Porto (da) Prainha, in the province of São Paulo, was one of eleven short-lived ports operated by the Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais – then the full name of the railway company. From May 1887, it was authorised to transport passengers, freight and mail from Porto Ferreira station (built in 1880) along the River Mojiguaçu to its confluence with the Rio Pardo at Pontal. Following the acquisition of the railway company Cia. Rio Clarense by Cia. Paulista in 1892, a parallel railway line was developed along the lower Mojiguaçu. This rendered transport by ship unprofitable. Paulista’s shipping operations declined dramatically and were officially discontinued in May 1904.
Porto da Prainha, ca. 1900 (Collection L. Guidini, on efpaulista.blogspot.com)
The port was situated on the eastern bank of the Mojiguaçu in the municipality of Santa Rita do Passa Quatro, 240 km north-west of the provincial capital, São Paulo. A post office was established there in September 1885, as reported by the regional press:
A Provincia de São Paulo, 16 September 1885
This post office was relocated in January 1900 to the nearby Tombadouro railway station (renamed Procópio Carvalho station in 1934):
Correio Paulistano, 1 February 1900
The imperial postmark is the rare PSP-0975a (José A. Junges collection):
PSP-0975a (JJ) 1888Mapa da Provincia de São Paulo, 1886
Texto atualizado em 7 de agosto de 2026
Porto da Prainha, na província de São Paulo, foi um dos onze portos de curta duração da Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais, como se chamava por completo a Paulista naqueles tempos. A partir de maio de 1887, ela passou a ter permissão para transportar passageiros, carga e correspondência da estação de Porto Ferreira (construída em 1880) ao longo do rio Mojiguaçu até sua foz no rio Pardo, perto de Pontal. Após a aquisição da empresa ferroviária Cia. Rio Clarense pela Cia. Paulista, em 1892, foi construída uma linha ferroviária paralela na parte baixa do rio Mojiguaçu. Com isso, o transporte por navio tornou-se inviável economicamente. O tráfego fluvial da Paulista nesse rio diminuiu drasticamente e foi encerrado em definitivo em maio de 1904.
Porto da Prainha, ca. 1900 (Coleção L. Guidini, em efpaulista.blogspot.com)
O porto ficava na margem leste do rio Mojiguaçu, no município de Santa Rita do Passa Quatro, a 240 km a noroeste da capital provincial, São Paulo. Lá, em setembro de 1885, foi inaugurada uma agência dos correios, conforme noticiou a imprensa regional:
A Província de São Paulo, 16/09/1885
Essa agência foi transferida, em janeiro de 1900, para a estação ferroviária vizinha de Tombadouro (a partir de 1934: Estação Procópio Carvalho):
Correio Paulistano, 01/02/1900
O carimbo postal imperial é o raro PSP-0975a (coleção de José A. Junges):
PSP-0975a (JJ) 1888Google Maps
Textaktualisierung am 7. August 2026
Porto (da) Prainha in der Provinz São Paulo war einer von elf kurzlebigen Häfen der Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais, so der volle Name der Eisenbahngesellschaft damals. Sie durfte ab Mai 1887 Passagiere, Fracht und Post vom Bahnhof Porto Ferreira (erbaut 1880) aus entlang des Flusses Mojiguaçu bis zu dessen Mündung in den Rio Pardo bei Pontal befördern. Nach dem Kauf der Eisenbahngesellschaft Cia. Rio Clarense durch die Cia. Paulista im Jahr 1892 wurde eine parallele Bahnverbindung am unteren Mojiguaçu ausgebaut. Dadurch wurde die Beförderung per Schiff unrentabel. Der Schiffsverkehr der Paulista ging drastisch zurück und wurde im Mai 1904 offiziell eingestellt.
Porto da Prainha, ca. 1900 (Sammlung L. Guidini, auf efpaulista.blogspot.com)
Der Hafen lag am Ostufer des Mojiguaçu im Município de Santa Rita do Passa Quatro, 240 km nordwestlich der Provinzhauptstadt São Paulo. Dort wurde im September 1885 ein Postamt ins Leben gerufen, wie die regionale Presse meldete:
A Provincia de São Paulo, 16.09.1885
Diese Agentur wurde im Januar 1900 zum nahe gelegenen Bahnhof Tombadouro (ab 1934: Bahnhof Procópio Carvalho) verlegt:
Correio Paulistano, 01.02.1900
Der kaiserliche Poststempel ist der seltene PSP-0975a (Sammlg. José A. Junges):
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das Provincias de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, 1848
See also Porto da Folha (PAL-0250), Ilha do Ouro (ISE-0080)
The village is said to have developed in the 18th century from the Fazenda Curral do Buraco. This was situated on the eastern bank of the Capivara River, 180 kilometres north of what would later become the provincial capital, Aracaju. Around 1780, the São Pedro do Porto da Folha Indian mission was founded on the river island of São Pedro. It belonged to Vila Nova d’El Rei and became the Freguesia de São Pedro do Porto da Folha in August 1821. In February 1841, the parish was renamed Nossa Senhora da Conceição do Porto da Folha and relocated to the settlement of Buraco ‘de Maria Pereira’. In March 1857, the place was renamed once again and relocated as São Pedro do Porto da Folha to the old village of Curral das Pedras. In May 1864, the settlement became a vila under the name Porto da Folha; in March 1870, it was renamed Nossa Senhora da Conceição da Ilha do Ouro and relocated to the village of Boa Vista. From April 1880, the vila was known simply as Porto da Folha, and it has been a town since November 1896.
Nova Monteiro writes in Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934–5; reprinted by SPP 1994–1999) that a post office was created there in January 1853. This is confirmed by the report of the Imperial Ministry:
Relatório do Ministério do Império 1852/3, p. 44
This could be a reopening, however, for postal services to and from Porto da Folha were already in operation as early as February 1840.
Correio Sergipense, 19 February 1840
To date, no imperial postmark from this locality in the province Sergipe has been found.
Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Veja também Porto da Folha (PAL-0250), Ilha do Ouro (ISE-0080)
Acredita-se que a localidade tenha surgido no século XVIII a partir da Fazenda Curral do Buraco. Esta ficava na margem leste do rio Capivara, 180 quilômetros ao norte da futura capital provincial, Aracaju. Por volta de 1780, foi fundada a missão indígena de São Pedro do Porto da Folha na ilha fluvial de São Pedro. Ela pertencia a Vila Nova d’El Rei e, em agosto de 1821, tornou-se a Freguesia de São Pedro do Porto da Folha. Em fevereiro de 1841, a freguesia foi renomeada como Nossa Senhora da Conceição do Porto da Folha e transferida para o povoado Buraco “de Maria Pereira”. Em março de 1857, ocorreu uma nova mudança de nome e realocação, passando a se chamar São Pedro do Porto da Folha, no antigo povoado de Curral das Pedras. Em maio de 1864, o local tornou-se uma vila com o nome de Porto da Folha, que em março de 1870 foi renomeada para Nossa Senhora da Conceição da Ilha do Ouro e transferida para a localidade de Boa Vista. Desde abril de 1880, a vila passou a se chamar apenas Porto da Folha e, desde novembro de 1896, é uma cidade.
Nova Monteiro escreve em Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934-5; reimpressão SPP 1994-1999) que havia ali uma agência postal desde janeiro de 1853. Isso é confirmado pelo Relatório do Ministério do Império:
Relatório do Ministério do Império 1852/3, p. 44
No entanto, isso pode ter sido uma reabertura da agência, pois já em fevereiro de 1840 havia tráfego postal de e para Porto da Folha.
Correio Sergipense, 19/02/1840
Até o momento, não foi encontrado nenhum carimbo postal imperial proveniente desse local na província de Sergipe.
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892
Siehe auch Porto da Folha (PAL-0250), Ilha do Ouro (ISE-0080)
Die Ortschaft soll im 18. Jahrhundert aus der Fazenda Curral do Buraco entstanden sein. Diese lag am Ostufer des Capivara, 180 Kilometer nördlich der späteren Provinzhauptstadt Aracaju. Um 1780 wurde die Indianermission São Pedro do Porto da Folha auf der Flussinsel São Pedro gegründet. Sie gehörte zu Vila Nova d’El Rei und wurde im August 1821 zur Freguesia de São Pedro do Porto da Folha. Im Februar 1841 wurde die Freguesia in Nossa Senhora da Conceição do Porto da Folha umbenannt und in die Siedlung Buraco „de Maria Pereira“ verlegt. Im März 1857 erfolgte eine erneute Ortsumbenennung und Umsiedlung als São Pedro do Porto da Folha in die alte Ortschaft Curral das Pedras. Im Mai 1864 wurde der Ort unter dem Namen Porto da Folha eine Vila, die im März 1870 zu Nossa Senhora da Conceição da Ilha do Ouro umbenannt und zur Ortschaft Boa Vista verlegt wurde. Seit April 1880 hieß die Vila nur noch Porto da Folha und ist seit November 1896 eine Stadt.
Nova Monteiro schreibt in Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934–5; Reprint SPP 1994–1999), dass es dort seit Januar 1853 ein Postamt gab. Dies wird durch den Bericht des Imperialministeriums bestätigt:
Relatorio do Ministerio do Imperio 1852/3, S. 44
Allerdings könnte dies eine Wiedereröffnung der Agentur sein, denn es gab bereits im Februar 1840 Postverkehr von und nach Porto da Folha.
Correio Sergipense, 19.02.1840
Bisher wurde kein kaiserlicher Poststempel aus diesem Ort in der Provinz Sergipe gefunden.
Villiers de ‘Ile Adam: Carta (…) das Provincias de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, 1848
Other names: N. Sra. do Ó do Sacco, Porto das Folhas
See also Porto da Folha (PSE-0195), Traipu (TAL-0250)
With Porto da Folha in the province of Alagoas, we have another locality with a complicated history in northeastern Brazil. For this place was said to be located at the mouth of the Rio Traipu into the Rio São Francisco, more than 180 km southwest of the provincial capital Maceió, and was called Traipu since 1870. However, there was also a Porto da Folha in neighbouring Sergipe, to which a tributary of the São Francisco is also assigned, and with almost eight thousand inhabitants it also had a post office around 1880. To make matters even more complicated, the 1848 map above shows within Alagoas both Traipu and, further west, Porto da Folha, as well as Porto da Folha in Sergipe. Below, on the 1868 atlas (i.e. before the place was renamed), there is no place named Porto da Folha at all. And on the 1893 map, there is also a place called ‘N. Sra. do Ó’, which lies to the west of Traipu and could be the original parish. This could mean that the entire village was relocated at some point around 1850. This was not unusual for the region, given that a cholera epidemic was raging there at the time.
The old freguesia of Nossa Senhora do Ó do Porto da Folha in the province of Alagoas became a vila in April 1835, before receiving the place name Traipu 35 years later. Traipu has been a city since May 1892.
The postal history here is also somewhat confused. Four creation dates for the post office were found here. However, it could be that the last three are related. Furthermore, Reinhold Koester in Carimbologia XXXII seems to have confused the two Portos da Folha, as he apparently did not know the place in the Alagoas.
The first post office opening took place before 1843, as Aldo Cardoso writes in Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969). The post office was closed in October 1847, according to a press report from Rio:
Gazeta Official/RJ 13/10/1847
However, a postal agent for Porto da Folha had already been appointed in December 1847, and operations continued until at least October 1850. The agency subsequently remained closed for several years, presumably due to the cholera epidemic. For the reopening, Nova Monteiro noted June 1859 in Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio (in Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; reprint SPP 1994-1999), while a ministerial report and the postal report wrote November of that year for it:
Boletim do Ministerio do Imperio/14.11.1859
The Directory of Imperial Post Offices (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) lists the postal agency from 1860. This could be the year of its commissioning.
