ-1845c (fig. Koester, em Carimbologia XXXI), com um nome da estação corrigido:
PRJ-1845c (RK) 1889-1890
James Dingler e Klerman W. Lopes apresentaram em Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Clube Filatélico do Brasil, Rio de Janeiro, 2000) três carimbos postais mudos da Estação Pinheiro(s), tendo o n.º 1361 sido melhorado por uma ilustração da coleção de Everaldo N. dos Santos:
BPA 284 (P.A. 19, 1871ff – 1877ff) – 638 – 1361 (recte: ENS, 1878ff)Estrada de Ferro Central do Brasil, 1890
Andere Namen: Pinheiral (1943)
Der Bahnhof Pinheiro (auch Pinheiros genannt) wurde im März 1871 von der Eisenbahngesellschaft E. F. D. Pedro II (Zweig São Paulo) eröffnet. Er lag nahe dem Südufer des Paraíba do Sul im Munizip Piraí, 120 Kilometer nordwestlich der Hauptstadt Rio de Janeiro. Die Bahnlinie ging 1889 an die E.F. Central do Brasil über und gehörte von 1975 bis 1996 zur Rede Ferroviária Federal S.A. (estacoesferroviarias.com.br). Heute wird sie vom Logistikkonsortium MRS betrieben. Der Name leitet sich von der benachbarten Fazenda São José do Pinheiro des „Kaffeekönigs“ Komtur Joaquim José de Sousa Breves (ca. 1804–1889) ab.
J.J. de Sousa BrevesFazenda Pinheiro, 1912 (estacoesferroviarias.com.br)
Heute sind die Gleise noch da, das alte Bahnhofsgebäude wird seit Juli 2023 als Marktplatz für das Kunsthandwerk der Region benutzt, die Lagerhalle ist der neue MRS-Bahnhof.
Im Juni 2024 (Google Street View)
Und das imposante Fazenda Gebäude ist heute eine Ruine mitten im Park:
Im Oktober 2020 (Foto: Josias Oliveira-Petra, auf Google Maps)
Das Gebiet um den Bahnhof gehörte ab November 1916 dem neu gegründeten Distrito de Pinheiro und liegt seit Juni 1995 im Município de Pinheiral. Pinheiral hieß auch der Bahnhof ab Dezember 1943.
Wie aus dem Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) hervorgeht, gab es dort ein Postamt seit 1871. Der bisher älteste Poststempel ist PRJ-1845a, der im P. Ayres’ Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) die Nr. 1403 erhielt:
PRJ-1845a (P.A. 1403) 1871ff – 1883
Es folgte PRJ-1845b (Sammlg. José A. Junges), der auch in Sepia vorkommt:
PRJ-1845b (JJ) 1886-1889
Gegen Ende des Kaiserreichs erschien auch PRJ-1845c (Abb. Koester, in Carimbologia XXXI), mit einem korrigierten Ortsnamen:
PRJ-1845c (RK) 1889-1890
James Dingler und Klerman W. Lopes haben in Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000) drei stumme Poststempel aus dem Bahnhof Pinheiro(s) gezeigt, wobei die Nr. 1361 durch eine Abbildung aus der Sammlung Everaldo N. dos Santos verbessert werden konnte:
The Freguesia de Nossa Senhora da Saúde de Pinheiro had existed since October 1875 and was part of the Vila de Piranga. It was situated on the south bank of the Ribeirão Pinheirinho, 50 kilometres south-east of the provincial capital, Ouro Preto. In 1911, it became the Distrito de Pinheiros, which was renamed Distrito de Pinheiros Altos in December 1943.
As reported in the press in Rio de Janeiro, the local post office was created in March 1885:
Gazeta de Noticias/RJ, 18 March 1885
The imperial postmark is PMG-1950a (José A. Junges collection), which also appears in blue and violet.
PMG-1950a (JJ) 1888–1890ffProvincia de Minas Geraes, 1873
Outros nomes: Pinheiros, Pinheiros Altos (1943)
A Freguesia de Nossa Senhora da Saúde de Pinheiro existia desde outubro de 1875 e fazia parte da Vila de Piranga. Estava localizada na margem sul do Ribeirão Pinheirinho, a 50 quilômetros a sudeste da capital provincial, Ouro Preto. Em 1911, tornou-se o Distrito de Pinheiros, que em dezembro de 1943 passou a chamar-se Distrito de Pinheiros Altos. É a terra natal de Cesário Alvim (1839-1903), o primeiro presidente do Estado de Minas, e bisavô de Chico Buarque.
