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Carimbologia O-P

Piassabussú, Alagoas (PAL-0150)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das Provincias de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, 1848

Alternative spelling: Piaçabuçu

The Chapel of São Francisco de Borja was built around 1665 on the north bank of the São Francisco River, 140 km south-west of what would later become the provincial capital, Maceió. The settlement that subsequently developed became the parish of Vila de Penedo in July 1859. Piaçabuçu has been an independent town since May 1882. The name derives from the Tupi language and means ‘Big Palm’.

As Aldo Cardoso writes in Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969), there has been a post office there since July 1869. The only imperial postmark to date is the double-circle PAL-0150b (collection of José A. Junges):

PAL-0150b (JJ) 1886–1890
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outra grafia: Piaçabuçu

A capela de São Francisco de Borja foi erguida por volta de 1665 na margem norte do rio São Francisco, 140 km a sudoeste da futura capital provincial, Maceió. O povoado que surgiu em torno dela tornou-se, em julho de 1859, a Freguesia da Vila de Penedo. Desde maio de 1882, Piaçabuçu é uma vila autônoma. O nome tem origem na língua tupi e significa “Grande Palmeira”.

Conforme escreve Aldo Cardoso em Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969), havia ali uma agência dos Correios desde julho de 1869. O único carimbo postal imperial registrado até o momento é o de duplo círculo PAL-0150b (Coleção José A. Junges):

PAL-0150b (JJ) 1886-1890
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Andere Schreibweise: Piaçabuçu

Die Kapelle São Francisco de Borja wurde um 1665 am Nordufer des São Francisco, 140 km südwestlich der späteren Provinzhauptstadt Maceió, errichtet. Die daraufhin entstandene Siedlung wurde im Juli 1859 zur Freguesia der Vila de Penedo. Seit Mai 1882 ist Piaçabuçu eine eigenständige Vila. Der Name stammt aus der Sprache der Tupi und bedeutet „Große Palme”.

Wie Aldo Cardoso in Contribuição para a História dos Correios de Alagoas (Maceió, 1969) schreibt, gab es dort ein Postamt seit Juli 1869. Der bisher einzige kaiserliche Poststempel ist der Doppelkreis PAL-0150b (Sammlg. José A. Junges):

PAL-0150b (JJ) 1886-1890
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Carimbologia O-P

Piancó, Paraíba (PPB-0180)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das provincias do Rio Grande do Norte e Parahiba, 1848

Other names: São José do Panati

The settlement was originally the Cariri Indian village of São José do Panati, situated on the eastern bank of the Piancó River, 380 km west of what would later become the provincial capital, Parahyba do Norte (now João Pessoa). At the beginning of the 19th century, it became the Freguesia de Santo Antonio de Piancó, which was elevated to the status of a Vila in December 1831 and finally became a town in November 1933.

As stated in the Postal Report (Relatorio Postal) for the year 1886, there had been a post office there since July 1833. However, according to a ministerial protocol, this was closed in 1850.

Relatório da Repartição dos Negócios do Império, 1850

We do not know when the post office reopened, but a postmaster was appointed there as early as June 1851, as reported by the regional press:

Governista Parahybano, 18 June 1851

The only postmark from the 19th century known to date is PPB-0180c (José A. Junges collection):

PPB-0180c (JJ) 1887–1896
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outros nomes: São José do Panati

O povoado era originalmente a aldeia indígena cariri de São José do Panati, situada na margem leste do rio Piancó, 380 km a oeste da futura capital provincial Parahyba do Norte (hoje João Pessoa). No início do século XIX, tornou-se a Freguesia de Santo Antônio de Piancó, que em dezembro de 1831 passou a ser Vila e, finalmente, em novembro de 1933, tornou-se cidade.

Conforme consta do Relatório Postal de 1886, havia ali uma agência dos correios desde julho de 1833. No entanto, de acordo com o protocolo ministerial, esta foi fechada em 1850.

Relatório da Repartição dos Negócios do Império, 1850

Não sabemos quando a agência postal foi reaberta, mas já em junho de 1851 foi nomeado um agente postal para o local, conforme noticiou a imprensa regional:

Governista Parahybano, 18/06/1851

O único carimbo postal do século XIX até o momento é o PPB-0180c (Coleção José A. Junges):

Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Andere Namen: São José do Panati

Die Siedlung war ursprünglich das Cariri-Indianerdorf São José do Panati, das am Ostufer des Piancó, 380 km westlich der späteren Provinzhauptstadt Parahyba do Norte (heute João Pessoa), lag. Zu Beginn des 19. Jahrhunderts wurde sie zur Freguesia de Santo Antonio de Piancó, die im Dezember 1831 zur Vila und im November 1933 schließlich zur Stadt wurde.

Wie aus dem Postbericht (Relatorio Postal) für das Jahr 1886 hervorgeht, gab es dort seit Juli 1833 ein Postamt. Dieses wurde jedoch laut Ministerialprotokoll im Jahr 1850 geschlossen.