To date, no imperial postmark from Porto da Folha in the province of Alagoas has been found. For postmarks from Traipu, see TAL-0250.
Boletim do Ministerio do Imperio/14.11.1859
Outros nomes: N. Sra. do Ó do Sacco, Porto das Folhas
Ver também Porto da Folha (PSE-0195), Traipu (TAL-0250)
Com Porto da Folha, na província de Alagoas, temos outra localidade de história complicada no nordeste do Brasil. Pois este lugar estava localizado na foz do Rio Traipu no Rio São Francisco, mais de 180 km a sudoeste da capital provincial Maceió, e foi chamado de Traipu a partir de 1870. No entanto, havia também um Porto da Folha na vizinha Sergipe, nas margens de um afluente homônimo do São Francisco, e com quase oito mil habitantes por volta de 1880. Ali houve também uma agência dos correios. Para complicar ainda mais a situação, no mapa de 1848 (veja bem acima) aparecem em Alagoas tanto Traipu quanto, mais a oeste, Porto da Folha, além do Porto da Folha sergipano. No atlas de 1868 acima (ou seja, antes da mudança do nome da localidade), não aparece nenhum lugar chamado Porto da Folha. Além disso, no mapa de 1893 abaixo, há um local chamado “N. Sra. do Ó”, situado a oeste de Traipu, que poderia ser o Porto da Folha original. O que significaria que toda a localidade teria sido transferida por volta de 1850, o que não seria incomum para a região, considerando que, naquela época, uma epidemia de cólera assolava a área.
A antiga freguesia alagoana de Nossa Senhora do Ó do Porto da Folha alagoana tornou-se vila em abril de 1835, antes de receber o nome do lugar Traipu exatamente 35 anos depois. Traipu é uma cidade desde maio de 1892.
A história postal aqui também é um pouco confusa. Quatro datas de criação para os correios foram encontradas aqui. Entretanto, talvez os três últimos estejam relacionados entre si. Além disso, Reinhold Koester parece ter confundido os dois Portos da Folha em Carimbologia XXXII, pois aparentemente ele não conhecia a localidade alagoana.
A primeira abertura dos correios ocorreu antes de 1843, como escreve Aldo Cardoso em Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969). A agência foi fechada em outubro de 1847, de acordo com um relatório de imprensa do Rio:
Gazeta Official/RJ 13/10/1847
No entanto, já em dezembro de 1847 foi nomeado um agente postal para Porto da Folha, e as atividades continuaram até, pelo menos, outubro de 1850. Posteriormente, a agência permaneceu fechada por anos, provavelmente devido à epidemia de cólera. Nova Monteiro anotou uma reabertura em junho de 1859 da agência de “Porto das Folhas” em Alagoas na sua obra Administrações e Agencias Postaes do Brasil Império (em Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; reimpressão SPP 1994-1999), enquanto um relatório ministerial e o Relatório Postal escreveram novembro daquele ano para tanto:
Boletim do Ministerio do Imperio/14.11.1859
A Tabella das Agencias do Correio do Império (Rio de Janeiro, 1885), por sua vez, lista a agência postal a partir de 1860. Este poderia ser o ano do início do seu funcionamento.
Até o momento, não foi encontrado nenhum carimbo postal imperial de Porto da Folha, na província de Alagoas. Para carimbos com Traipu, consulte TAL-0250.
Carta Corographica do Estado de Alagoas, 1893
Andere Namen: N. Sra. do Ó do Sacco, Porto das Folhas
Siehe auch Porto da Folha (PSE-0195), Traipu (TAL-0250)
Mit Porto da Folha in der Provinz Alagoas haben wir eine weitere Ortschaft mit komplizierter Geschichte im Nordosten Brasiliens. Denn dieser Ort lag angeblich an der Mündung des Rio Traipu in den Rio São Francisco, über 180 km südwestlich der Provinzhauptstadt Maceió, und hieß ab 1870 Traipu. Allerdings gab es benachbarten Sergipe ebenfalls einen Porto da Folha, dem auch ein Zufluss des São Francisco zugeordnet wird, und mit fast achttausend Einwohnern um 1880 auch ein Postamt hatte. Um die Sache noch komplizierter zu machen, sieht man auf der Karte von 1848 (ganz oben) in Alagoas sowohl Traipu als auch weiter westlich Porto da Folha. Im obigen Atlas von 1868 (also vor der Ortsumbenennung) ist überhaupt kein Ort namens Porto da Folha zu sehen. Auf der Karte von 1893 gibt es außerdem einen Ort namens „N. Sra. do Ó“, der westlich von Traipu liegt und die ursprüngliche Gemeinde sein könnte. Dies würde bedeuten, dass die gesamte Ortschaft irgendwann um 1850 verlegt wurde. Das war für die Region nicht ungewöhnlich, wenn man bedenkt, dass zu dieser Zeit dort eine Choleraepidemie grassierte.
Die alte Freguesia von Nossa Senhora do Ó do Porto da Folha in der Provinz Alagoas wurde im April 1835 zur Vila, bevor sie genau 35 Jahre später den Ortsnamen Traipú erhielt. Seit Mai 1892 ist Traipu eine Stadt.
Auch die Postgeschichte ist hier etwas verworren. Denn hier wurden vier Gründungsdaten fürs Postamt gefunden. Es scheint aber, dass die letzten drei im Zusammenhang stehen. Darüber hinaus scheint Reinhold Koester im Carimbologia XXXII die beiden Portos da Folha verwechselt zu haben, da er den Ort im Alagoas offenbar nicht kannte.