Conforme consta da imprensa do Rio de Janeiro, a agência dos correios de lá foi criada em março de 1885:
Gazeta de Notícias/RJ, 18/03/1885
O carimbo postal imperial é o PMG-1950a (coleção de José A. Junges), que também aparece nas cores azul e violeta.
PMG-1950a (JJ) 1888-1890ffEstado de Minas Geraes, 1910
Andere Namen: Pinheiros, Pinheiros Altos (1943)
Die Freguesia de Nossa Senhora da Saúde de Pinheiro bestand seit Oktober 1875 und gehörte zur Vila de Piranga. Sie lag am Südufer des Ribeirão Pinheirinho, 50 Kilometer südöstlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto. 1911 wurde sie zum Distrito de Pinheiros, der im Dezember 1943 in Distrito de Pinheiros Altos umbenannt wurde.
Wie aus der Prese in Rio de Janeiro hervorgeht, gab es dort ein Postamt seit März 1885:
Gazeta de Noticias/RJ, 18.03.1885
Der kaiserliche Poststempel ist PMG-1950a (Sammlg. José A. Junges), der auch in Blau und Violett vorkommt.
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia do Maranhão, 1850
Other names : Pinheiros
See also Santo Ignacio do Pinheiro (SMA-0330)
Santo Ignacio do Pinheiro was since May 1855 a district in the municipality of Guimarães, situated on the west bank of the Pericumã River, some 120 km west of the provincial capital São Luis do Maranhão. The name Pinheiro does not evoke pine trees in this tropical region; it refers rather to the local governor (Capitão-Mor) who had founded the locality. Latter became a villa in own municipality already in September 1856 and is the town of Pinheiro since March 1920.
According to the Postal Report (Relatório Postal) for the year 1886, a post office had been in operation there since February 1875. The appointment of the postmaster was also announced in February of that year, as stated in the provincial governor’s report:
Relatorio do Presidente da Provincia, February 1875
No imperial post cancel from this locality could be safely identified until now. For postmarks with Santo Ignacio do Pinheiro see SMA-0330.
Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Outros nomes: Pinheiros
Veja também Santo Ignacio do Pinheiro (SMA-0330)
Santo Ignacio do Pinheiro era desde maio de 1855 um distrito do município de Guimarães, situado na margem ocidental do Rio Pericumã, uns 120 km a oeste da capital provincial São Luis do Maranhão. O nome Pinheiro não pretende evocar a árvore de climas mais frios nesta região tropical; antes refere-se ao Capitão-Mor que fundara localidade. Esta tornou-se uma vila emancipada já em setembro de 1856 e é a cidade de Pinheiro desde março de 1920.
De acordo com o Relatório Postal de 1886, havia ali uma agência dos correios desde fevereiro de 1875. O funcionário dos correios também foi mencionado em fevereiro daquele mesmo ano, conforme consta no relatório do presidente da província:
Relatorio do Presidente da Provincia, fevereiro de 1875
Nenhum carimbo imperial desta localidade pôde ser identificado com segurança até agora. Para carimbos com Santo Ignacio do Pinheiro veja SMA-0330.
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892
Andere Namen: Pinheiros
Siehe auch Santo Ignacio do Pinheiro (SMA-0330)
Santo Ignacio do Pinheiro war ab Mai May 1855 ein Distrikt im Município von Guimarães, der am Westufer des Flusses Pericumã lag, etwa 120 km westlich der Provinzhauptstadt São Luis do Maranhão. Der Name Pinheiro soll nicht an Pinienbäume in den Tropen erinnern, eher an den lokalen Oberbefehlshaber (Capitão-Mor), der die Ortschaft gegründet hatte. Letztere wurde eine villa im eigenen Município bereits im September 1856 und nennt sich seit März 1920 die Stadt Pinheiro.