Relatorio da Repartição dos Negocios do Imperio, 1850

Wir wissen nicht, wann das Postamt wiedereröffnet wurde, jedoch wurde bereits im Juni 1851 ein Postagent dorthin ernannt, wie die regionale Presse mitteilte:

Governista Parahybano, 18.06.1851

Der bisher einzige Poststempel im 19. Jahrhundert ist PPB-0180c (Sammlg. José A. Junges):

PPB-0180c (JJ) 1887-1896
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Carimbologia O-P

Piabanha, Goiás (PGO-0145)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Other names: Thereza Christina, Tocantínia (1936)

Around 1860, this settlement was still the indigenous village of Thereza Christina (named after the Empress of Brazil), situated at the mouth of the Piabanha on the eastern bank of the Tocantins, 880 kilometres north of the provincial capital Goyaz (now Goiás Velho). Shortly afterwards (unfortunately, the exact date is not yet known to us), it became the Freguesia de S. Sebastião do Piabanha and belonged to the Vila de Porto Imperial. Following the republican coup, Porto Imperial became Porto Nacional in March 1890. In 1903, Piabanha became part of the Município de Pedro Afonso as a Distrito. In January 1936, its name was changed to Tocantínia. Since October 1953, Tocantínia has been an independent Município.

Three dates of establishment for the local post office were found within a span of just under two years. It was first mentioned in 1880, as shown in the directory of imperial post offices (Tabella das Agências do Correio do Império, Rio de Janeiro, 1885). Then in July 1881, according to the provincial president’s report from November of the same year:

Relatório do Presidente da Província, November 1881

This provisional establishment was then confirmed by the Postal Directorate in Rio de Janeiro in September 1881:

Gazeta de Noticias/RJ, 4 September 1881

The imperial postmark is PGO-0145a (Klerman Lopes collection):

PGO-0145a (KL) 1888
Carta da Provincia de Goyaz, 1874

Outros nomes: Thereza Christina, Tocantínia (1936)

Por volta de 1860, esse povoado ainda era a aldeia indígena Thereza Christina (batizada em homenagem à imperatriz do Brasil), situada na foz do rio Piabanha, na margem leste do rio Tocantins, 880 quilômetros ao norte da capital provincial Goyaz (hoje Goiás Velho). Pouco tempo depois (infelizmente, ainda não sabemos a data exata), tornou-se a Freguesia de S. Sebastião do Piabanha e passou a pertencer à Vila de Porto Imperial. Após o golpe republicano, Porto Imperial passou a se chamar Porto Nacional em março de 1890. Em 1903, Piabanha passou a fazer parte do Município de Pedro Afonso como Distrito. Em janeiro de 1936, ocorreu uma mudança de nome para Tocantínia. Desde outubro de 1953, Tocantínia é um município independente.

Para a agência dos correios local, foram encontradas três datas de fundação em um intervalo de pouco menos de dois anos. Primeiramente, foi mencionada em 1880, conforme consta na Tabela das Agências do Correio do Império (Rio de Janeiro, 1885). Em seguida, em julho de 1881, de acordo com o relatório do presidente da província de novembro do mesmo ano:

Relatório do Presidente da Província, novembro de 1881

Essa fundação provisória foi então confirmada pela Direção dos Correios do Rio de Janeiro em setembro de 1881:

Gazeta de Notícias/RJ, 04/09/1881

O carimbo postal imperial é o PGO-0145a (Coleção Klerman Lopes):

PGO-0145a (KL) 1888
Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Andere Namen: Thereza Christina, Tocantínia (1936)

Um 1860 war diese Siedlung noch das Indianerdorf Thereza Christina (benannt nach Brasiliens Kaiserin), das an der Mündung des Piabanha am Ostufer des Tocantins lag, 880 Kilometer nördlich der Provinzhauptstadt Goyaz (heute Goiás Velho). Kurz darauf (das genaue Datum ist uns leider noch nicht bekannt) wurde sie zur Freguesia de S. Sebastião do Piabanha und gehörte zur Vila de Porto Imperial. Nach dem Republik-Putsch wurde Porto Imperial im März 1890 zu Porto Nacional. Im Jahr 1903 wurde Piabanha als Distrito Teil des Município de Pedro Afonso. Im Januar 1936 erfolgte eine Namensänderung zu Tocantínia. Seit Oktober 1953 ist Tocantínia ein eigenständiger Município.

Für das örtliche Postamt wurden drei Entstehungsdaten binnen knapp zwei Jahren gefunden. Zunächst wurde es im Jahr 1880 erwähnt, wie aus dem Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) hervorgeht. Dann im Juli 1881, laut Bericht des Provinzpräsidenten vom November desselben Jahres:

Relatorio do Presidente da Provincia, November 1881

Diese provisorische Gründung wurde dann von der Postdirektion in Rio de Janeiro im September 1881 bestätigt:

Gazeta de Noticias/RJ, 04.09.1881

Der kaiserliche Poststempel ist PGO-0145a (Sammlg. Klerman Lopes):

PGO-0145a (KL) 1888
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Carimbologia O-P

Philadelphia, Minas Gerais (PMG-3420)

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

See also Theophilo Ottoni (TMG-3190)

The history of this locality begins in September 1853 with the founding of the colony of Philadelphia by the journalist, merchant and congressman Teophilo Benedicto Ottoni (1807-1869). He dreamed of building a city based on the symbolic example of its US counterpart in the northeast of Minas Gerais, about 480 km northeast of the provincial capital Ouro Preto. In July 1857, this became the Freguesia of Nossa Senhora da Conceição de Nova Philadelphia in the Município of Minas Novas. In November 1878, the place rose to become a vila with the name of its now deceased founder.

