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Carimbologia O-P

Piedade da Leopoldina, Minas Gerais (PMG-1915)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Other names: Piacatuba (1923)

This locality had been a district of the municipality of Mar d’Hespanha since October 1851, which was placed under the jurisdiction of the Vila de Feijão Cru (renamed Leopoldina in October 1861) in April 1854. In December 1873, it was elevated to the status of Freguesia de Nossa Senhora da Piedade, which has been known as Distrito de Piacatuba since September 1923. The name, derived from the Tupi-Guarani language, is said to mean ‘place of kind-hearted people’.

R. Koester writes in Carimbologia XXXI that there had been a post office there since August 1876. However, this is likely to be a transcription error, as the creation of the agency was not reported in the Rio de Janeiro press until a year later.

O Globo/RJ, 20 November 1877

The oldest postmark to date is PMG-1915a, which was assigned the number 1400 by P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942):

PMG-1915a (P.A. 1400) 1877ff – 1883ff, also occurring in blue

This was followed by the circular postmark PMG-1915b (image from the internet):

PMG-1915b (EB) 1885–1888
Provincia de Minas Geraes, 1873

Outros nomes: Piacatuba (1923)

Este local era, desde outubro de 1851, um distrito do município de Mar d’Hespanha, que em abril de 1854 passou a ser subordinado à Vila de Feijão Cru (esta a partir de outubro de 1861 chamou-se Leopoldina). Em dezembro de 1873, foi elevada à Freguesia de Nossa Senhora da Piedade, que desde setembro de 1923 se chama Distrito de Piacatuba. O nome, de origem tupi-guarani, significa “lugar de pessoas de bom coração”.

R. Koester escreve na Carimbologia XXXI que havia ali uma agência dos correios desde agosto de 1876. No entanto, isso deve ser um erro de transcrição, pois a criação da agência só foi noticiada pela imprensa do Rio de Janeiro um ano depois.

O Globo/RJ, 20/11/1877

O carimbo postal mais antigo até o momento é o PMG-1915a, que recebeu o nº 1400 de P. Ayres no Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942):

PMG-1915a (P.A. 1400) 1877ff – 1883ff, também presente em azul

Seguiu-se o carimbo circular PMG-1915b (imagem da Internet):

PMG-1915b (EB) 1885-1888
Estado de Minas Geraes, 1910

Andere Namen: Piacatuba (1923)

Dieser Ort war seit Oktober 1851 ein Distrikt des Munizips Mar d’Hespanha, der im April 1854 der Vila de Feijão Cru (ab Oktober 1861 Leopoldina) untergeordnet wurde. Im Dezember 1873 erfolgte der Aufstieg zur Freguesia de Nossa Senhora da Piedade, die seit September 1923 Distrito de Piacatuba heißt. Der Name aus dem Tupi-Guaraní soll „Ort von gutherzigen Menschen” bedeuten.

R. Koester schreibt in Carimbologia XXXI, dass es dort seit August 1876 ein Postamt gab. Dies dürfte jedoch ein Abschreibfehler sein, denn die Agenturgründung wurde erst ein Jahr später in der Presse aus Rio de Janeiro gemeldet.

O Globo/RJ, 20.11.1877

Der bisher älteste Poststempel ist PMG-1915a, der von P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) die Nr. 1400 erhielt:

PMG-1915a (P.A. 1400) 1877ff – 1883ff, auch in Blau vorkommend

Es folgte der Kreisstempel PMG-1915b (Abb. aus dem Internet):

PMG-1915b (EB) 1885-1888
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Carimbologia O-P

Piedade da Boa Esperança, Minas Gerais (PMG-1910)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Other names: Piedade da Espera, Rio Espera (1911)

The chapel of Nossa Senhora da Piedade was built in December 1765 on the south bank of the Espera, 75 kilometres south of what would later become the provincial capital, Ouro Preto. The settlement that grew up around the chapel became, in June 1850, the parish of Nossa Senhora da Piedade da Espera, which was subordinate to the town of Piranga. In November 1866, it was renamed the Freguesia de Nossa Senhora da Piedade da Boa Esperança. In March 1890, the latter became a district within the Município de Alto Rio Doce. Since August 1911, the official place name has been Município de Rio Espera.

The Postal Report (Relatório Postal) for the year 1886 indicates that the local post office was created in September 1876.