Laut dem Postbericht (Relatorio Postal) für das Jahr 1886 gab es dort seit Februar 1875 ein Postamt. Der Postangestellte wurde ebenfalls im Februar desselben Jahres erwähnt, wie aus dem Bericht des Provinzpräsidenten hervorgeht:
Relatorio do Presidente da Provincia, Februar 1875
Kein Poststempel der Kaiserzeit für diese Ortschaft konnte bisher sicher identifiziert werden. Für Stempel mit Santo Ignacio do Pinheiro siehe SMA-0330.
Pinhalzinho (Little Pine Grove) was the name of a settlement that belonged to the Vila de Itapetininga and was situated 170 kilometres west of the provincial capital, São Paulo. In October 1913, it became the Distrito de Morro Alto, which was renamed Distrito do Morro do Alto in November 1944.
As reported by the press in Rio de Janeiro, there had been a post office there since September 1884:
Gazeta de Noticias/RJ, 14 September 1884
The imperial postmark is PSP-0935a (fig. R. Koester, in Carimbologia XXXI):
PSP-0935a (RK) 1885Arthur D. Ribeiro: Estado de São Paulo, 1924
Outros nomes: Morro Alto, Morro do Alto (1944)
Pinhalzinho um povoado que pertencia à Vila de Itapetininga e ficava a 170 quilômetros a oeste da capital da província, São Paulo. Em outubro de 1913, tornou-se o Distrito de Morro Alto, que em novembro de 1944 foi renomeado para Distrito do Morro do Alto.
Conforme divulgado pela imprensa do Rio de Janeiro, havia ali uma agência dos correios desde setembro de 1884:
Gazeta de Notícias/RJ, 14/09/1884
O carimbo postal imperial é o PSP-0935a (fig. R. Koester, em Carimbologia XXXI):
PSP-0935a (RK) 1885Google Maps
Andere Namen: Morro Alto, Morro do Alto (1944)
Pinhalzinho (Kleiner Pinienhain) war der Name einer Siedlung, die zur Vila de Itapetininga gehörte und 170 Kilometer westlich der Provinzhauptstadt São Paulo lag. Im Oktober 1913 wurde sie zum Distrito de Morro Alto, der im November 1944 in Distrito do Morro do Alto umbenannt wurde.
Wie die Presse aus Rio de Janeiro bekanntgab, gab es dort ein Postamt seit September 1884:
Gazeta de Noticias/RJ, 14.09.1884
Der kaiserliche Poststempel ist PSP-0935a (Abb. R. Koester, in Carimbologia XXXI):
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia de São Paulo, 1847
Alternative spelling: Pindaminhangaba
The settlement of São José de Pindamonhangaba has been documented since 1690. It was part of the Vila de Taubaté, situated on the south bank of the Paraíba do Sul river, 150 kilometres north-east of what would later become the provincial capital, São Paulo. In July 1705, it became Vila N. Sra. do Bom Successo de Pindamonhangaba and has been a town since April 1849. The name derives from the Tupi-Guarani language and means ‘place where fishing rods are made’.
According to Nova Monteiro, there had been a post office there since September 1848, as described in Administrações e Agências Postaes do Brasil Imperio (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; reprinted by SPP 1994–1999). However, this was listed in the directory of imperial post offices (Tabella das Agências do Correio do Império, Rio de Janeiro, 1885) with the year of creation given as 1846. According to the regional press, there was not only postal traffic but also a local postal administration in Pindamonhangaba as early as February 1832.
Novo Farol Paulistano 17 March 1832
The oldest postmark for which there is evidence is PSP-0930a, which was assigned the number 1402 by P. Ayres in the Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942). It also exists in red, sepia and blue.
PSP-0930a (P.A. 1402, RHM P-SP-29) 1829–1866ff
The RHM catalogue also lists the postmark PSP-0930b under P-SP-30, unfortunately without further details. This rare postmark is likely to be even older than the previous one.