Die erste Posteröffnung fand bereits vor 1843 statt, wie Aldo Cardoso in Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969) schreibt. Das Postamt wurde im Oktober 1847 geschlossen, laut einer Pressenachricht aus Rio:
Gazeta Official/RJ 13.10.1847
Allerdings wurde bereits im Dezember 1847 ein Postagent für Porto da Folha nominiert, und der Betrieb lief weiter bis mindestens Oktober 1850. Später blieb die Agentur über Jahre geschlossen, vermutlich wegen der Choleraepidemie. Für die Wiedereröffnung notierte Nova Monteiro unter „Porto das Folhas“ in Administrações e Agencias Postaes do Brasil Império (Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) den Juni 1859, während ein Ministerialbericht und der Postbericht den November des Jahres dafür schrieben:
Boletim do Ministerio do Imperio/14.11.1859
Das Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) listet die Postagentur ab 1860 auf. Dies könnte das Jahr deren Inbetriebnahme sein. Bisher wurde kein kaiserlicher Poststempel von Porto da Folha in der Provinz Alagoas gefunden. Für Stempel mit Traipu siehe TAL-0250.
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia do Rio de Janeiro, 1850
See also Estrella (ERJ-0530).
Founded in January 1755, Arraial do Porto da Estrela belonged to the Vila de N. Sra. da Piedade do Inhomirim and was located on the west bank of the Rio da Estrela, 50 kilometres north of the capital Rio de Janeiro. At the time, the harbour was conveniently located near Guanabara Bay on the main road to the gold and mining province of Minas Gerais (Estrada Real). The settlement grew very quickly and became an independent vila in May 1846. A period of decline followed, caused by epidemics, mismanagement and, above all, the construction of railway lines away from the old trade route. Some kilometers further north, the Estrella railway station (later: Joaquim Távora, today: Imbarié) was opened in 1888 by the E.F. Principe do Grão-Pará railway company, which occasionally leads to confusion with the old vila.
The once proud and prosperous locality, which became a neighbourhood in the district of Inhomirim in the Município de Magé in May 1892, was never able to recover from its social and economic decline. Today, only a few ruins bear witness to its former prosperity:
The so-called Three Door House (Casa das Três Portas, photo: Mario Pinheiro)
As the regional press reported, there had been a post office there since March 1846:
Diario do Rio de Janeiro, 26/06/1846
This was closed in January 1897, as P. Novaes (agenciaspostais.com.br) writes. The oldest cancel is PRJ-2600a, shown with no. 1414 by P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942):
PRJ-2600a (P.A. 1414) 1846-1850ff
For postmarks only with Estrella see ERJ-0530.
Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Veja também Estrella (ERJ-0530).
Fundado em janeiro de 1755, o Arraial do Porto da Estrela pertencia à Vila de N. Sra. da Piedade do Inhomirim e estava localizado na margem oeste do Rio da Estrela, 50 quilômetros ao norte da capital Rio de Janeiro. Na época, o porto estava convenientemente localizado perto da Baía de Guanabara, no caminho principal para a província de ouro e mineração de Minas Gerais (Estrada Real). O povoado cresceu rápido e se tornou uma vila independente em maio de 1846. Seguiu-se um período de declínio causado por epidemias, má administração e, acima de tudo, pela construção de linhas férreas longe da antiga rota comercial. Um pouco mais ao norte, a estação de trem Estrella (mais tarde: Joaquim Távora, hoje: Imbarié) foi inaugurada em 1888 pela E.F. Principe do Grão-Pará, o que ocasionalmente causa confusão com a antiga Vila.
Na localidade hoje extinta de Porto da Estrela nascera, em agosto de 1803, um dos maiores heróis brasileiros: o Duque de Caxias. No entanto, a outrora orgulhosa e próspera Vila nunca conseguiu se recuperar de seu declínio social e econômico e se tornou um bairro no distrito de Inhomirim, no Município de Magé, em maio de 1892. Hoje, apenas algumas ruínas são testemunhas de sua antiga prosperidade:
A chamada Casa das Três Portas (foto: Mario Pinheiro)
Conforme noticiado pela imprensa regional, havia uma agência postal no local desde março de 1846:
Diario do Rio de Janeiro, 26/06/1846
Essa agência foi fechada em janeiro de 1897, conforme escreve P. Novaes (agenciaspostais.com.br). O carimbo mais antigo é o PRJ-2600a, mostrado com o nº 1414 por P. Ayres no Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942):
PRJ-2600a (P.A. 1414) 1846-1850ff
Para carimbos apenas com Estrella veja ERJ-0530.
Almanak Laemmert, 1892
Siehe auch Estrella (ERJ-0530).
Der im Januar 1755 gegründete Arraial do Porto da Estrela gehörte zur Vila de N. Sra. da Piedade do Inhomirim und lag am Westufer des Rio da Estrela, 50 km nördlich der Hauptstadt Rio de Janeiro. Die Hafenanlage lag damals verkehrsgünstig nahe der Guanabara-Bucht an der Hauptstraße in die Gold- und Bergbauprovinz Minas Gerais (Estrada Real). Die Siedlung wuchs sehr schnell und wurde im Mai 1846 eine eigenständige Vila. Es folgte eine Zeit des Niedergangs, verursacht durch Epidemien, Misswirtschaft und vor allem durch den Bau von Eisenbahnlinien abseits der alten Handelsroute. Etwas weiter nördlich wurde 1888 der Bahnhof Estrella (später: Joaquim Távora, heute: Imbarié) von der Eisenbahngesellschaft E.F. Principe do Grão-Pará eröffnet, was gelegentlich zu Verwechslungen mit der alten Vila führt.
Die einst stolze und wohlhabende Vila, die im Mai 1892 zum Ortsteil im Bezirk Inhomirim des Município de Magé wurde, konnte sich vom sozialen und wirtschaftlichen Niedergang nicht mehr erholen. Heute zeugen nur noch wenige Ruinen vom damaligen Wohlstand:
Das so genannte Drei-Türen-Haus (Casa das Três Portas, Foto: Mario Pinheiro)
Wie die regionale Presse berichtete, gab es dort seit März 1846 ein Postamt:
Diario do Rio de Janeiro, 26.06.1846
Dieses wurde im Januar 1897 geschlossen, wie P. Novaes (agenciaspostais.com.br) schreibt. Der älteste Stempel ist PRJ-2600a, gezeigt mit Nr. 1414 von P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942):
Mappa Postal da Provincia do Rio de Janeiro, 1888 (agenciaspostais.com.br)
Text update of August 12, 2026
Here we are once again dealing with a settlement that has since disappeared from the map. Porto da Conceição was situated on the north bank of the Paraíba do Sul in the Freguesia de Quatis da Barra Mansa, 160 kilometres north-west of the capital, Rio de Janeiro. Despite its name, Porto da Conceição was not a port, but rather the village of a fazenda near the river, as the route to Quatis was via land. There was a bridge to the south bank leading to Porto Real, which is now a municipality.