The only imperial postmark to date is PMG-1910a (José A. Junges collection):

PMG-1910a (JJ) 1883ff-1889
Provincia de Minas Geraes, 1873

Outros nomes: Piedade da Espera, Rio Espera (1911)

A capela de Nossa Senhora da Piedade foi erguida em dezembro de 1765 na margem sul do rio Espera, 75 quilômetros ao sul da futura capital provincial, Ouro Preto. O povoado que se formou em torno da capela tornou-se, em junho de 1850, a Freguesia de Nossa Senhora da Piedade da Espera, subordinada à Vila de Piranga. Em novembro de 1866, foi renomeada como Freguesia de Nossa Senhora da Piedade da Boa Esperança. Em março de 1890, esta última tornou-se um distrito no Município de Alto Rio Doce. Desde agosto de 1911, o nome oficial do local é Município de Rio Espera.

O Relatório Postal de 1886 indica que a agência postal local foi criada em setembro de 1876.

O único carimbo postal imperial registrado até o momento é o PMG-1910a (Coleção José A. Junges):

PMG-1910a (JJ) 1883ff-1889
Estado de Minas Geraes, 1910

Andere Namen: Piedade da Espera, Rio Espera (1911)

Die Kapelle Nossa Senhora da Piedade wurde im Dezember 1765 am Südufer des Espera, 75 Kilometer südlich der späteren Provinzhauptstadt Ouro Preto, errichtet. Die um die Kapelle entstandene Siedlung wurde im Juni 1850 zur Freguesia de Nossa Senhora da Piedade da Espera, die der Vila de Piranga untergeordnet war. Im November 1866 wurde sie in Freguesia de Nossa Senhora da Piedade da Boa Esperança umbenannt. Im März 1890 wurde Letztere ein Distrikt im Munizip Alto Rio Doce. Seit August 1911 gilt der offizielle Ortsname Município de Rio Espera.

Aus dem Postbericht (Relatório Postal) für das Jahr 1886 geht hervor, dass das örtliche Postamt im September 1876 ins Leben gerufen wurde.

Der bisher einzige kaiserliche Poststempel ist PMG-1910a (Sammlg. José A. Junges):

PMG-1910a (JJ) 1883ff-1889
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Carimbologia O-P

Picos, Piauí (PPI-0125)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

The parish of Nossa Senhora dos Remédios de Picos was established in September 1851. It belonged to the town of Oeiras and was situated on the west bank of the Guariba River, 310 kilometres south of the provincial capital, Teresina. In December 1855, it was elevated to the status of a Vila, and in December 1890, it finally became a city.

Picos Post Office, c. 1970 (Photo: IBGE)

Nova Monteiro writes in Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; reprinted by SPP, 1994–1999) that a post office had been in operation there since October 1861. However, this had already been announced (under the wrong place name Rios) in the Rio de Janeiro press in March of the same year.

Correio Mercantil/RJ, 28 March 1861

Another post office opening was recorded for the year 1880 in Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000). However, this date is likely to correspond to the appointment of a postal agent, as the agency was still in operation in 1879.

The oldest postmark to date is PPI-0125a, which was assigned the number 1399 by P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942):

PPI-0125a (MPT 363, P.A. 1399) 1866ff-1877

This was followed by the circular postmark PPI-0125b (José A. Junges collection):

PPI-0125b (JJ) 1888-1901
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia do Piauhy, 1850

A Freguesia de Nossa Senhora dos Remédios de Picos existia desde setembro de 1851. Pertencia à Vila de Oeiras e ficava na margem oeste do rio Guariba, 310 quilômetros ao sul da capital provincial, Teresina. Em dezembro de 1855, foi elevada à categoria de vila e, finalmente, em dezembro de 1890, tornou-se cidade.

Correio de Picos, por volta de 1970 (Foto: IBGE)

Nova Monteiro escreve em Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934–1935; reimpressão SPP, 1994–1999) que havia ali uma agência dos correios desde outubro de 1861. No entanto, isso já havia sido anunciado na imprensa do Rio de Janeiro em março do mesmo ano, sob o topônimo equivocado de Rios.

Correio Mercantil/RJ, 28.03.1861

Outra criação da agência postal foi registrada para o ano de 1880 em Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Clube Filatélico do Brasil, Rio de Janeiro, 2000). Essa data, no entanto, provavelmente corresponde à nomeação de um agente postal, já que a agência ainda estava em funcionamento em 1879.

O carimbo postal mais antigo até o momento é o PPI-0125a, que recebeu o nº 1399 de P. Ayres no Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942):

PPI-0125a (MPT 363, P.A. 1399) 1866ff-1877

Seguiu-se o carimbo circular PPI-0125b (Coleção José A. Junges):

PPI-0125b (JJ) 1888-1901
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Die Freguesia de N. Sra. dos Remedios de Picos bestand seit September 1851. Sie gehörte zur Vila de Oeiras und lag am Westufer des Guariba, 310 Kilometer südlich der Provinzhauptstadt Teresina. Im Dezember 1855 wurde sie zur Vila und im Dezember 1890 schließlich zur Stadt.