PSP-0930b (RHM P-SP-30)
This was followed by the French type PSP-0930c (collection of Fuad Ferreira Fo.). Towards the end of its period of use, the year is often missing, as shown in the illustration by Walter Sonnenberg:
PSP-0930c (FF – WS) 1869–1876ff
This was followed by the simple circular postmark PSP-0930d (José A. Junges collection):
PSP-0930d (JJ) 1879–1884
Subsequently, the French type made a surprising return. It was presumably repaired, as the greater spacing between the letters N and G on PSP-0930e (Karlheinz Wittig collection) suggests. The postmark is also available in violet.
PSP-0930e (KW) 1885–1899
James Dingler and Klerman W. Lopes have listed a mute postmark from Pindamonhangaba bearing the number 1359 in Mute Cancellations of the Brazil Empire (Carimbos Mudos do Brasil Império, Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000):
BPA 1359 (1884)
Three further mute postmarks were shown by Fuad Ferreira Fo., the Feldman auction house and Mário Celso Orsi Jr.:
1850ff (FF)1866ff (DF)1876ff (MO)Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Outra grafia: Pindaminhangaba
O povoado de São José de Pindamonhangaba é mencionado desde 1690. Pertencia à Vila de Taubaté, ficava na margem sul do rio Paraíba do Sul e situava-se a 150 quilômetros a nordeste da futura capital provincial, São Paulo. Em julho de 1705, tornou-se a Vila N. Sra. do Bom Sucesso de Pindamonhangaba e é município desde abril de 1849. O nome tem origem na língua tupi-guarani e significa “lugar onde se fabricam anzois de pesca”.
Segundo Nova Monteiro, havia ali uma agência dos correios desde setembro de 1848, conforme descrito em Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934–1935; reimpressão SPP 1994–1999). No entanto, esta foi listada na Tabela das Agências do Correio do Império (Rio de Janeiro, 1885) com o ano de fundação de 1846. De acordo com a imprensa regional, já em fevereiro de 1832 havia não apenas tráfego postal, mas também uma administração postal local em Pindamonhangaba.
Novo Farol Paulistano, 17/03/1832
O carimbo postal comprovadamente mais antigo é o PSP-0930a, que recebeu o nº 1402 de P. Ayres no Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942). Ele também existe nas cores vermelho, sépia e azul.
PSP-0930a (P.A. 1402, RHM P-SP-29) 1829-1866ff
No catálogo RHM, o carimbo postal PSP-0930b é listado sob o número P-SP-30, infelizmente sem mais detalhes. Esse carimbo raro deve ser ainda mais antigo que o anterior.
PSP-0930b (RHM P-SP-30)
Seguiu-se o tipo francês PSP-0930c (Coleção Fuad Ferreira Fo.). No final do seu período de utilização, falta frequentemente a indicação do ano, como mostra a ilustração de Walter Sonnenberg:
PSP-0930c (FF – WS) 1869-1876ff
Depois veio o carimbo circular simples PSP-0930d (Coleção José A. Junges):
PSP-0930d (JJ) 1879-1884
Em seguida, o tipo francês retornou de forma surpreendente. Presumivelmente, ele foi reparado, pois a maior distância entre as letras N e G no PSP-0930e (Coleção Karlheinz Wittig) revela isso. O carimbo também ocorre na cor violeta.
PSP-0930e (KW) 1885-1899
James Dingler e Klerman W. Lopes listaram um carimbo postal mudo de Pindamonhangaba com o nº 1359 em Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império, (Clube Filatélico do Brasil, Rio de Janeiro, 2000):
BPA 1359 (1884)
Três outros carimbos postais mudos foram apresentados por Fuad Ferreira Fo., pela casa de leilões Feldman e por Mário Celso Orsi Jr.:
1850ff (FF)1866ff (DF)1876ff (MO)Carta Postal da Provincia de São Paulo, 1880
Andere Schreibweise: Pindaminhangaba
Die Siedlung São José de Pindamonhangaba ist seit 1690 überliefert. Sie gehörte zur Vila de Taubaté, lag am Südufer des Paraíba do Sul und befand sich 150 Kilometer nordöstlich der späteren Provinzhauptstadt São Paulo. Im Juli 1705 wurde sie zur Vila N. Sra. do Bom Successo de Pindamonhangaba und ist seit April 1849 eine Stadt. Der Name stammt aus der Sprache der Tupi-Guaraní und bedeutet „Ort, wo Angelruten gemacht werden“.