Teophilo Ottoni (Portrait by Joaquim P. de Sousa, 1818-1878)

The local post office was established in February 1857, as Reinhold Koester, Nova Monteiro (Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio, in Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) and Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) reported. However, the agency was not yet operational by mid-1858 and was closed in June 1861, as evidenced by a ministerial record:

Expediente do Ministério do Império, 21 June 1861

Six months later, the post office was reopened:

Expediente do Ministério do Império, 11 December 1861

The oldest postmark to date, bearing the imperial seal, PMG-3420a, was shown by R. Koester in Carimbologia XXXI:

PMG-3420a (RK) 1859

This was followed by the double circle PMG-3420b (Fig. Claudio Coelho):

PMG-3420b (CC) 1878–1879

For postmarks featuring Theophilo Ottoni, see TMG-3190.

Provincia de Minas Geraes, 1873

Ver também Theophilo Ottoni (TMG-3190)

A história desta localidade começa em setembro de 1853 com a fundação da colônia da Filadélfia pelo jornalista, comerciante e deputado Teophilo Benedicto Ottoni (1807-1869). Ele sonhou em construir uma cidade com base no exemplo simbólico de sua contraparte norte-americana no nordeste de Minas Gerais, cerca de 480 km ao nordeste da capital da província, Ouro Preto. Em julho de 1857, o lugar tornou-se a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Nova Filadélfia, no município de Minas Novas. Em novembro de 1878, tornou-se uma vila com o nome de seu fundador, agora falecido.

Teophilo Ottoni (Gravura de Joaquim P. de Sousa, 1818-1878)

Os correios locais foram criados em fevereiro de 1857, segundo informam Reinhold Koester, Nova Monteiro (Administrações e Agencias Postaes do Brasil Império, em Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) e Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997). No entanto, em meados de 1858 a agência ainda não estava em funcionamento e foi encerrada em junho de 1861, conforme consta de um protocolo ministerial:

Expediente do Ministério do Império, 21/06/1861

Seis meses depois, a agência postal foi reaberta:

Expediente do Ministério do Império, 11/12/1861

O carimbo postal mais antigo até então, com o sinete imperial PMG-3420a, foi mostrado por R. Koester na Carimbologia XXXI:

PMG-3420a (RK) 1859

Seguiu-se o carimbo de duplo círculo PMG-3420b (Ilustração de Claudio Coelho):

PMG-3420b (CC) 1878-1879

Para carimbos postais com Theophilo Ottoni, consulte TMG-3190.

Carta da Republica dos Estados Unidos do Brazil, 1892

Siehe auch Theophilo Ottoni (TMG-3190)

Die Geschichte dieser Ortschaft beginnt im September 1853 mit der Gründung der Kolonie Philadelphia durch den Journalisten, Händler und Abgeordneter Teophilo Benedicto Ottoni (1807-1869). Er träumte davon, eine Stadt nach dem symbolischen Beispiel des US-Pendants im Nordosten von Minas Gerais zu bauen, ca. 480 km nordöstlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto entfernt. Im Juli 1857 wurde daraus die Freguesia von Nossa Senhora da Conceição de Nova Philadelphia im Município von Minas Novas. Im November 1878 stieg der Ort zu einer Vila mit dem Namen ihres inzwischen verstorbenen Gründers auf.

Teophilo Ottoni (Stich von Joaquim P. de Sousa, 1818-1878)

Das örtliche Postamt wurde im Februar 1857 ins Leben gerufen, wie Reinhold Koester, Nova Monteiro (Administrações e Agencias Postaes do Brasil Império, em Brasil Filatelico/RJ, 1934-5; Reprint SPP 1994-1999) und Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) übereinstimmend berichten. Allerdings war die Agentur Mitte 1858 noch nicht in Betrieb, und wurde im Juni 1861 geschlossen, wie aus einem Ministerialprotokoll hervorgeht:

Expediente do Ministério do Império, 21.06.1861

Sechs Monate später wurde das Postamt wiedereröffnet:

Expediente do Ministério do Império, 11.12.1861

Den bisher ältesten Poststempel mit dem kaiserlichen Siegel PMG-3420a zeigte R. Koester in Carimbologia XXXI:

PMG-3420a (RK) 1859

Es folgte der Doppelkreis PMG-3420b (Abb. Claudio Coelho):

PMG-3420b (CC) 1878-1879

Für Poststempel mit Theophilo Ottoni siehe TMG-3190.