Postamt Picos, um 1970 (Foto: IBGE)

Nova Monteiro schreibt in Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; Nachdruck SPP, 1994–1999), dass es dort seit Oktober 1861 ein Postamt gab. Dieses wurde allerdings bereits im März desselben Jahres unter dem falschen Ortsnamen Rios in der Presse aus Rio de Janeiro angekündigt.

Correio Mercantil/RJ, 28.03.1861

Eine weitere Postamteröffnung wurde für das Jahr 1880 im Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000) registriert. Dieses Datum dürfte jedoch einer Postagentennominierung entsprechen, da die Agentur noch 1879 in Betrieb war.

Der bisher älteste Poststempel ist PPI-0125a, der von P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) die Nr. 1399 erhielt:

PPI-0125a (MPT 363, P.A. 1399) 1866ff-1877

Es folgte der Kreisstempel PPI-0125b (Samml. José A. Junges):

PPI-0125b (JJ) 1888-1901
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Carimbologia O-P

Picos, Maranhão (PMA-0200)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Other names: Colinas (1943)

Originally, this place was a parish of the municipality of Passagem Franca, situated on the eastern bank of the Itapecuru River, 450 kilometres south of the provincial capital, São Luís do Maranhão. In August 1870, it became the Vila Picos, which was granted town status in April 1891 and has been known as the municipality of Colinas since December 1943.

Picos Post Office, c. 1971 (Photo: IBGE).

As reported by the regional press, the Pastos Bons Post Office (PMA-0180) was due to be relocated to Picos in 1871.

Publicador Maranhense, 04/12/1871

Apparently, the relocation did not take place until May 1874, as indicated in the Postal Report (Relatório Postal) for the year 1886. To date, no imperial postmark has been identified with certainty for this locality.

Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Outros nomes: Colinas (1943)

Originalmente, este local era uma freguesia da Vila de Passagem Franca, situada na margem leste do rio Itapecuru, 450 quilômetros ao sul da capital provincial, São Luís do Maranhão. Em agosto de 1870, tornou-se a Vila de Picos, que em abril de 1891 foi elevada à categoria de cidade e, desde dezembro de 1943, é conhecida como Município de Colinas.

Agência dos Correios de Picos, por volta de 1971 (Foto: IBGE).

Conforme noticiado pela imprensa regional, a agência dos Correios de Pastos Bons (PMA-0180) deveria ser transferida para Picos no ano de 1871.

Publicador Maranhense, 04/12/1871

A transferência, aparentemente, só ocorreu em maio de 1874, conforme consta no Relatório Postal de 1886. Até o momento, não foi possível identificar com certeza nenhum carimbo postal imperial para essa localidade.

Google Maps

Andere Namen: Colinas (1943)

Ursprünglich war dieser Ort eine Freguesia der Vila de Passagem Franca, die am Ostufer des Itapecuru lag, 450 Kilometer südlich der Provinzhauptstadt São Luís do Maranhão. Im August 1870 wurde sie zur Vila de Picos, die im April 1891 zur Stadt ernannt wurde und seit Dezember 1943 Municipio de Colinas heißt.

Postamt Picos, um 1971 (Foto: IBGE).

Wie die regionale Presse meldete, sollte das Postamt Pastos Bons (PMA-0180) im Jahr 1871 nach Picos verlegt werden.

Publicador Maranhense, 04.12.1871

Die Verlegung fand scheinbar erst im Mai 1874 statt, wie aus dem Postbericht (Relatorio Postal) für das Jahr 1886 hervorgeht. Bisher konnte kein kaiserlicher Poststempel mit Sicherheit für diese Ortschaft identifiziert werden.

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Carimbologia O-P

Picada dos Indios, Rio de Janeiro (PRJ-1250)

Bellegard-Niemeyer: Carta Corographica da Provincia do Rio de Janeiro, 1867

Other names: São Bento da Gramma, São Joaquim da Gramma, Fazenda da Grama (2004)

Even before 1877, the Fazenda da Gramma belonging to the ‘Coffee King’ Joaquim José de Sousa Breves (c. 1804–1889) stood on this site in the Município de Rio Claro, 120 km west of the capital, Rio de Janeiro.

J.J. de Sousa Breves (geni.com)

In 1877, he had a chapel built and donated a surrounding plot of land to the church. Soon afterwards, the press reported the establishment of a local post office.

Jornal do Commercio, 3 June 1877

The settlement that grew up there was originally named Picada dos Indios (Indians’ Forest Path). In July 1892, it was renamed São Bento da Gramma and in 1896 São Joaquim da Gramma (see agenciaspostais.com.br). The post office is still in operation today under the name Fazenda da Grama. A photograph from 1911 shows the chapel with the post office (left):

agenciaspostais.com.br

Today, however, the small church has fallen into ruin.