Laut Nova Monteiro gab es dort seit September 1848 ein Postamt, wie in Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; Nachdruck SPP 1994–1999) beschrieben. Dieses wurde jedoch im Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) mit dem Entstehungsjahr 1846 aufgeführt. Laut der regionalen Presse gab es zudem bereits im Februar 1832 nicht nur Postverkehr, sondern auch eine lokale Postverwaltung in Pindamonhangaba.
Novo Farol Paulistano 17.03.1832
Der nachweislich älteste Poststempel ist PSP-0930a, der von P. Ayres im Catálogo de Carimbos Brasil-Império, (S. Paulo, 1937, 1942) die Nr. 1402 erhielt. Es gibt ihn auch in den Farben Rot, Sepia und Blau.
PSP-0930a (P.A. 1402, RHM P-SP-29) 1829-1866ff
Im RHM-Katalog wird auch der Poststempel PSP-0930b unter P-SP-30 aufgeführt, leider ohne weitere Angaben. Dieser seltene Poststempel dürfte noch älter sein als der vorherige.
PSP-0930b (RHM P-SP-30)
Es folgte der französische Typ PSP-0930c (Sammlg. Fuad Ferreira Fo.). Am Ende seiner Verwendungszeit fehlt oft die Jahresangabe, wie die Abbildung von Walter Sonnenberg zeigt:
PSP-0930c (FF – WS) 1869-1876ff
Danach kam der einfache Kreisstempel PSP-0930d (Sammlg. José A. Junges):
PSP-0930d (JJ) 1879-1884
Anschließend kehrte überraschend der französische Typ zurück. Vermutlich wurde er repariert, denn der größere Abstand zwischen den Buchstaben N und G bei PSP-0930e (Sammlung Karlheinz Wittig) verrät dies. Der Stempel ist auch in Violett erhältlich.
PSP-0930e (KW) 1885-1899
James Dingler und Klerman W. Lopes haben einen stummen Poststempel aus Pindamonhangaba mit Nr. 1359 in Mute Cancellations of the Brazil Empire (Carimbos Mudos do Brasil Império, Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000) aufgeführt:
BPA 1359 (1884)
Drei weitere stumme Poststempel zeigten Fuad Ferreira Fo., das Auktionshaus Feldman und Mário Celso Orsi Jr.:
Other names: Pindahybas do Calabouço, Vera Cruz, Pindaré, Vera Cruz de Minas (1953)
In Brazil, the name Pindaíba or Pindaíva (in the modern spelling) refers to a beautiful plant of the Anonaceae family:
Duguetia lanceolata (St. Hil.) Photo by Gustavo Giacon on rebrotarplantas.com.br
The term originates from the Tupi-Guarani language and means ‘stick for a fishing rod’. For reasons unknown, however, it is also used nationwide to refer to cachaça or to a state of financial hardship.
In the imperial province of Minas Gerais, there were at least three localities named Pindahybas, as well as a river of the same name. Apart from the place we are discussing here, the other two Pindahybas were located in the vicinity of Vila de Diamantina, to the west and north-east of the diamond town respectively. The former is now the Distrito de Senador Mourão; the latter has since disappeared from the map, but appears to lie within the present-day Município de Augusto de Lima. The resulting confusion has led to errors on the part of some researchers.
Around 1710, our Pindahybas was a settlement of Vila de Sabará on the north bank of the Ribeirão das Neves, 140 kilometres north-west of the future provincial capital, Ouro Preto. Until 1870, it belonged to the Freguesia de Curral d’El-Rei, now known as Belo Horizonte. In December 1873 (or 1874; here too the situation is unclear), Pindahybas was elevated to the status of a district. In April 1900, it became the Distrito de Vera Cruz, which came under the jurisdiction of the Município de Contagem in August 1911. As a district, Vera Cruz was transferred to the Município de Pedro Leopoldo in September 1923. Two name changes followed: in December 1943 to Distrito de Pindaré and in December 1962 to the current Distrito de Vera Cruz de Minas.