According to reports in the Rio de Janeiro press, the local post office was created in August 1887:
Jornal do Commercio, 18 August 1887
Paulo Novaes writes on agenciaspostais.com.br that the agency closed in December 1896, reopened in February 1897 and was closed permanently in July 1912.
A postmark has since come to light that is even older and just as rare as the previous PRJ-2590a, forcing us to renumber it. The new PRJ-2590a (Fig. Alexandre Andrade) appears here as a single specimen, dated 1892:
PRJ-2590a (AA) 1892
And the old PRJ-2590a becomes PRJ-2590b (Fig. Alexandre Andrade):
PRJ-2590b (AA) 1895Mappa Geographico-Postal do Rio de Janeiro, 1906
Texto atualizado em 12 de agosto de 2026
Trata-se, mais uma vez, de uma localidade que hoje desapareceu do mapa. Porto da Conceição ficava na margem norte do Paraíba do Sul, na Freguesia de Quatis da Barra Mansa, a 160 quilômetros a noroeste da capital, Rio de Janeiro. Apesar do nome, Porto da Conceição não era um porto, mas provavelmente um arraial de uma fazenda próxima ao rio, já que o acesso a Quatis se fazia por via terrestre. Havia uma ponte para a margem sul, em direção a Porto Real, que hoje é um município.
Conforme consta na imprensa do Rio de Janeiro, a agência postal local foi criada em agosto de 1887:
Jornal do Comércio, 18/08/1887
Paulo Novaes escreve no site agenciaspostais.com.br que a agência fechou em dezembro de 1896, reabriu em fevereiro de 1897 e foi definitivamente encerrada em julho de 1912.
Entretanto, surgiu um carimbo postal ainda mais antigo e tão raro quanto o PRJ-2590a conhecido até então, o que nos obriga a uma renumeração. O novo PRJ-2590a (Fig. Alexandre Andrade) aparece aqui como exemplar único, datado de 1892:
PRJ-2590a (AA) 1892
E o antigo PRJ-2590a passa a ser o PRJ-2590b (Ilustração: Alexandre Andrade):
PRJ-2590b (AA) 1895Bellegarde-Niemeyer: Provincia do Rio de Janeiro, 1867
Textaktualisierung am 12. August 2026
Hier haben wir es wieder mit einer Ortschaft zu tun, die inzwischen von der Landkarte verschwunden ist. Porto da Conceição lag am Nordufer des Paraíba do Sul in der Freguesia de Quatis da Barra Mansa, 160 Kilometer nordwestlich der Hauptstadt Rio de Janeiro. Trotz des Namens war Porto da Conceição kein Hafen, sondern eher die Siedlung einer Fazenda in Flussnähe, da die Verkehrsanbindung nach Quatis über Land erfolgte. Es gab eine Brücke zum Südufer nach Porto Real, das heute ein Município ist.
Wie aus der Presse in Rio de Janeiro hervorgeht, gab es dort ein Postamt seit August 1887:
Jornal do Commercio, 18.08.1887
Paulo Novaes schreibt in agenciaspostais.com.br, dass die Agentur im Dezember 1896 schloss, im Februar 1897 wieder öffnete und im Juli 1912 definitiv geschlossen wurde.
Inzwischen ist ein Poststempel aufgetaucht, der noch älter und genauso selten ist als der bisherige PRJ-2590a, was uns zu einer Umnummerierung zwingt. Der neue PRJ-2590a (Abb. Alexandre Andrade) erscheint hier als Einzelexemplar, datiert 1892:
PRJ-2590a (AA) 1892
Und der alte PRJ-2590a wird zu PRJ-2590b (Abb. Alexandre Andrade):
Porto Cunha Bueno, in the province of São Paulo, was one of around eleven short-lived ports operated by the Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais – then the full name of the railway company – on the Mojiguaçu River. From May 1887, it was authorised to transport passengers, freight and mail from Porto Ferreira station (built in 1880) along the River Mojiguaçu to its confluence with the Rio Pardo at Pontal. Following the acquisition of the railway company Cia. Rio Clarense by Cia. Paulista in 1892, a parallel railway line was developed along the lower Mojiguaçu. This rendered transport by ship unprofitable. Paulista’s shipping operations declined dramatically and were officially discontinued in May 1904.
Porto Cunha Bueno was situated on the southern bank of the Mojiguaçu in the municipality of São Carlos, 280 km north-west of the provincial capital, São Paulo. The site has been located in the Distrito de Santa Eudóxia since December 1912. The post office, which had previously been located in Porto Pulador, was relocated there in March 1888, as reported by the regional press:
Correio Paulistano, 29 March 1888
To date, no imperial postmark from Porto Cunha Bueno has been sighted. If one exists at all, it is likely to be extremely rare.
Carlos D. Rath: Provincia de São Paulo, 1886
Porto Cunha Bueno, na província de São Paulo, foi um dos cerca de onze portos de curta duração da Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais, como se chamava por completo a Paulista naqueles tempos, no Rio Mojiguaçu. A partir de maio de 1887, ela passou a ter permissão para transportar passageiros, carga e correspondência da estação de Porto Ferreira (construída em 1880) ao longo do rio até sua foz no rio Pardo, perto de Pontal. Após a aquisição da empresa ferroviária Cia. Rio Clarense pela Cia. Paulista, em 1892, foi construída uma linha ferroviária paralela na parte baixa do rio Mojiguaçu. Com isso, o transporte por navio tornou-se inviável economicamente. O tráfego fluvial da Paulista diminuiu drasticamente e foi oficialmente encerrado em maio de 1904.