March 2026 (Photo: Marcelo Ferreira, on Google Maps)

The oldest postmark to date is PRJ-1250a, which was assigned No. 1398 in P. Ayres’ Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942):

PRJ-1250a (P.A. 1398) 1877ff

This was followed by the circular postmark PRJ-1250b, of which only one illustration by R. Koester (Carimbologia XXXI) is currently known:

PRJ-1250b (RK)

Koester also reports on a handwritten cancellation on a stamp from 1878.

Almanak Laemmert, 1892

Outros nomes: São Bento da Gramma, São Joaquim da Gramma, Fazenda da Grama (2004)

Já antes de 1877, no município de Rio Claro, 120 km a oeste da capital Rio de Janeiro, havia neste local a Fazenda da Gramma do “Rei do Café” Joaquim José de Sousa Breves (ca. 1804-1889).

J.J. de Sousa Breves (geni.com)

Este mandou construir uma capela em 1877 e doou à igreja um terreno ao redor. Logo em seguida, a imprensa noticiou a instalação de uma agência dos correios por lá.

Jornal do Comércio, 03/06/1877

O povoado que ali surgiu levava originalmente o nome de Picada dos Índios. Em julho de 1892, foi renomeado para São Bento da Gramma e, em 1896, para São Joaquim da Gramma (cf. agenciaspostais.com.br). A agência dos correios ainda hoje funciona sob o nome Fazenda da Grama. Uma foto de 1911 mostra a capela com a agência postal (à esquerda):

agenciaspostais.com.br

Hoje, porém, a pequena igreja está em ruínas.

Em março de 2026 (Foto: Marcelo Ferreira, no Google Maps)

O carimbo postal mais antigo até o momento é o PRJ-1250a, que recebeu o nº 1398 no Catálogo de Carimbos Brasil-Império de P. Ayres (S. Paulo, 1937, 1942):

 PRJ-1250a (P.A. 1398) 1877ff

Seguiu-se o carimbo circular PRJ-1250b, do qual se conhece até o momento apenas uma ilustração de R. Koester (Carimbologia XXXI):

 PRJ-1250b (RK)

Koester também relata uma obliteração manuscrita em um selo postal do ano de 1878.

agenciaspostais.com.br

Andere Namen: São Bento da Gramma, São Joaquim da Gramma, Fazenda da Grama (2004)

Bereits vor 1877 lag im Município de Rio Claro, 120 km westlich der Hauptstadt Rio de Janeiro, an dieser Stelle die Fazenda da Gramma des „Kaffeekönigs“ Joaquim José de Sousa Breves (ca.1804-1889).

J.J. de Sousa Breves (geni.com)

Dieser ließ 1877 eine Kapelle errichten und schenkte der Kirche ein umliegendes Stück Land. Bald darauf meldete die Presse die Einrichtung eines Postamts vor Ort.

Jornal do Commercio, 03.06.1877

Die dort entstandene Siedlung trug ursprünglich den Namen Picada dos Indios (Waldweg der Indianer). Im Juli 1892 wurde sie zu São Bento da Gramma und 1896 zu São Joaquim da Gramma umbenannt (vgl. agenciaspostais.com.br). Das Postamt ist noch heute unter Fazenda da Grama in Betrieb. Ein Bild vom Jahr 1911 zeigt die Kapelle mit Postamt (links):

agenciaspostais.com.br

Heute jedoch ist die kleine Kirche eine Ruine geworden.

Im März 2026 (Foto: Marcelo Ferreira, auf Google Maps)

Der bisher älteste Poststempel ist PRJ-1250a, der in P. Ayres‘ Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) die Nr. 1398 erhielt:

PRJ-1250a (P.A. 1398) 1877ff

Es folgte der Kreisstempel PRJ-1250b, von dem bisher nur eine Abbildung von R. Koester (Carimbologia XXXI) bekannt ist:

PRJ-1250b (RK)

Koester berichtet auch über eine handschriftliche Entwertung auf einer Briefmarke vom Jahr 1878.

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Carimbologia O-P

Piáu, Minas Gerais (PMG-1905)

Provincia de Minas Geraes, 1873

Alternative spelling: Piau

At the beginning of the 19th century, this settlement was a district of Vila de Barbacena and was situated on the eastern bank of the Piau, 240 kilometres south of the provincial capital, Ouro Preto. In 1846, the district was transferred to Vila de Pomba; in May 1850 to Vila de São João Nepomuceno; and in August 1864 to Vila de Santo Antônio do Paraíba (which was renamed Juiz de Fora a year later). In June 1868, Piau returned to Vila de São João Nepomuceno as the Freguesia de Divino Espírito Santo do Piau. In August 1870, this parish then transferred to Vila do Rio Novo. Since December 1953, Piau has been an independent municipality. The indigenous name refers to a popular edible fish from the Anostomidae family.