As indicated in the Postal Report (Relatório Postal) for the year 1886, there had been a post office there since September 1881. The oldest postmark to date is PMG-1945a (Karlheinz Wittig collection):
PMG-1945a (KW) 1894–1897Google Maps
Outros nomes: Pindahybas do Calabouço, Vera Cruz, Pindaré, Vera Cruz de Minas (1953)
Pindaíba ou Pindaíva (na grafia atual) é o nome dado no Brasil a uma bela planta da família Anonaceae:
Duguetia lanceolata (St. Hil.) Foto de Gustavo Giacon em rebrotarplantas.com.br
O termo tem origem na língua tupi-guarani e significa “vara para anzol”. Por razões inexplicáveis, porém, ele também é usado em todo o país para designar cachaça ou uma situação de falta de dinheiro.
Na província imperial de Minas Gerais, havia pelo menos três localidades chamadas Pindahybas, bem como um rio homônimo. Além do local de que falaremos aqui, as outras duas Pindahybas ficavam na região de Diamantina, a oeste e a nordeste da cidade, respectivamente. A primeira é hoje o Distrito de Senador Mourão; a segunda desapareceu do mapa, mas parece estar localizada no atual Município de Augusto de Lima. A confusão resultante provocou erros de alguns pesquisadores.
Nossa Pindahybas era, por volta de 1710, um povoado da Vila de Sabará, na margem norte do Ribeirão das Neves, 140 quilômetros a noroeste da futura capital provincial, Ouro Preto. Até 1870, pertencia à Freguesia de Curral d’El-Rei, a atual Belo Horizonte. Em dezembro de 1873 (ou 1874, também aqui a situação é pouco clara), Pindahybas foi elevada a distrito. Em abril de 1900, tornou-se o Distrito de Vera Cruz, que em agosto de 1911 passou a subordinar-se ao Município de Contagem. Como distrito, Vera Cruz passou a fazer parte do Município de Pedro Leopoldo em setembro de 1923. Seguiram-se duas mudanças de nome: em dezembro de 1943 para Distrito de Pindaré e, em dezembro de 1962, para o atual Distrito de Vera Cruz de Minas.
Conforme consta do Relatório Postal de 1886, havia ali uma agência dos correios desde setembro de 1881. O carimbo postal mais antigo encontrado até o momento é o PMG-1945a (Coleção Karlheinz Wittig):
PMG-1945a (KW) 1894-1897Provincia de Minas Geraes, 1873
Andere Namen: Pindahybas do Calabouço, Vera Cruz, Pindaré, Vera Cruz de Minas (1953)
Pindaíba oder Pindaíva (in der heutigen Schreibweise) nennt man in Brasilien eine schöne Pflanze der Familie Anonaceae:
Duguetia lanceolata (St. Hil.) Foto Gustavo Giacon auf rebrotarplantas.com.br
Der Begriff stammt aus der Sprache Tupi-Guaraní und bedeutet „Stock für Angelhakenrute“. Aus unerfindlichen Gründen wird er landesweit jedoch auch verwendet, um Zuckerrohrschnaps oder einen Zustand von Geldmangel zu bezeichnen.
In der kaiserlichen Provinz Minas Gerais gab es mindestens drei Ortschaften, die Pindahybas hießen, sowie einen Fluss gleichen Namens. Außer dem Ort, von dem hier die Rede sein wird, befanden sich die beiden anderen Pindahybas im Bereich der Vila de Diamantina, jeweils westlich und nordöstlich der Diamantenstadt. Erstere ist heute der Distrito de Senador Mourão, die zweite ist inzwischen von der Karte verschwunden, scheint aber im heutigen Município de Augusto de Lima zu liegen. Die daraus entstandene konfuse Lage hat bei einigen Forschern zu Fehlern geführt.
Unser Pindahybas war um 1710 eine Siedlung der Vila de Sabará am Nordufer des Ribeirão das Neves, 140 Kilometer nordwestlich der späteren Provinzhauptstadt Ouro Preto. Bis 1870 gehörte sie zur Freguesia de Curral d’El-Rei, dem heutigen Belo Horizonte. Im Dezember 1873 (oder 1874, auch hier ist die Lage unklar) wurde Pindahybas zum Distrikt erhoben. Im April 1900 wurde sie zum Distrito de Vera Cruz, der im August 1911 dem Município de Contagem unterstand. Als Distrikt ging Vera Cruz im September 1923 zum Município de Pedro Leopoldo über. Es folgten zwei Ortsumbenennungen: im Dezember 1943 zu Distrito de Pindaré und im Dezember 1962 zum aktuellen Distrito de Vera Cruz de Minas.