Porto Cunha Bueno ficava na margem sul do rio Mojiguaçu no Município de São Carlos, a 280 km a noroeste da capital da província, São Paulo. Desde dezembro de 1912, a área está localizada no Distrito de Santa Eudóxia. Para lá foi transferida, em março de 1888, a antiga agência dos correios de Porto Pulador, conforme noticiou a imprensa regional:
Correio Paulistano, 29/03/1888
Até o momento, ainda não foi avistado nenhum carimbo postal imperial de Porto Cunha Bueno. Caso ele exista, deve ser muito raro.
Google Maps
Porto Cunha Bueno in der Provinz São Paulo war am Fluss Mojiguaçu einer von etwa elf kurzlebigen Häfen der Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais, so der volle Name der Eisenbahngesellschaft damals. Sie durfte ab Mai 1887 Passagiere, Fracht und Post vom Bahnhof Porto Ferreira (erbaut 1880) aus entlang des Flusses Mojiguaçu bis zu dessen Mündung in den Rio Pardo bei Pontal befördern. Nach dem Kauf der Eisenbahngesellschaft Cia. Rio Clarense durch die Cia. Paulista im Jahr 1892 wurde eine parallele Bahnverbindung am unteren Mojiguaçu ausgebaut. Dadurch wurde die Beförderung per Schiff unrentabel. Der Schiffsverkehr der Paulista ging drastisch zurück und wurde im Mai 1904 offiziell eingestellt.
Porto Cunha Bueno lag am Südufer des Mojiguaçu im Município de São Carlos, 280 km nordwestlich der Provinzhauptstadt São Paulo. Seit Dezember 1912 befindet sich das Areal im Distrito de Santa Eudóxia. Dorthin wurde im März 1888 das bisherige Postamt von Porto Pulador verlegt, wie die regionale Presse meldete:
Correio Paulistano, 29.03.1888
Bisher wurde noch kein kaiserlicher Poststempel aus Porto Cunha Bueno gesichtet. Falls es ihn überhaupt gibt, dürfte er sehr selten sein.
Porto Cedro, in the province of São Paulo, was one of around eleven short-lived ports operated by the Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais – then the full name of the railway company. From May 1887, it was authorised to transport passengers, freight and mail from Porto Ferreira station (built in 1880) along the River Mojiguaçu to its confluence with the Rio Pardo at Pontal. Following the acquisition of the railway company Cia. Rio Clarense by Cia. Paulista in 1892, a parallel railway line was developed along the lower Mojiguaçu. This rendered transport by ship unprofitable. Paulista’s shipping operations declined dramatically and were officially discontinued in May 1904.
Although we no longer know exactly where the port of Porto Cedro was located, it was probably in what is now the Município de Rincão, situated 290 km north-west of the provincial capital, São Paulo. A post office was established there in March 1888, as reported by the regional press:
Correio Paulistano, 29 March 1888
To date, no imperial postmark from Porto Cedro has been sighted. If one exists at all, it is likely to be extremely rare.
Arthur D. Ribeiro: Estado de São Paulo, 1924
Porto Cedro, na província de São Paulo, foi um dos cerca de onze portos de curta duração da Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais, como se chamava por completo a Paulista naqueles tempos. A partir de maio de 1887, ela passou a ter permissão para transportar passageiros, carga e correspondência da estação de Porto Ferreira (construída em 1880) ao longo do rio Mojiguaçu até sua foz no rio Pardo, perto de Pontal. Após a aquisição da empresa ferroviária Cia. Rio Clarense pela Cia. Paulista, em 1892, foi construída uma linha ferroviária paralela na parte baixa do rio Mojiguaçu. Com isso, o transporte por navio tornou-se inviável economicamente. O tráfego fluvial da Paulista nesse rio diminuiu drasticamente e foi encerrado em definitivo em maio de 1904.
Embora hoje não saibamos mais onde exatamente ficava o Porto Cedro, ele provavelmente estava localizado no atual município de Rincão, a 290 km a noroeste da capital do estado, São Paulo. Lá, em março de 1888, foi criada uma agência dos correios, conforme noticiou a imprensa regional:
Correio Paulistano, 29/03/1888
Até o momento, ainda não foi avistado nenhum carimbo postal imperial de Porto Cedro. Caso ele exista, deve ser muito raro.
Google Maps
Porto Cedro in der Provinz São Paulo war einer von etwa elf kurzlebigen Häfen der Companhia Paulista de Vias Férreas e Fluviais, so der volle Name der Eisenbahngesellschaft damals. Sie durfte ab Mai 1887 Passagiere, Fracht und Post vom Bahnhof Porto Ferreira (erbaut 1880) aus entlang des Flusses Mojiguaçu bis zu dessen Mündung in den Rio Pardo bei Pontal befördern. Nach dem Kauf der Eisenbahngesellschaft Cia. Rio Clarense durch die Cia. Paulista im Jahr 1892 wurde eine parallele Bahnverbindung am unteren Mojiguaçu ausgebaut. Dadurch wurde die Beförderung per Schiff unrentabel. Der Schiffsverkehr der Paulista ging drastisch zurück und wurde im Mai 1904 offiziell eingestellt.
Auch wenn wir heute nicht mehr wissen, wo sich der Hafen Porto Cedro genau befand, lag er vermutlich im heutigen Município de Rincão, das 290 km nordwestlich der Provinzhauptstadt São Paulo liegt. Dort wurde im März 1888 ein Postamt ins Leben gerufen, wie die regionale Presse meldete:
Correio Paulistano, 29.03.1888
Bisher wurde noch kein kaiserlicher Poststempel aus Porto Cedro gesichtet. Falls es ihn überhaupt gibt, dürfte er sehr selten sein.