Leporinus obtusidens (CC BY-SA 2.5)

As indicated in the Postal Report (Relatório Postal) for the year 1886, there had been a post office there since January 1872. Initially, stamps were cancelled by hand, as shown by the examples from philatelists Fuad Ferreira Fo. and José Renato C. de Souza.

1872ff (FF)

The oldest postmark to date is PMG-1905a (José A. Junges collection)

PMG-1905a (JJ) 1885ff-1888

This was followed by PMG-1905b (José A. Junges collection):

PMG-1905b (JJ) 1887–1899
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outra grafia: Piau

No início do século XIX, esta localidade era um distrito da Vila de Barbacena e situava-se na margem leste do rio Piau, 240 quilômetros ao sul da capital provincial, Ouro Preto. Em 1846, o distrito passou a pertencer à Vila de Pomba; em maio de 1850, à Vila de São João Nepomuceno; e, em agosto de 1864, à Vila de Santo Antônio do Paraíba (que, um ano depois, passou a se chamar Juiz de Fora). Em junho de 1868, Piau voltou a pertencer à Vila de São João Nepomuceno como Freguesia de Divino Espírito Santo do Piau. Em agosto de 1870, essa freguesia passou a pertencer à Vila do Rio Novo. Desde dezembro de 1953, Piau é um município independente. O nome indígena refere-se a um peixe comestível muito apreciado da família dos Anostomidae.

Leporinus obtusidens (CC BY-SA 2.5)

Conforme consta do Relatório Postal de 1886, havia ali uma agência dos correios desde janeiro de 1872. No início, os selos eram carimbados à mão, como mostram os exemplares dos filatelistas Fuad Ferreira Fo. e José Renato C. de Souza.

1872ff (FF)
1875 (JR)

O carimbo postal mais antigo até o momento é o PMG-1905a (Coleção José A. Junges)

PMG-1905a (JJ) 1885ff-1888

Seguiu-se o PMG-1905b (coleção de José A. Junges):

PMG-1905b (JJ) 1887-1899
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Andere Schreibweise: Piau

Diese Ortschaft war zu Beginn des 19. Jahrhunderts ein Distrikt der Vila de Barbacena und lag am Ostufer des Piau, 240 Kilometer südlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto. 1846 wechselte der Distrikt zur Vila de Pomba, im Mai 1850 zur Vila de São João Nepomuceno und im August 1864 zur Vila de Santo Antônio do Paraíba (die ein Jahr später Juiz de Fora hieß). Im Juni 1868 kehrte Piau als Freguesia de Divino Espírito Santo do Piau zur Vila de São João Nepomuceno zurück. Im August 1870 wechselte diese Freguesia dann zur Vila do Rio Novo. Seit Dezember 1953 ist Piau ein eigenständiger Município. Der indigene Name bezeichnet einen beliebten Speisefisch aus der Familie der Anostomidae.

Leporinus obtusidens (CC BY-SA 2.5)

Wie aus dem Postbericht (Relatorio Postal) für das Jahr 1886 hervorgeht, gab es dort seit Januar 1872 ein Postamt. Zu Beginn wurden die Briefmarken von Hand entwertet, wie die Beispiele der Philatelisten Fuad Ferreira Fo. und José Renato C. de Souza zeigen.

1872ff (FF)
1875 (JR)

Der bisher älteste Poststempel ist PMG-1905a (Sammlg. José A. Junges)

PMG-1905a (JJ) 1885ff-1888

Es folgte PMG-1905b (Sammlg. José A. Junges):

PMG-1905b (JJ) 1887-1899

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Carimbologia O-P

Piassabussú, Alagoas (PAL-0150)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das Provincias de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, 1848

Alternative spelling: Piaçabuçu

The Chapel of São Francisco de Borja was built around 1665 on the north bank of the São Francisco River, 140 km south-west of what would later become the provincial capital, Maceió. The settlement that subsequently developed became the parish of Vila de Penedo in July 1859. Piaçabuçu has been an independent town since May 1882. The name derives from the Tupi language and means ‘Big Palm’.

As Aldo Cardoso writes in Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969), there has been a post office there since July 1869. The only imperial postmark to date is the double-circle PAL-0150b (collection of José A. Junges):

PAL-0150b (JJ) 1886–1890
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outra grafia: Piaçabuçu

A capela de São Francisco de Borja foi erguida por volta de 1665 na margem norte do rio São Francisco, 140 km a sudoeste da futura capital provincial, Maceió. O povoado que surgiu em torno dela tornou-se, em julho de 1859, a Freguesia da Vila de Penedo. Desde maio de 1882, Piaçabuçu é uma vila autônoma. O nome tem origem na língua tupi e significa “Grande Palmeira”.