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Carimbologia O-P

Petropolis, Rio de Janeiro (PRJ-0780)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia do Rio de Janeiro, 1850

The town, built on the Serra do Mar in honour of the Brazilian emperor, was still a fazenda known as Córrego Seco (Dry Creek) around 1840 and was situated near the western bank of the Itaipava River in the municipality of Paraíba do Sul, 70 kilometres north of the capital, Rio de Janeiro. From September 1845, a colony for European immigrants was established there, which became the Freguesia de D. Pedro de Alcântara de Petrópolis in May of the following year. Since September 1857, Petrópolis has been a town in its own municipality.

As reported by the capital’s press, the local post office was created in October 1848:

Diario do Rio de Janeiro, 8 November 1848

The oldest postmark is PRJ-0780a, which was assigned the number 1396 by P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942):

PRJ-0780a (P.A. 1396, MPT 356) 1850ff–1866ff

This was followed by the French type PRJ-0780b (fig. Felipe Piccinini), which also appears in blue:

PRJ-0780b (FP) 1870–1878ff

This was followed by the double-circle PRJ-0780c (fig. Felipe Piccinini):

PRJ-0780c (FP) 1881–1884

Before the end of the Empire, four further circular postmarks also appeared, beginning with PRJ-0780d (Ill. From the internet and agenciaspostais.com.br):

PRJ-0780d (EB-PN) 1881–1888, also in violet, variants possible

The successor, PRJ-0780e (ill. Koester, in Carimbologia XXX), also occurs in light blue:

PRJ-0780e (RK) 1889

The appearance of the morning and afternoon postmarks PRJ-0780f (illustration from the internet) and PRJ-0780g (illustration by Roberto Assef Jr.) in the final year of the Empire indicates a brisk postal service from Petrópolis.

PRJ-0780f (EB) 1889–1893, also in light blue
PRJ-0780g (RA) 1889–1894

R. Koester (op. cit.) also showed a postmark bearing the imperial seal PRJ-0780f from Petrópolis.

PRJ-0780f (RK)

From Koester we also have an image of a curious handwritten cancellation from Petrópolis:

1866ff (RK)

James Dingler and Klerman W. Lopes have listed two mute postmarks in Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000):

BPA 11 (1874–1875) – 457 (1884)

Further mute postmarks from Petrópolis are known through Luiz C. Fritzen and Claudio Coelho.

1885 (LCF)
1885 (CC)
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

A cidade, fundada em homenagem ao imperador brasileiro na Serra do Mar, era, por volta de 1840, ainda uma fazenda chamada Córrego Seco e ficava próxima à margem oeste do Itaipava, no município de Paraíba do Sul, 70 quilômetros ao norte da capital, Rio de Janeiro. A partir de setembro de 1845, foi estabelecida ali uma colônia para imigrantes europeus, que em maio do ano seguinte se tornou a Freguesia de D. Pedro de Alcântara de Petrópolis. Desde setembro de 1857, Petrópolis é uma cidade com município próprio.

Conforme noticiou a imprensa da capital, em outubro de 1848 foi criada a agência postal local:

Diário do Rio de Janeiro, 08/11/1848

O carimbo postal mais antigo é o PRJ-0780a, que recebeu o nº 1396 de P. Ayres no Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942):

PRJ-0780a (P.A. 1396, MPT 356) 1850ff-1866ff

Seguiu-se o tipo francês PRJ-0780b (Ilustração de Felipe Piccinini), que também existe na cor azul:

PRJ-0780b (FP) 1870-1878ff

Depois disso, surgiu o carimbo de duplo círculo PRJ-0780c (fig. Felipe Piccinini):

PRJ-0780c (FP) 1881-1884

Antes do fim do Império, apareceram também mais quatro carimbos circulares, começando com o PRJ-0780d (EB-PN):

PRJ-0780d (EB-PN) 1881-1888, também em violeta, com possíveis variantes

O sucessor PRJ-0780e (Ilustração de Koester, em Carimbologia XXX) também existe em azul claro:

PRJ-0780e (RK) 1889

O surgimento dos carimbos da manhã e da tarde PRJ-0780f (fig. da Internet) e PRJ-0780g (fig. Roberto Assef Jr.) no último ano do Império demonstra um intenso tráfego postal de Petrópolis.

PRJ-0780f (EB) 1889-1893, também em azul claro
PRJ-0780g (RA) 1889-1894

R. Koester (op. cit.) também mostrou um carimbo postal com o selo imperial PRJ-0780f de Petrópolis.

PRJ-0780f (RK)

De Koester, temos também a imagem de um curioso carimbo manuscrito de Petrópolis:

1866ff (RK)

James Dingler e Klerman W. Lopes listaram em Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Clube Filatélico do Brasil, Rio de Janeiro, 2000) dois carimbos postais mudos:

BPA 11 (1874-1875) – 457 (1884)

Outros carimbos mudos de Petrópolis são conhecidos por meio de Luiz C. Fritzen e Claudio Coelho.