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das Provincias de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, 1848
Other names: Sto. Antonio dos Quatro Rios, Bom Successo
The settlement already existed before 1617 under the name Santo Antonio dos Quatro Rios. It was situated on the north bank of the Manguaba, 100 kilometres north of what would later become the provincial capital, Maceió. Shortly afterwards, it was designated the Freguesia de N. Sra. da Apresentação de Bom Successo and, in April 1636, the Vila do Forte de Bom Successo. However, by around 1650 it was known as Vila de Porto Calvo, which has been entitled to call itself a town since November 1889.
Porto Calvo post office, around 1975 (IBGE)
According to Nova Monteiro, there had been a post office there since February 1857. This is evident from Administrações e Agências Postaes do Brasil Império (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; reprinted by SPP 1994–1999). However, this is likely to have been a reopening of the postal agency, as the press in Pernambuco had already reported on a post office in Porto Calvo as early as August 1835.
Diario de Pernambuco, 28 August 1835
The oldest known postal cancellation to date is handwritten and comes from the collection of Fuad Ferreira Fo.:
1875 (FF)
Towards the end of the Empire, the postmark PAL-0175b (José A. Junges collection) was used:
PAL-0175b (JJ) 1885–1890
And before the turn of the century, PAL-0175c (José A. Junges collection) also appeared:
PAL-0175c (JJ) 1891–1905Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Outros nomes: Santo Antônio dos Quatro Rios, Bom Sucesso
O povoado já existia antes de 1617 com o nome de Santo Antônio dos Quatro Rios. Localizava-se na margem norte do rio Manguaba, 100 quilômetros ao norte da futura capital provincial, Maceió. Logo em seguida, foi elevada à Freguesia de Nossa Senhora da Apresentação de Bom Sucesso e, em abril de 1636, à Vila do Forte de Bom Sucesso. Porém, já por volta de 1650, era conhecida como Vila de Porto Calvo, que desde novembro de 1889 é uma cidade.
Agência postal de Porto Calvo, ca. 1975 (IBGE)
Segundo Nova Monteiro, havia ali uma agência dos correios desde fevereiro de 1857, como se lê em Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934–1935; reimpressão SPP 1994–1999). No entanto, trata-se provavelmente de uma reabertura da agência, pois já em agosto de 1835 a imprensa de Pernambuco noticiava a existência de uma agência do correio em Porto Calvo.
Diário de Pernambuco, 28/08/1835
A obliteração postal mais antiga encontrada até o momento é manuscrita e pertence à coleção de Fuad Ferreira Fo.:
1875 (FF)
No final do Império, foi utilizado o carimbo PAL-0175b (Coleção José A. Junges):
PAL-0175b (JJ) 1885-1890
E, antes da virada do século, surgiu também o PAL-0175c (coleção de José A. Junges):
PAL-0175c (JJ) 1891-1905Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892
Andere Namen: Sto. Antonio dos Quatro Rios, Bom Successo
Die Siedlung existierte bereits vor 1617 unter dem Namen Santo Antonio dos Quatro Rios. Sie lag am Nordufer des Manguaba, 100 Kilometer nördlich der späteren Provinzhauptstadt Maceió. Bald darauf wurde sie zur Freguesia de N. Sra. da Apresentação de Bom Successo und im April 1636 zur Vila do Forte de Bom Successo ernannt. Doch bereits um 1650 war sie als Vila de Porto Calvo bekannt, die sich seit November 1889 Stadt nennen darf.
Postamt Porto Calvo, um 1975 (IBGE)
Laut Nova Monteiro gab es dort seit Februar 1857 ein Postamt. Das geht aus seinem Werk Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; Nachdruck SPP 1994–1999) hervor. Dies dürfte jedoch eine Wiedereröffnung der Postagentur sein, denn bereits im August 1835 berichtete die Presse aus Pernambuco von einem Postamt in Porto Calvo.
Diario de Pernambuco, 28.08.1835
Die bisher älteste postalische Entwertung ist handschriftlich und stammt aus der Sammlung von Fuad Ferreira Fo.:
1875 (FF)
Gegen Ende des Kaiserreichs wurde der Poststempel PAL-0175b (Sammlg. José A. Junges) verwendet:
PAL-0175b (JJ) 1885-1890
Und vor der Jahrhundertwende erschien auch PAL-0175c (Sammlg. José A. Junges):
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia de Santa Catharina, 1848
The Freguesia de Senhor Bom Jesus dos Afflictos de Porto Bello was founded in December 1824 and formed part of the Vila de Tijucas. It was situated on the bay of Porto Belo, 70 kilometres north of the provincial capital, Desterro (now Florianópolis). In May 1848, it was elevated to the status of a ‘vila’, but lost this status on two occasions: in April 1859 and in August 1923, when it became a parish and then the district of Tijucas respectively. In the interim, in August 1895, and finally in September 1925, Porto Belo became an independent municipality.
Three periods of operation for the local post office have been identified. The first began in February 1841, as reported in the official press in Rio de Janeiro.
Correio Official/RJ, 26.03.1841
We do not know when the agency was closed. According to Nova Monteiro’s Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934–5; reprinted by SPP 1994–1999), it was re-established in September 1857 but closed again in May 1859, as reported by the press in Rio de Janeiro:
Jornal do Commercio/RJ, 8 June 1859
Although postal traffic to and from Porto Belo is documented in December 1869, the next post office was not opened until September 1875, as reported by the regional press:
O Conservador, 25 September 1875
The oldest postmark to date is PSC-0190a, which was assigned the number 1587 by P. Ayres in the Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942):
PSC-0190a (P.A. 1587) 1843ff
PSC-0190b (José A. Junges collection) appeared before the turn of the century;
PSC-0190b (JJ) 1890–1899Atlas do Imperio do Brasil, 1868
A Freguesia de Senhor Bom Jesus dos Aflictos de Porto Bello foi fundada em dezembro de 1824 e fazia parte da Vila de Tijucas. Localizava-se na baía de Porto Belo, 70 quilômetros ao norte da capital da província, Desterro (hoje Florianópolis). Em maio de 1848, tornou-se vila, mas perdeu esse status duas vezes: em abril de 1859 e em agosto de 1923, quando passou a ser, respectivamente, freguesia e distrito de Tijucas. Entre esses períodos, em agosto de 1895, e finalmente em setembro de 1925, Porto Belo tornou-se um município independente.