Wie aus dem Postbericht (Relatorio Postal) für das Jahr 1886 hervorgeht, gab es dort ein Postamt seit September 1881. Der bisher älteste Poststempel ist PMG-1945a (Sammlg. Karlheinz Wittig):
Other names: Colonia Pimenteiras, Jaqueira (ca. 1910)
See also Colonia Izabel (CPE-0210)
The military colony (Colonia Militar) Pimenteiras existed from 1850 to April 1869 in the area of Vila de Água Preta, 150 kilometres southwest of the provincial capital Recife. After its closure, it was continued as an orphanage colony from 1873 under the name Colonia Orfanológica Isabel until 1894, now on the territory of Vila de Palmares. In December 1904, the village became a district, which was renamed Jaqueira around 1910. Twenty years later, this district was incorporated into the newly founded Município de Maraial. Jaqueira has been an independent município since September 1995.
According to the regional press, there has been a post office in the colony of Pimenteiras since September 1854:
Diario de Pernambuco, 07/10/1854
This agency was probably closed in 1869 with the closure of the colony. It was reopened at the beginning of 1874, now under the name Colonia Isabel:
Diario de Pernambuco, 09.01.1874
No postmark from Pimenteiras has been seen to date. For postmarks from Colonia Izabel, see CPE-0210.
Carta Corographica da Provincia de Pernambuco, 1880
Outros nomes: Colonia Pimenteiras, Jaqueira (ca. 1910)
Veja também Colonia Izabel (CPE-0210)
A Colônia Militar de Pimenteiras existiu de 1850 a abril de 1869 na área da Vila de Água Preta, 150 quilômetros a sudoeste da capital da província, Recife. Após seu fechamento, continuou a partir de 1873 com o nome de Colônia Orfanológica Isabel até 1894, agora no território da Vila de Palmares. Em dezembro de 1904, tornou-se um distrito, que passou a se chamar Jaqueira por volta de 1910. Vinte anos depois, esse distrito foi incorporado ao recém-fundado Município de Maraial. Jaqueira é um município autônomo desde setembro de 1995.
De acordo com a imprensa regional, havia uma agência postal na colônia de Pimenteiras desde setembro de 1854:
Diario de Pernambuco, 07/10/1854
Essa agência provavelmente foi fechada em 1869 com o fechamento da colônia. Foi reaberta no início de 1874, agora com o nome de Colônia Isabel:
Diario de Pernambuco, 09.01.1874
Até o momento, não foi visto nenhum carimbo postal de Pimenteiras. Para carimbos com a indicação “Colônia Izabel”, consulte CPE-0210.
Rede Ferroviária de Pernambuco, 1898 (IBGE)
Andere Namen: Colonia Pimenteiras, Jaqueira (ca. 1910)
Siehe auch Colonia Izabel (CPE-0210)
Die Militärkolonie (Colonia Militar) Pimenteiras bestand von 1850 bis April 1869 auf dem Gebiet der Vila de Água Preta, 150 km südwestlich der Provinzhauptstadt Recife. Nach ihrer Schließung wurde sie ab 1873 als Waisenhauskolonie unter dem Namen Colonia Orfanológica Isabel weitergeführt und bestand bis 1894, nun auf dem Gebiet der Vila de Palmares. Im Dezember 1904 wurde das Dorf zu einem Bezirk, der um 1910 in Jaqueira umbenannt wurde. Zwanzig Jahre später wurde dieser Bezirk in das neu gegründete Município de Maraial eingegliedert. Seit September 1995 ist Jaqueira ein eigenständiges Município.
Wie aus der regionalen Presse hervorgeht, gab es in der Kolonie Pimenteiras seit September 1854 ein Postamt:
Diario de Pernambuco, 07.10.1854
Diese Agentur wurde wahrscheinlich 1869 mit der Schließung der Kolonie geschlossen. Sie wurde Anfang 1874 wieder eröffnet, nun unter dem Namen Colonia Isabel:
Diario de Pernambuco, 09.01.1874
Bisher wurde kein Poststempel aus Pimenteiras gesehen. Für Stempel mit Colonia Izabel siehe CPE-0210.