1885 (LCF)
1885 (CC)
Colton & Colton: Provincia do Rio de Janeiro, 1866

Die Stadt, die zu Ehren des brasilianischen Kaisers an der Serra do Mar errichtet wurde, war um 1840 noch eine Fazenda namens Córrego Seco (Trockener Bach) und lag in der Nähe des Westufers des Itaipava im Município de Paraíba do Sul, 70 Kilometer nördlich der Hauptstadt Rio de Janeiro. Ab September 1845 wurde dort eine Kolonie für europäische Einwanderer eingerichtet, die im Mai des Folgejahres zur Freguesia de D. Pedro de Alcântara de Petrópolis wurde. Seit September 1857 ist Petrópolis eine Stadt im eigenen Município.

Wie die Hauptstadtpresse meldete, wurde im Oktober 1848 die Einrichtung des örtlichen Postamts beschlossen:

Diario do Rio de Janeiro, 08.11.1848

Der älteste Poststempel ist PRJ-0780a, der von P. Ayres in Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) die Nr. 1396 erhielt:

PRJ-0780a (P.A. 1396, MPT 356) 1850ff-1866ff

Es folgte der französische Typ PRJ-0780b (Abb. Felipe Piccinini), der auch in Blau vorkommt:

PRJ-0780b (FP) 1870-1878ff

Danach kam der Doppelkreis PRJ-0780c (Abb. Felipe Piccinini):

PRJ-0780c (FP) 1881-1884

Vor dem Ende des Kaiserreichs erschienen auch vier weitere Kreisstempel, beginnend mit PRJ-0780d (EB-PN):

PRJ-0780d (EB-PN) 1881-1888, auch in Violett, Varianten möglich

Den Nachfolger PRJ-0780e (Abb. Koester, in Carimbologia XXX) gibt es auch in Hellblau:

PRJ-0780e (RK) 1889

Die Erscheinung von Vor- und Nachmittagsstempeln PRJ-0780f (Abb. aus dem Internet) und PRJ-0780g (Abb. Roberto Assef Jr.) im letzten Jahr des Kaiserreichs zeugt von regem Postverkehr von Petrópolis.

PRJ-0780f (EB) 1889-1893, auch in Hellblau
PRJ-0780g (RA) 1889-1894

R. Koester (op. cit.) zeigte auch einen Poststempel mit dem kaiserlichen Siegel PRJ-0780f aus Petrópolis.

PRJ-0780f (RK)

Von Koester haben wir auch das Bild einer kuriosen handschriftlichen Entwertung aus Petrópolis:

1866ff (RK)

James Dingler und Klerman W. Lopes haben in Mute Cancellations of the Brazil Empire / Carimbos Mudos do Brasil Império (Brazil Philatelic Association, Rio de Janeiro, 2000) zwei stumme Poststempel aufgeführt:

BPA 11 (1874-1875) – 457 (1884)

Weitere stumme Stempel aus Petrópolis sind durch Luiz C. Fritzen und Claudio Coelho bekannt.

1885 (LCF)
1885 (CC)
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Carimbologia O-P

Petrolina, Pernambuco (PPE-0470)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das Provincias de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, 1848

Other names: Passagem Velha, Passagem do Joazeiro

The settlement around the Chapel of Santa Maria Rainha dos Anjos de Petrolina was established around 1860 on the north bank of the São Francisco River, on an important trade route near the town of Boa Vista, 710 km west of the provincial capital, Recife. In June 1862, it became both a Freguesia and a Vila, but lost its town status in May 1864. Six years later, in July 1868, Petrolina regained its town status and has been a city since July 1895.

As shown in the directory of imperial post offices (Tabella das Agências do Correio do Império, Rio de Janeiro, 1885), there has been a post office there since 1870. The only imperial postmark to date is the French type PPE-0470b (fig. Koester in Carimbologia XXX):

PPE-0470b (RK) 1885–1888
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outros nomes: Passagem Velha, Passagem do Joazeiro

O povoado em torno da capela de Santa Maria Rainha dos Anjos de Petrolina surgiu por volta de 1860, na margem norte do rio São Francisco, numa importante rota comercial próxima à Vila de Boa Vista, 710 km a oeste da capital provincial, Recife. Em junho de 1862, tornou-se simultaneamente freguesia e vila, mas perdeu o status de vila em maio de 1864. Seis anos depois, em julho de 1868, Petrolina voltou a ser vila e é cidade desde julho de 1895.

Conforme consta da Tabella das Agencias do Correio do Imperio (Rio de Janeiro, 1885), havia ali uma agência postal desde 1870. O único carimbo postal imperial encontrado até o momento é o tipo francês PPE-0470b (fig. Koester em Carimbologia XXX):

PPE-0470b (RK) 1885-1888
Carta Corographica da Provincia de Pernambuco, 1880

Andere Namen: Passagem Velha, Passagem do Joazeiro

Die Siedlung um die Kapelle Santa Maria Rainha dos Anjos de Petrolina entstand um 1860 am Nordufer des São Francisco in einer wichtigen Handelsroute bei der Vila de Boa Vista, 710 km westlich der Provinzhauptstadt Recife. Im Juni 1862 wurde sie gleichzeitig Freguesia und Vila, verlor jedoch im Mai 1864 ihren Vila-Status. Sechs Jahre später, im Juli 1868, wurde Petrolina erneut Vila und ist seit Juli 1895 eine Stadt.