Foi possível identificar três períodos de funcionamento da agência postal local. O primeiro teve início em fevereiro de 1841, conforme consta na imprensa oficial do Rio de Janeiro.
Correio Official/RJ, 26/03/1841
Não sabemos quando a agência foi fechada. De acordo com Nova Monteiro (Administrações e Agências Postais do Brasil Império, em Brasil Filatélico/RJ, 1934-5; reimpressão SPP 1994-1999), ela foi reaberta em setembro de 1857, mas fechou novamente em maio de 1859, conforme noticiado pela imprensa do Rio de Janeiro:
Jornal do Commercio/RJ, 08/06/1859
Embora haja registros do tráfego postal de e para Porto Belo em dezembro de 1869, a próxima criação de uma agência postal só ocorreu em setembro de 1875, conforme relatado pela imprensa regional:
O Conservador, 25/09/1875
O carimbo postal mais antigo encontrado até o momento é o PSC-0190a, que recebeu o nº 1587 de P. Ayres no Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942):
PSC-0190a (P.A. 1587) 1843ff
Antes da virada do século, surgiu o PSC-0190b (Coleção de José A. Junges);
Mapa do Estado de Santa Catharina, 1907
Die Freguesia de Senhor Bom Jesus dos Afflictos de Porto Bello wurde im Dezember 1824 gegründet und gehörte zur Vila de Tijucas. Sie lag an der Bucht von Porto Belo, 70 Kilometer nördlich der Provinzhauptstadt Desterro (heute Florianópolis). Im Mai 1848 wurde sie zur Vila, verlor diesen Status jedoch zweimal: im April 1859 und im August 1923, als sie zur Freguesia bzw. zum Distrito von Tijucas wurde. Zwischendurch, im August 1895, und schließlich im September 1925 wurde Porto Belo ein eigenständiger Município.
Es konnten drei Betriebsperioden für das örtliche Postamt ermittelt werden. Die erste begann im Februar 1841, wie aus der Amtspresse in Rio de Janeiro hervorgeht.
Correio Official/RJ, 26.03.1841
Wir wissen nicht, wann die Agentur geschlossen wurde. Sie wurde laut Nova Monteiro (Administrações e Agências Postais do Brasil Império, in Brasil Filatélico/RJ, 1934–5; reprinted by SPP 1994–1999) im September 1857 nochmals ins Leben gerufen, schloss aber im Mai 1859 wieder, wie die Presse in Rio de Janeiro meldete:
Jornal do Commercio/RJ, 08.06.1859
Obwohl der Postverkehr von und nach Porto Belo im Dezember 1869 belegt ist, fand die nächste Postamteröffnung erst im September 1875 statt, wie die regionale Presse berichtet:
O Conservador, 25.09.1875
Der bisher älteste Poststempel ist PSC-0190a, der von P. Ayres im Catálogo de Carimbos Brasil-Império (São Paulo, 1937, 1942) die Nr. 1587 erhielt:
PSC-0190a (P.A. 1587) 1843ff
Vor der Jahrhundertwende erschien dann PSC-0190b (Sammlg. José A. Junges);
Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das Provincias do Rio Grande do Norte e Parahiba, 1848
Other names: Villa do Regente, Port’alegre, Portalegre (1938)
The settlement had existed since June 1755 as Villa do Regente near the Apodi River, 370 kilometres west of what would later become the provincial capital, Natal. In April 1833, it was renamed Villa de S. João Baptista de Portalegre, presumably because the old place name had colonial connotations. Since October 1938, the town has been known as Município de Portalegre.
As noted by Nova Monteiro in Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatelico/RJ, 1934–5; Reprint SPP 1994–1999), a post office had been in operation there since April 1818. The only imperial postmark recorded to date is PRN-0135b (fig. Koester, in Carimbologia XXXII):
PRN-0135b (RK) 1886Atlas do Imperio do Brasil, 1868
Outros nomes: Villa do Regente, Port’alegre, Portalegre (1938)
A localidade existia desde junho de 1755 como Villa do Regente, nas proximidades do rio Apodi, 370 quilômetros a oeste da futura capital provincial, Natal. Em abril de 1833, foi renomeada como Villa de S. João Baptista de Portalegre, provavelmente porque o antigo nome da localidade carregava conotações coloniais. Desde outubro de 1938, a localidade é conhecida como Município de Portalegre.
Conforme escreve Nova Monteiro em “Administrações e Agências Postais do Brasil Império” (Brasil Filatélico/RJ, 1934-5; Reimpressão SPP 1994-1999), havia ali uma agência dos correios desde abril de 1818. O único carimbo postal imperial registrado até o momento é o PRN-0135b (fig. Koester, em Carimbologia XXXII):
PRN-0135b (RK) 1886Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892
Andere Namen: Villa do Regente, Port’alegre, Portalegre (1938)
Die Ortschaft bestand seit Juni 1755 als Villa do Regente in der Nähe des Apodi-Flusses, 370 Kilometer westlich der späteren Provinzhauptstadt Natal. Im April 1833 wurde sie in Villa de S. João Baptista de Portalegre umbenannt, vermutlich weil der alte Ortsname kolonial belastet war. Seit Oktober 1938 heißt der Ort Município de Portalegre.
Wie Nova Monteiro im Administrações e Agencias Postaes do Brasil Império (Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) schreibt, gab es dort seit April 1818 ein Postamt. Der bisher einzige kaiserliche Poststempel ist PRN-0135b (Abb. Koester, in Carimbologia XXXII):