Conforme escreve Aldo Cardoso em Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969), havia ali uma agência dos Correios desde julho de 1869. O único carimbo postal imperial registrado até o momento é o de duplo círculo PAL-0150b (Coleção José A. Junges):

PAL-0150b (JJ) 1886-1890
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Andere Schreibweise: Piaçabuçu

Die Kapelle São Francisco de Borja wurde um 1665 am Nordufer des São Francisco, 140 km südwestlich der späteren Provinzhauptstadt Maceió, errichtet. Die daraufhin entstandene Siedlung wurde im Juli 1859 zur Freguesia der Vila de Penedo. Seit Mai 1882 ist Piaçabuçu eine eigenständige Vila. Der Name stammt aus der Sprache der Tupi und bedeutet „Große Palme”.

Wie Aldo Cardoso in Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969) schreibt, gab es dort ein Postamt seit Juli 1869. Der bisher einzige kaiserliche Poststempel ist der Doppelkreis PAL-0150b (Sammlg. José A. Junges):

PAL-0150b (JJ) 1886-1890
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Carimbologia O-P

Piancó, Paraíba (PPB-0180)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das provincias do Rio Grande do Norte e Parahiba, 1848

Other names: São José do Panati

The settlement was originally the Cariri Indian village of São José do Panati, situated on the eastern bank of the Piancó River, 380 km west of what would later become the provincial capital, Parahyba do Norte (now João Pessoa). At the beginning of the 19th century, it became the Freguesia de Santo Antonio de Piancó, which was elevated to the status of a Vila in December 1831 and finally became a town in November 1933.

As stated in the Postal Report (Relatorio Postal) for the year 1886, there had been a post office there since July 1833. However, according to a ministerial protocol, this was closed in 1850.

Relatório da Repartição dos Negócios do Império, 1850

We do not know when the post office reopened, but a postmaster was appointed there as early as June 1851, as reported by the regional press:

Governista Parahybano, 18 June 1851

The only postmark from the 19th century known to date is PPB-0180c (José A. Junges collection):

PPB-0180c (JJ) 1887–1896
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outros nomes: São José do Panati

O povoado era originalmente a aldeia indígena cariri de São José do Panati, situada na margem leste do rio Piancó, 380 km a oeste da futura capital provincial Parahyba do Norte (hoje João Pessoa). No início do século XIX, tornou-se a Freguesia de Santo Antônio de Piancó, que em dezembro de 1831 passou a ser Vila e, finalmente, em novembro de 1933, tornou-se cidade.

Conforme consta do Relatório Postal de 1886, havia ali uma agência dos correios desde julho de 1833. No entanto, de acordo com o protocolo ministerial, esta foi fechada em 1850.

Relatório da Repartição dos Negócios do Império, 1850

Não sabemos quando a agência postal foi reaberta, mas já em junho de 1851 foi nomeado um agente postal para o local, conforme noticiou a imprensa regional:

Governista Parahybano, 18/06/1851

O único carimbo postal do século XIX até o momento é o PPB-0180c (Coleção José A. Junges):

Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Andere Namen: São José do Panati

Die Siedlung war ursprünglich das Cariri-Indianerdorf São José do Panati, das am Ostufer des Piancó, 380 km westlich der späteren Provinzhauptstadt Parahyba do Norte (heute João Pessoa), lag. Zu Beginn des 19. Jahrhunderts wurde sie zur Freguesia de Santo Antonio de Piancó, die im Dezember 1831 zur Vila und im November 1933 schließlich zur Stadt wurde.

Wie aus dem Postbericht (Relatorio Postal) für das Jahr 1886 hervorgeht, gab es dort seit Juli 1833 ein Postamt. Dieses wurde jedoch laut Ministerialprotokoll im Jahr 1850 geschlossen.