Wie aus dem Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) hervorgeht, gab es dort ein Postamt seit 1870. Der bisher einzige kaiserliche Poststempel ist der französische Typ PPE-0470b (Abb. Koester in Carimbologia XXX):

PPE-0470b (RK) 1885-1888
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Carimbologia O-P

Pessanha, Minas Gerais (PMG-3415)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) da Provincia de Minas Geraes, 1849

Alternative spelling: Peçanha

See also Suassuhy (SMG-3153)

This was the old settlement of Santo Antonio do Pessanha near Serro, situated close to the north bank of the Suaçuí Pequeno River, 350 km north of the provincial capital of Ouro Preto. In October 1875, it became a vila called Rio Doce. This name was apparently not well received, because barely six years later the place rose to become a town called Suassuhy. The Indian word means River of the Deer. Since September 1887, the town has been again called Pessanha, now spelled Peçanha.

Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) and Reinhold Koester (Carimbologia XXI) agree that there had been a post office there since October 1875, when the villa was created.

Under the place name Pessanha, only handwritten cancellations have been found to date, which are recorded both in P. Ayres’ Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) and in R. Koester’s Carimbologia XXX:

 1875ff–1883 (P.A. p. 147, RK)

Koester (op. cit.) also showed a mute postmark that closely resembles No. 208 by P. Ayres:

P.A. 208, 1875ff–1886 (RK)

For cancellations with Suassuhy see SMG-3153.

Atlas do Imperio do Brasil, 1868

Outra grafia: Peçanha

Ver também Suassuhy (SMG-3153)

Este era o antigo assentamento de Santo Antônio do Pessanha perto do Serro, situado próximo à margem norte do Rio Suaçuí Pequeno, 350 km ao norte da capital provincial Ouro Preto. Em outubro de 1875, tornou-se uma vila chamada Rio Doce. Este nome aparentemente não foi bem recebido, porque apenas seis anos depois o lugar tornou-se uma cidade chamada Suassuhy. A palavra indígena significa Rio do Veado. Desde setembro de 1887, a cidade é chamada de Pessanha, agora escrita Peçanha.

Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) e Reinhold Koester (Carimbologia XXI) concordam que havia uma agência dos correios desde outubro de 1875 por lá, quando a vila foi constituída.

Sob o topônimo Pessanha, até o momento foram encontrados apenas carimbos manuscritos, registrados tanto no Catálogo de Carimbos Brasil-Império, de P. Ayres (S. Paulo, 1937, 1942), quanto na Carimbologia XXX, de R. Koester:

 1875ff-1883 (P.A. p. 147, RK)

Koester (op. cit.) também mostrou um carimbo postal mudo que se assemelha fortemente ao n.º 208 de P. Ayres:

P.A. 208, 1875ff-1886 (RK)

Para carimbos com Suassuhy veja SMG-3153.

Provincia de Minas Geraes, 1873

Andere Schreibweise: Peçanha

Siehe auch Suassuhy (SMG-3153)

Diese Ortschaft war die alte Siedlung von Santo Antonio do Pessanha bei Serro, die nah am Nordufer des Flusses Suaçuí Pequeno lag, 350 km nördlich der Provinzhauptstadt Ouro Preto entfernt. Im Oktober 1875 wurde daraus eine Vila namens Rio Doce. Diese Bezeichnung kam offenbar nicht gut an, denn knapp sechs Jahre später stieg der Ort zu einer Stadt namens Suassuhy auf. Das indianische Wort bedeutet Fluss der Rehe. Seit September 1887 heißt die Stadt Pessanha, heute Peçanha geschrieben.

Paula Sobrinho (História Postal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1997) und Reinhold Koester (Carimbologia XXI) sind sich darüber einig, dass es dort seit Oktober 1875 – also seit der Entstehung der Villa – ein Postamt gab. Unter dem Ortsnamen Pessanha wurden bisher nur handschriftliche Entwertungen gefunden, die sowohl in P. Ayres‘ Catálogo de Carimbos Brasil-Império (S. Paulo, 1937, 1942) als auch in R. Koesters Carimbologia XXX registriert wurden:

 1875ff-1883 (P.A. S. 147, RK)

Koester (op. cit.) zeigte auch einen stummen Poststempel, der Nr. 208 von P. Ayres stark ähnelt:

P.A. 208, 1875ff-1886 (RK)

Für Poststempel mit Suassuhy siehe SMG-3153.

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Carimbologia O-P

Pesqueira, Pernambuco (PPE-0465)

Villiers de l’Ile Adam: Carta (…) das Provincias de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, 1848

The settlement in the area of Vila de Cimbres had existed since 1810, 210 km west of what would later become the provincial capital, Recife. In May 1836, it became the seat of the municipality of Cimbres, and in July 1870 it was granted the status of a parish, under the name of Santa Agueda de Pesqueira. Pesqueira has been a town since April 1880.