The history of this place contains much unknown and unconfirmed information, as the town archives were destroyed in a fire in February 1957. The District of Nossa Senhora do Rosário da Estiva is said to have been founded in November 1842. It belonged to the Vila de Formiga (in other sources: Villa de Piumhy) and was situated near the north bank of the Rio Grande, approximately 320 km west of the provincial capital, Ouro Preto. In November 1866, the Freguesia de Nossa Senhora do Rosário da Pimenta was established there, which was given the old place name Estiva in December 1867. In 1890, Pimenta/Estiva still belonged to the Município de Piumhy. It subsequently transferred to Formiga, but in August 1911 Pimenta returned to Piumhy and became a district of the Vila de Pains in December 1943. Since December 1948, Pimenta has been an independent municipality, now situated near the Furnas Dam (1958–1963).
According to reports in the Rio de Janeiro press, a post office was created there in August 1881.
Jornal do Commercio/RJ, 20 August 1881
The only imperial postmark to date is PMG-1940a (Fuad Ferreira Fo. collection):
PMG-1940a (FF) 1884–1898Provincia de Minas Geraes, 1873
Outros nomes: Estiva
A história deste local contém muitos dados desconhecidos e não confirmados, uma vez que o arquivo municipal foi destruído num incêndio em fevereiro de 1957. O Distrito de Nossa Senhora do Rosário da Estiva teria sido fundado em novembro de 1842. Pertencia à Vila de Formiga (em outras fontes: Villa de Piumhy) e ficava próximo à margem norte do Rio Grande, a cerca de 320 km a oeste da capital provincial, Ouro Preto. Em novembro de 1866, foi fundada ali a Freguesia de Nossa Senhora do Rosário da Pimenta, que em dezembro de 1867 recebeu o antigo nome de Estiva. Em 1890, Pimenta/Estiva ainda pertencia ao Município de Piumhy. Posteriormente, porém, passou a pertencer a Formiga, pois em agosto de 1911 Pimenta voltou a Piumhy e, em dezembro de 1943, tornou-se Distrito da Vila de Pains. Desde dezembro de 1948, Pimenta é um município independente, hoje próximo à barragem das Furnas (1958-1963).
Conforme consta na imprensa do Rio de Janeiro, foi criada ali uma agência dos correios em agosto de 1881.
Jornal do Commercio/RJ, 20/08/1881
O único carimbo postal imperial até o momento é o PMG-1940a (Coleção Fuad Ferreira Fo.):
PMG-1940a (FF) 1884-1898Estado de Minas Geraes, 1910
Andere Namen: Estiva
Die Geschichte dieses Ortes enthält viele unbekannte und ungesicherte Daten, da das Stadtarchiv bei einem Brand im Februar 1957 zerstört wurde. Der Distrito de N. Sra. do Rosario da Estiva soll im November 1842 gegründet worden sein. Er gehörte zur Vila de Formiga (in anderen Quellen: Villa de Piumhy) und lag in der Nähe des Nordufers des Rio Grande, ca. 320 km westlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto. Im November 1866 wurde dort die Freguesia de Nossa Senhora do Rosário da Pimenta gegründet, die im Dezember 1867 den alten Ortsnamen Estiva erhielt. Im Jahr 1890 gehörte Pimenta/Estiva noch zum Município de Piumhy. Danach wechselte es aber zu Formiga, denn im August 1911 kehrte Pimenta nach Piumhy zurück und wurde im Dezember 1943 zum Distrito der Vila de Pains. Seit Dezember 1948 ist Pimenta ein eigenständiger Município, heute nah am Furnas-Staudamm (1958-1963).
Wie aus der Presse in Rio de Janeiro hervorgeht, gab es dort ein Postamt seit August 1881.
Jornal do Commercio/RJ, 20.08.1881
Der bisher einzige kaiserliche Poststempel ist PMG-1940a (Sammlg. Fuad Ferreira Fo.):