Relatorio da Repartição dos Negocios do Imperio, 1850

Wir wissen nicht, wann das Postamt wiedereröffnet wurde, jedoch wurde bereits im Juni 1851 ein Postagent dorthin ernannt, wie die regionale Presse mitteilte:

Governista Parahybano, 18.06.1851

Der bisher einzige Poststempel im 19. Jahrhundert ist PPB-0180c (Sammlg. José A. Junges):

PPB-0180c (JJ) 1887-1896
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Carimbologia O-P

Piabanha, Goiás (PGO-0145)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Other names: Thereza Christina, Tocantínia (1936)

Around 1860, this settlement was still the indigenous village of Thereza Christina (named after the Empress of Brazil), situated at the mouth of the Piabanha on the eastern bank of the Tocantins, 880 kilometres north of the provincial capital Goyaz (now Goiás Velho). Shortly afterwards (unfortunately, the exact date is not yet known to us), it became the Freguesia de S. Sebastião do Piabanha and belonged to the Vila de Porto Imperial. Following the republican coup, Porto Imperial became Porto Nacional in March 1890. In 1903, Piabanha became part of the Município de Pedro Afonso as a Distrito. In January 1936, its name was changed to Tocantínia. Since October 1953, Tocantínia has been an independent Município.

Three dates of establishment for the local post office were found within a span of just under two years. It was first mentioned in 1880, as shown in the directory of imperial post offices (Tabella das Agências do Correio do Império, Rio de Janeiro, 1885). Then in July 1881, according to the provincial president’s report from November of the same year:

Relatório do Presidente da Província, November 1881

This provisional establishment was then confirmed by the Postal Directorate in Rio de Janeiro in September 1881:

Gazeta de Noticias/RJ, 4 September 1881

The imperial postmark is PGO-0145a (Klerman Lopes collection):

PGO-0145a (KL) 1888
Carta da Provincia de Goyaz, 1874

Outros nomes: Thereza Christina, Tocantínia (1936)

Por volta de 1860, esse povoado ainda era a aldeia indígena Thereza Christina (batizada em homenagem à imperatriz do Brasil), situada na foz do rio Piabanha, na margem leste do rio Tocantins, 880 quilômetros ao norte da capital provincial Goyaz (hoje Goiás Velho). Pouco tempo depois (infelizmente, ainda não sabemos a data exata), tornou-se a Freguesia de S. Sebastião do Piabanha e passou a pertencer à Vila de Porto Imperial. Após o golpe republicano, Porto Imperial passou a se chamar Porto Nacional em março de 1890. Em 1903, Piabanha passou a fazer parte do Município de Pedro Afonso como Distrito. Em janeiro de 1936, ocorreu uma mudança de nome para Tocantínia. Desde outubro de 1953, Tocantínia é um município independente.

Para a agência dos correios local, foram encontradas três datas de fundação em um intervalo de pouco menos de dois anos. Primeiramente, foi mencionada em 1880, conforme consta na Tabela das Agências do Correio do Império (Rio de Janeiro, 1885). Em seguida, em julho de 1881, de acordo com o relatório do presidente da província de novembro do mesmo ano:

Relatório do Presidente da Província, novembro de 1881

Essa fundação provisória foi então confirmada pela Direção dos Correios do Rio de Janeiro em setembro de 1881:

Gazeta de Notícias/RJ, 04/09/1881

O carimbo postal imperial é o PGO-0145a (Coleção Klerman Lopes):

PGO-0145a (KL) 1888
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Andere Namen: Thereza Christina, Tocantínia (1936)

Um 1860 war diese Siedlung noch das Indianerdorf Thereza Christina (benannt nach Brasiliens Kaiserin), das an der Mündung des Piabanha am Ostufer des Tocantins lag, 880 Kilometer nördlich der Provinzhauptstadt Goyaz (heute Goiás Velho). Kurz darauf (das genaue Datum ist uns leider noch nicht bekannt) wurde sie zur Freguesia de S. Sebastião do Piabanha und gehörte zur Vila de Porto Imperial. Nach dem Republik-Putsch wurde Porto Imperial im März 1890 zu Porto Nacional. Im Jahr 1903 wurde Piabanha als Distrito Teil des Município de Pedro Afonso. Im Januar 1936 erfolgte eine Namensänderung zu Tocantínia. Seit Oktober 1953 ist Tocantínia ein eigenständiger Município.

Für das örtliche Postamt wurden drei Entstehungsdaten binnen knapp zwei Jahren gefunden. Zunächst wurde es im Jahr 1880 erwähnt, wie aus dem Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) hervorgeht. Dann im Juli 1881, laut Bericht des Provinzpräsidenten vom November desselben Jahres:

Relatorio do Presidente da Provincia, November 1881

Diese provisorische Gründung wurde dann von der Postdirektion in Rio de Janeiro im September 1881 bestätigt:

Gazeta de Noticias/RJ, 04.09.1881

Der kaiserliche Poststempel ist PGO-0145a (Sammlg. Klerman Lopes):

PGO-0145a (KL) 1888
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Carimbologia O-P

Philadelphia, Minas Gerais (PMG-3420)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

See also Theophilo Ottoni (TMG-3190)

The history of this locality begins in September 1853 with the founding of the colony of Philadelphia by the journalist, merchant and congressman Teophilo Benedicto Ottoni (1807-1869). He dreamed of building a city based on the symbolic example of its US counterpart in the northeast of Minas Gerais, about 480 km northeast of the provincial capital Ouro Preto. In July 1857, this became the Freguesia of Nossa Senhora da Conceição de Nova Philadelphia in the Município of Minas Novas. In November 1878, the place rose to become a vila with the name of its now deceased founder.