According to Nova Monteiro, there had been a post office there since January 1855. This is evident from Administrações e Agências Postaes do Brasil Império (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; reprinted by SPP 1994–1999). However, this date is likely to correspond to the start of operations, as the post office had already been created in September of the previous year, as reported by the regional press:

Diario de Pernambuco, 7 October 1854

The same daily newspaper reported active postal traffic to and from Pesqueira in the second half of 1873:

Diario de Pernambuco, 23 February 1874

We can therefore assume that the oldest postmark to date, the French type PPE-0465b (Fuad Ferreira Fo. collection), had a predecessor:

PPE-0465b (FF) 1882ff–1890ff

Before the end of the 19th century, PPE-0465c also appeared (image from the internet):

PPE-0465c (EB) 1895
Atlas do Imperio do Brasil, 1868

O povoado na região da Vila de Cimbres existia desde 1810, 210 km a oeste da posterior capital provincial, Recife. Em maio de 1836, tornou-se sede do município de Cimbres e, em julho de 1870, recebeu o status de freguesia, sob o nome de Santa Águeda de Pesqueira. Desde abril de 1880, Pesqueira é uma cidade.

Segundo Nova Monteiro, havia ali uma agência dos correios desde janeiro de 1855. Isso consta em Administrações e Agências Postais do Brasil Império (Brasil Filatélico/RJ, 1934–1935; reimpressão SPP 1994–1999). No entanto, essa data provavelmente corresponde ao início das operações, pois já em setembro do ano anterior havia sido criada a agência postal, conforme noticiou a imprensa regional:

Diário de Pernambuco, 07/10/1854

O mesmo jornal noticiou intenso tráfego postal de e para Pesqueira no segundo semestre de 1873:

Diário de Pernambuco, 23/02/1874

Portanto, podemos supor que o carimbo postal mais antigo até então, o tipo francês PPE-0465b (Coleção Fuad Ferreira Fo.), teve um carimbo antecessor:

PPE-0465b (FF) 1882ff-1890ff

Antes do final do século XIX, surgiu também o PPE-0465c (imagem da Internet):

PPE-0465c (EB) 1895
Carta Corographica da Provincia de Pernambuco, 1880

Die Siedlung im Gebiet der Vila de Cimbres bestand seit 1810, 210 km westlich der späteren Provinzhauptstadt Recife. Im Mai 1836 wurde sie Sitz der Gemeinde Cimbres, im Juli 1870 erhielt sie den Status einer Freguesia, als Santa Agueda de Pesqueira. Seit April 1880 ist Pesqueira eine Stadt.

Laut Nova Monteiro gab es dort seit Januar 1855 ein Postamt. Dies geht aus Administrações e Agencias Postaes do Brasil Imperio (Brasil Filatelico/RJ, 1934–1935; Nachdruck SPP 1994–1999) hervor. Dieses Datum dürfte jedoch dem Betriebsbeginn entsprechen, denn bereits im September des Vorjahres wurde über die Einrichtung des Postamts beschlossen, wie die regionale Presse meldete:

Diario de Pernambuco, 07.10.1854

Die gleiche Tageszeitung meldete regen Postverkehr von und nach Pesqueira im zweiten Halbjahr 1873:

Diario de Pernambuco, 23.02.1874

Daher können wir annehmen, dass der bisher älteste Poststempel, der französische Typ PPE-0465b (Sammlg. Fuad Ferreira Fo.) einen Vorgängerstempel hatte:

PPE-0465b (FF) 1882ff-1890ff

Vor dem Ende des 19 Jahrhunderts erschien auch PPE-0465c (Abb. aus dem Internet):

PPE-0465c (EB) 1895

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Carimbologia O-P

Peruípe (train station/Estação/Bahnhof), Bahia (PBA-0535)

Estado da Bahia, 1913

Alternative spelling: Peruhype

The station was opened in 1882 by the Chemins de Fer Fédéraux de l’Est Brésilien railway company on the north bank of the Peruipe River in the municipality of Caravelas, 720 kilometres south of the provincial capital, Salvador da Bahia. From 1936 until its closure around 1960, the railway line belonged to E.F. Bahia-Minas (estacoesferroviarias.com.br). From November 1938, the station was located in the district of Juerana. Today, the tracks and the station building have disappeared.

Köstner writes in ‘Carimbologia XXX’ that there had been a post office at the station since July 1875. However, this date is unlikely, as the railway line was not built until between 1881 and 1882. In the directory of imperial post offices (Tabela das Agências do Correio do Império, Rio de Janeiro, 1885), however, the year 1883 is given, which is confirmed by a report from the Provisional Government Council of the province the following year:

Relatório do Conselho Interino do Governo da Bahia, 1884

To date, no imperial postmark for this station has been identified with certainty.

Rede Ferroviaria da Bahia, 1958 (IBGE)

Outra grafia: Peruhype

A estação foi inaugurada em 1882 pela Chemins de Fer Fédéraux de l’Est Brésilien, na margem norte do rio Peruipe, no município de Caravelas, 720 quilômetros ao sul da capital da província, Salvador da Bahia. A linha ferroviária pertenceu à E.F. Bahia-Minas de 1936 até seu desativamento por volta de 1960 (estacoesferroviarias.com.br). A partir de novembro de 1938, a estação passou a pertencer ao distrito de Juerana. Hoje, os trilhos e o prédio da estação desapareceram.