Teophilo Ottoni (Portrait by Joaquim P. de Sousa, 1818-1878)

The local post office was established in February 1857, as Reinhold Koester, Nova Monteiro (Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio, in Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) and Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) reported. However, the agency was not yet operational by mid-1858 and was closed in June 1861, as evidenced by a ministerial record:

Expediente do Ministério do Império, 21 June 1861

Six months later, the post office was reopened:

Expediente do Ministério do Império, 11 December 1861

The oldest postmark to date, bearing the imperial seal, PMG-3420a, was shown by R. Koester in Carimbologia XXXI:

PMG-3420a (RK) 1859

This was followed by the double circle PMG-3420b (Fig. Claudio Coelho):

PMG-3420b (CC) 1878–1879

For postmarks featuring Theophilo Ottoni, see TMG-3190.

Provincia de Minas Geraes, 1873

Ver também Theophilo Ottoni (TMG-3190)

A história desta localidade começa em setembro de 1853 com a fundação da colônia da Filadélfia pelo jornalista, comerciante e deputado Teophilo Benedicto Ottoni (1807-1869). Ele sonhou em construir uma cidade com base no exemplo simbólico de sua contraparte norte-americana no nordeste de Minas Gerais, cerca de 480 km ao nordeste da capital da província, Ouro Preto. Em julho de 1857, o lugar tornou-se a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Nova Filadélfia, no município de Minas Novas. Em novembro de 1878, tornou-se uma vila com o nome de seu fundador, agora falecido.

Teophilo Ottoni (Gravura de Joaquim P. de Sousa, 1818-1878)

Os correios locais foram criados em fevereiro de 1857, segundo informam Reinhold Koester, Nova Monteiro (Administrações e Agencias Postaes do Brasil Império, em Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) e Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997). No entanto, em meados de 1858 a agência ainda não estava em funcionamento e foi encerrada em junho de 1861, conforme consta de um protocolo ministerial:

Expediente do Ministério do Império, 21/06/1861

Seis meses depois, a agência postal foi reaberta:

Expediente do Ministério do Império, 11/12/1861

O carimbo postal mais antigo até então, com o sinete imperial PMG-3420a, foi mostrado por R. Koester na Carimbologia XXXI:

PMG-3420a (RK) 1859

Seguiu-se o carimbo de duplo círculo PMG-3420b (Ilustração de Claudio Coelho):

PMG-3420b (CC) 1878-1879

Para carimbos postais com Theophilo Ottoni, consulte TMG-3190.

Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Siehe auch Theophilo Ottoni (TMG-3190)

Die Geschichte dieser Ortschaft beginnt im September 1853 mit der Gründung der Kolonie Philadelphia durch den Journalisten, Händler und Abgeordneter Teophilo Benedicto Ottoni (1807-1869). Er träumte davon, eine Stadt nach dem symbolischen Beispiel des US-Pendants im Nordosten von Minas Gerais zu bauen, ca. 480 km nordöstlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto entfernt. Im Juli 1857 wurde daraus die Freguesia von Nossa Senhora da Conceição de Nova Philadelphia im Município von Minas Novas. Im November 1878 stieg der Ort zu einer Vila mit dem Namen ihres inzwischen verstorbenen Gründers auf.

Teophilo Ottoni (Stich von Joaquim P. de Sousa, 1818-1878)

Das örtliche Postamt wurde im Februar 1857 ins Leben gerufen, wie Reinhold Koester, Nova Monteiro (Administrações e Agencias Postaes do Brasil Império, em Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) und Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) übereinstimmend berichten. Allerdings war die Agentur Mitte 1858 noch nicht in Betrieb, und wurde im Juni 1861 geschlossen, wie aus einem Ministerialprotokoll hervorgeht:

Expediente do Ministério do Império, 21.06.1861

Sechs Monate später wurde das Postamt wiedereröffnet:

Expediente do Ministério do Império, 11.12.1861

Den bisher ältesten Poststempel mit dem kaiserlichen Siegel PMG-3420a zeigte R. Koester in Carimbologia XXXI:

PMG-3420a (RK) 1859

Es folgte der Doppelkreis PMG-3420b (Abb. Claudio Coelho):

PMG-3420b (CC) 1878-1879

Für Poststempel mit Theophilo Ottoni siehe TMG-3190.