Köstner escreve em “Carimbologia XXX” que havia uma agência dos correios na estação desde julho de 1875. Essa data, porém, é pouco plausível, já que a linha ferroviária só foi construída entre 1881 e 1882. Na Tabella das Agencias dos Correios do Imperio (Rio de Janeiro, 1885), por outro lado, consta o ano de 1883, o que é confirmado pelo relatório do Conselho Interino do Governo da Província do ano seguinte:

Relatório do Conselho Interino do Governo da Bahia, 1884

Até o momento, não foi possível identificar com certeza nenhum carimbo postal imperial para esta estação.

Google Maps

Andere Schreibweise: Peruhype

Der Bahnhof wurde 1882 von der Eisenbahngesellschaft Chemins de Fer Fédéraux de l’Est Brésilien am Nordufer des Peruipe im Município de Caravelas, 720 Kilometer südlich der Provinzhauptstadt Salvador da Bahia, eröffnet. Die Bahnlinie gehörte von 1936 bis zur Stilllegung um 1960 der E.F. Bahia-Minas (estacoesferroviarias.com.br). Ab November 1938 lag der Bahnhof im Distrikt Juerana. Heute sind die Gleise und das Bahnhofsgebäude verschwunden.

Köstner schreibt in „Carimbologia XXX”, dass es am Bahnhof seit Juli 1875 ein Postamt gab. Dieses Datum ist jedoch wenig plausibel, da die Bahnlinie erst zwischen 1881 und 1882 entstand. Im Verzeichnis der kaiserlichen Postämter (Tabella das Agencias do Correio do Imperio, Rio de Janeiro, 1885) liest man dagegen das Jahr 1883, was durch einen Bericht des Provisorischen Regierungsrat der Provinz des Folgejahres bestätigt wird:

 Relatorio do Conselho Interino do Governo da Bahia, 1884

Bisher konnte kein kaiserlicher Poststempel für diesen Bahnhof mit Sicherheit identifiziert werden.

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Carimbologia O-P

Pirituba (train station/Estação/Bahnhof), São Paulo (PSP-1910)

Cia. Sorocabana e Ytuana, 1898 (IBGE)

Alternative spellings: Perituba, Piriatuba

Pirituba station was opened in February 1885 by the São Paulo Railway Company (Main Line). It was located in the municipality of São Paulo, 15 kilometres north-west of the city centre. In 1946, the railway line was taken over by E.F. Santos a Jundiaí and has been operated by Cia. Paulista de Transportes Metropolitanos since 1994 (estacoesferroviarias.com.br).

Circa 1960 (Photo: estacoesferroviarias.com.br)
In August 2025 (Photo: Walace Silva, on Google Maps)

According to reports in the Rio de Janeiro press, there had been a post office there since August 1889.

Gazeta de Noticias/RJ, 05/08/1889

To date, no imperial postmark from this station has been seen.

Estrada de Ferro Central do Brasil, 1890

Outras grafias: Perituba, Piriatuba

A estação de Pirituba foi inaugurada em fevereiro de 1885 pela Companhia Ferroviária de São Paulo (Linha Principal). Localizava-se no município de São Paulo, a 15 quilômetros a noroeste do centro da cidade. Em 1946, a linha ferroviária foi adquirida pela E.F. Santos a Jundiaí e, desde 1994, é operada pela Cia. Paulista de Transportes Metropolitanos (estacoesferroviarias.com.br).

Por volta de 1960 (Foto: estacoesferroviarias.com.br)
Em agosto de 2025 (Foto: Walace Silva, no Google Maps)

Conforme noticiado pela imprensa do Rio de Janeiro, havia uma agência dos Correios no local desde agosto de 1889.

Gazeta de Notícias/RJ, 05/08/1889

Até o momento, não foi encontrado nenhum carimbo postal imperial proveniente dessa estação.

Google Maps

Andere Schreibweise: Perituba, Piriatuba

Der Bahnhof Pirituba wurde im Februar 1885 von der Eisenbahngesellschaft São Paulo Railway (Hauptlinie) eröffnet. Er lag im Município de São Paulo, 15 Kilometer nordwestlich der Stadtmitte. 1946 wurde die Bahnlinie von der E.F. Santos a Jundiaí übernommen und wird seit 1994 von der Cia. Paulista de Transportes Metropolitanos betrieben (estacoesferroviarias.com.br).

Ca. 1960 (Foto: estacoesferroviarias.com.br)
Im August 2025 (Foto: Walace Silva, auf Google Maps)

Wie die Presse aus Rio de Janeiro meldete, gab es dort ein Postamt seit August 1889.

Gazeta de Noticias/RJ, 05.08.1889

Bisher wurde kein kaiserlicher Poststempel aus diesem Bahnhof gesehen.